Relações internacionais
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Darfur: França e África pedem o fim da impunidadeA França e a África do Sul pediram hoje o fim da impunidade em Darfur e "gestos" do presidente sudanês, Omar Hassan Ahmad al Bashir, para demonstrar que "recebeu a mensagem" do Tribunal Penal Internacional (TPI) que investiga os abusos contra os direitos humanos nesta província do oeste do Sudão. (webremix.info)
França e África do Sul pedem o fim da impunidade em Darfur
Paris, 25 jul (EFE).- A França e a África do Sul pediram hoje o fim da impunidade em Darfur e "gestos" do presidente sudanês, Omar Hassan Ahmad al-Bashir, para demonstrar que "recebeu a mensagem" do Tribunal Penal Internacional (TPI) que investiga os abusos contra os direitos humanos nesta província do oeste do Sudão. (webremix.info)
Televisão: Canal Sport TV África transmitirá para mais de 50 países mediante subscrição
Lisboa, 22 Jul (Lusa) - O canal Sport TV África, hoje apresentado em Lisboa, vai estar disponível em todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e em cerca de 50 outros países da África Subsariana através da distribuidora SuperSport Internacional. (webremix.info)
Pernambucana é sucesso na Vanity Fair (webremix.info)
Jornal diz que Copa de 2010 pode vir para o Brasil
A Federação Internacional de Futebol (Fifa), preocupada com os atrasos da África do Sul na organização da Copa do Mundo de 2010, estuda a possibilidade de transferir essa edição para o Brasil, revelou nesta quinta-feira o jornal esportivo espanhol AS sem indicar suas fontes. "O país sul-americano, que há poucos meses foi eleito sede do Mundial-2014, se tornou agora a primeira opção para substituir a África do Sul caso esta não confirme sua capacidade como organizadora do evento que deve ser realizado dentro de dois anos", indicou o AS. "A Fifa já informou ao governo sul-africano sua decisão de consultar a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) sobre a possibilidade de adiantar seus preparativos e trocar as sedes dos dois próximos torneios", acrescentou o diário esportivo. Dessa forma, o Brasil organizaria a Copa do Mundo de 2010 e a África do Sul, com tempo para solucionar muitos de seus problemas e sem a necessidade de perder o grande investimento que fez (cerca de 1 bilhão de euros, até agora), ficaria com a de 2014. No entanto, a Fifa havia se mostrado convencida no início de julho a respeito da preparação da infra-estrutura sul-africana com vistas à Copa do Mundo de 2010, após ter tomado conhecimento dos atrasos na construção do estádio de Port Elizabeth. "Nada está concluído ainda, mas tudo deve estar pronto e estará pronto a tempo para a Copa do Mundo", havia declarado Jérôme Valcke, secretário-geral da Federação Internacional. A África do Sul constrói cinco novos estádios para a Copa e outros cinco estão sendo reformados com um custo total de mais de 9,8 bilhões de rands (1,2 milhão de dólares, cerca de 800 milhões de euros). Fonte: Diário do Grande ABC (webremix.info)
EUA levam à Rodada de Doha proposta de 'enormes' cortes de subsídios
A mais recente proposta dos Estados Unidos para a Rodada de Doha foi transmitida, na manhã desta quinta-feira, pela representante comercial daquele país, Susan Schwab. Ela adiantou que os EUA estão dispostos a promover cortes "enormes" nos seus subsídios agrícolas e nas tarifas de importação dos produtos de países em desenvolvimento como o Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, como forma de avançar da Rodada de Doha, durante a reunião ministerial da semana que vem, em Genebra..
- Já sinalizamos nossa disposição para promover a abertura de mercados e disciplinas de subsídios sobre a mesa, no contexto de um acordo. A questão agora é se os países em desenvolvimento terão reciprocidade - disse Schwab em discurso na Associação Internacional de Comércio de Washington.
A negociadora embarca, neste fim de semana para Genebra, onde cerca de 40 autoridades mundiais discutem os rumos do comércio internacional, que inclui bens agrícolas e industriais, de modo a permitir uma conclusão da Rodada de Doha ainda em 2008, após sete anos de negociações. A reunião começa na segunda-feira e acontecerá até sábado, caso não seja inviabilizada por alguns dos participantes.
Além da crise banco-imobiliária em curso, a pressão sobre os EUA é pela redução de US$ 13 bilhões de dólares, por ano, nos subsídios oferecidos a seus produtores rurais e que influenciam nas condições de mercado. O preço das commodities, em alta; além de outros fatores na economia norte-americana, aliam-se para que o governo daquele país passe a precisar de uma alternativa à comercialização de sua safra agrícola.
Atualmente, os preços praticados por países ricos contêm níveis de subsídios muito além do que os governos de países pobres repassam aos seus fazendeiros. Ainda assim, os produtores rurais dos EUA alegam ser coagidos a trabalhar acima da capacidade de outros segmentos da economia (Indústria e Serviços), devido à decisão dos países em desenvolvimento de não abrir seus mercados.
Schwab não precisou cifras, mas leva na bagagem o limite da redução imaginada pela administração de George W. Bush. Segundo a funcionária, o destino da Rodada de Doha depende principalmente da abertura dos grandes mercados em desenvolvimento, como Brasil, Índia e China aos produtos industrializados nos EUA e na Europa, com a substancial redução das tarifas alfandegárias. Um erro de cálculo nesse sentido, porém, colocaria em risco a indústria nacional das nações em desenvolvimento, segundo analistas.
Schwb, no entanto, alega que mais de 80 dos países, os mais pobres da OMC, teriam de fazer aberturas nulas ou muito pequenas.
- A parte mais difícil na conclusão do acordo, sob muitos aspectos, é saber quando encerrá-lo. Em poucos dias essa será nossa meta, e sabemos que para isso será necessário algo além da liderança dos EUA - reconhece Schwab.
(webremix.info)Omar al-Bachir acusado de genocídio no Darfur
Sudão. O procurador do Tribunal Penal Internacional pediu ontem aos juÃzes que emitam um mandado de captura contra o Chefe do Estado sudanês pelos crimes cometidos na região do Darfur. Omar al- -Bachir, que em Dezembro esteve em Lisboa, na cimeira União Europeia-Ãfrica, rejeita todas (…) (webremix.info)
Vocalista do Blur critica Bono e Bob Geldorf
LONDRES – O vocalista da banda britânica Blur, Damon Albarn, criticou duramente Bono e Bob Geldorf pelo show internacional Live 8, que considerou "inútil" para ajudar os mais necessitados da África. (webremix.info)
Aga Khan e Ministério dos Negócios Estrangeiros assinam acordo de cooperação internacional
A cooperação, através da Rede Aga Khan para o Desenvolvimento, poderá ocorrer em Estados e regiões da Ásia e de África considerados de interesse para o governo português e onde a referida Rede está im... (webremix.info)
América Latina e Caribe só usam 21% do potencial energético
Bogotá, 9 jul (EFE) - A América Latina e o Caribe têm um potencial de energia hidráulica equivalente a 194 bilhões de barris de petróleo, mas só utilizam 21% devido ao alto preço do petróleo, disse hoje o secretário da Organização Latino-Americana de Energia (Olade), Carlos Arturo Flórez Piedrahíta. "O potencial de energias alternativas da região, como a eólica e a solar, é de 13.500 barris equivalentes de petróleo (bep) e só utilizamos um quinto", disse Flórez Piedrahíta no Segundo Congresso Internacional Andino e Centro-Americano de Energia (ACA), inaugurado hoje em Bogotá e que termina na sexta-feira. (webremix.info)
FMI alerta para inflação descontrolada na América Latina
O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, advertiu nesta quarta-feira que a inflação em alguns países emergentes da América Latina e da África "está ficando descontrolada". "Em alguns países emergentes e de baixas rendas, a inflação está ficando descontrolada. Isso quer dizer que a política monetária provavelmente deva ser ajustada", declarou Strauss-Kahn a um grupo de jornalistas em Toyako, no norte do Japão, durante a reunião de cúpula do G8 (grupo dos sete países mais ricos e a Rússia). Strauss-Khan não indicou exatamente a quais países se referia, mas afirmou que se tratava de nações de América Latina e África. Leia mais (09/07/2008 - 08h05) (webremix.info)
Diretor-gerente do FMI alerta para inflação descontrolada na América Latina
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, advertiu nesta quarta-feira que a inflação em alguns países emergentes da América Latina e da África "está ficando descontrolada". (webremix.info)
Países emergentes pedem que ONU intervenha em crise alimentícia
As economias emergentes do G5 (grupo formado por Brasil, México, Índia, China e África do Sul) pediram nesta terça-feira a intervenção da comunidade internacional e das Nações Unidas na crise dos alimentos. "É necessária a intervenção da comunidade internacional para desenvolver com urgência mecanismos úteis para fazer frente à alta dos preços e assegurar as previsões de desenvolvimento", disse o presidente mexicano, Felipe Calderón, durante a leitura de uma declaração conjunta ao término da reunião realizada em Sapporo (Japão). Em relação à mudança climática, o G5, que são a maiores economias em desenvolvimento, afirmou em seu manifesto que "é essencial que os países desenvolvidos assumam a liderança para conseguir reduções ambiciosas e absolutas das emissões de gases do efeito estufa". Leia mais (08/07/2008 - 07h46) (webremix.info)
Países emergentes pedem que ONU intervenha em crise alimentícia
Sapporo (Japão), 8 jul (EFE).- As economias emergentes do G5, formado por Brasil, México, Índia, China e África do Sul, pediram hoje a intervenção da comunidade internacional e das Nações Unidas na crise alimentícia. (webremix.info)
Brasil e potências emergentes reúnem-se para articular posições perante a cúpula do G8
Brasil, China, Ãndia, México e Ãfrica do Sul – o chamado G5 – reúnem-se nesta terça-feira, em Hokkaido, paralelamente à cúpula do G8. Os lÃderes das cinco potências emergentes articularão posições para apresentar em reunião, no dia seguinte, com Estados Unidos, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Japão, Canadá e Rússia. A pauta deve incluir reivindicação pela participação nas instâncias decisórias da Cúpula.
O G5 participa como convidado do G8 desde a reunião de 2005, em Gleanegles, na Escócia, mas sem poder de decisão. Cansado de ser figurante de luxo do encontro de poderosos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a cogitar não vir ao encontro deste ano, mas acabou mudando de idéia: decidiu continuar sua cruzada em defesa dos biocombustÃveis.
Lula chega à ilha de Hokkaido na manhã desta terça-feira – começo da noite pelo horário de BrasÃlia. Antes de se reunir com os demais lÃderes do G5, terá encontros bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da China, Hu Jintao, e da Coréia do Sul, Lee Myung-Bak. Enquanto isso, os mandatários dos sete paÃses mais industrializados do mundo e a Rússia reúnem-se a portas fechadas. Na quarta-feira, finalmente, será a vez de ouvirem a voz dos paÃses emergentes. A primeira sessão do dia será um café da manhã com o G5.
Na seqüência, G8, G5, Austrália, Indonésia e Coréia do Sul participam da Reunião das Grandes Economias sobre Mudança do Clima - diálogo lançado pelo Presidente Bush às vésperas da reunião do G-8, em 2007, em busca de um consenso sobre o regime de emissões pós-2012. Também participam da reunião o secretário-geral da ONU, o presidente do Banco Mundial, o secretário-geral da OCDE e o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia. O mesmo grupo, mais o presidente do FMI e o diretor-geral da OMC terão almoço de trabalho sobre economia mundial e alta do preço dos alimentos.
Nesta segunda-feira, o G8 teve reunião ampliada com Etiópia, Gana, Nigéria, Senegal, Ãfrica do Sul, Tanzânia e Ãfrica Austral, mas não foram divulgadas informações sobre o encontro. A Ãfrica integra a agenda do G8 desde o final da década de 90 e passou a participar como convidada, em reunião paralela, na cúpula do ano 2000.
(webremix.info)Preço do petróleo e inflação dominam G8
A inflação dos alimentos não é a única preocupação dos países mais industrializados do mundo. A disparada nos preços do petróleo - que chegou a bater os US$ 140 o barril - também está na ordem do dia da reunião do G8, que começou nesta segunda e vai até quarta-feira, na Ilha de Hokkaido, no Japão. Líderes dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha. Itália, Japão e Rússia temem o impacto da alta dos combustíveis na estabilidade da economia global e na trajetória do desenvolvimento.
Em reunião preparatória à cúpula, há cerca de 20 dias, os ministros de Finanças dos países membros do grupo pediram o aumento da produção de petróleo no mundo e ressaltaram a necessidade de aumentar a eficiência energética de todas as economias. Também defenderam a diversificação de fontes de energia. Nesse sentido, frisaram a necessidade de avançar nas pesquisas sobre biocombustíveis de segunda geração - produzidos a partir de matérias primas que não podem ser usadas como alimento. O mesmo foi defendido pelo primeiro-ministro do Japão, Yasuo Fukuda, na Conferência de Alto Nível sobre Segurança Alimentar da FAO, em Roma, no mês passado.
"Como os biocombustíveis representam oportunidades e desafios, é essencial a sustentabilidade da produção e de seu uso", diz o documento final da reunião de ministros de Finanças do G8. Eles pedem ainda atenção aos mercados de futuros, numa demonstração de que acreditam na especulação como uma das causas da elevação nos preços das commodities - tanto petróleo quando produtos agrícolas.
As conclusões serão levadas aos líderes do G8. Os mandatários também devem levar em conta os resultados da reunião de produtores e consumidores de petróleo, realizada no dia 22 de junho na Arábia Saudita. O encontro - do qual o Brasil participou como convidado - resultou em recomendações para a estabilização do mercado de petróleo, como o aumento das capacidades de produção e de refino e a regulação dos mercados financeiros.
Mais dois documentos devem ser agregados aos debates da cúpula anual do G8: um estudo do Banco Mundial sobre o impacto da alta dos preços das commodities nas perspectivas de desenvolvimento e uma proposta do Fundo Monetário Internacional para reforma dos programas de subsídios aos combustíveis fósseis.
Convite
O presidente francês, Nicholas Sarkozy, se mostrou a favor de expandir o Grupo dos Oito (G8), integrado atualmente pelos países mais industrializados e a Rússia. Sarkozy quer incluir as nações emergentes, entre elas Brasil e México. Em entrevista publicada nesta segunda-feira, pelo jornal japonês Yomiuri, Sarkozy diz que o G8 deveria promover o diálogo com as nações emergentes do G5, que é integrado por Brasil, China, Índia, África do Sul e México.
Sarkozy indicou que o G8 precisa expandir-se para demonstrar que toma decisões "com justiça", em referência à crescente relevância dos países emergentes no mundo. Ele afirmou este fim de semana em Paris que "não é justo nem razoável" que apenas oito países se reúnam para discutir os problemas do mundo, quando este é "universal".
(webremix.info)FAO: Aumento de inflação poderia levar a um menor crescimento da A. Latina
O incerto panorama internacional de 2008, cujos efeitos começam a ser observados no aumento da inflação, poderia levar a um menor crescimento econômico dos países da América Latina e do Caribe, disse hoje o Escritório Regional da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO). (webremix.info)
Confira a lista dos classificados para Pequim
A Federação Internacional de Tênis (ITF) divulgou, nesta quarta-feira, as listas dos tenistas que estão classificados para a Olimpíada de Pequim. Confira abaixo:Simples masculino:
Alemanha: Nicolas Kiefer, Philipp Kolhschreiber e Denis GremelmayrArgentina: David Nalbandian, Juan Monaco, Juan Ignacio Chela e Guillermo CañasAustrália: Lleyton HewittÁustria: Stefan KoubekBélgica: Steve Darcis e Olivier RochusBrasil: Thomaz Bellucci e Marcos DanielChile: Fernando GonzalezChipre: Marcos BaghdatisCoréia do Sul : Hyung Taik-LeeCroácia: Ivo Karlovic, Ivan Ljubicic, Mario Ancic e Marin CilicEquador: Nicolas LapenttiEslováquia: Dominik HrbatyEspanha: Rafael Nadal, David Ferrer, Nicolas Almagro e Tommy RobredoEstados Unidos : James Blake, Sam Querrey e Robby GinepriFinlândia: Jarkko NieminenFrança: Jo-Wilfried Tsonga, Paul-Henri Mathieu, Gilles Simon e Gael MonfilsGrã-Bretanha: Andy MurrayHolanda: Robin HaaseIsrael: Dudi SelaItália: Andreas Seppi, Simone Bolelli e Potito StaraceLetônia: Ernests GulbisRepública Tcheca : Tomas Berdych, Radek Stepanek e Ivo MinarRomênia: Victor HanescuRússia: Nikolay Davydenko, Mikhail Youzhny, Dmitry Tursunov e Igor AndreevSérvia: Novak Djokovic e Janko TipsarevicSuécia: Robin Soderling e Thomas JohanssonSuíça: Roger Federer, Stanislas WawrinkaTaipé: Yen-Hsun LuDuplas masculino:África do Sul : Jeff Coetzee/ Wesley MoodieAlemanha: Nicolas Kiefer/Philipp KohlschreiberArgentina: Guillermo Cañas/David Nalbandian e Agustin Calleri/Juan MonacoAustrália: Paul Hanley/Jordan Kerr e Chris Guccione/Lleyton HewittÁustria: Julian Knowle/Jurgen MelzerBahamas: Mark Knowles/Devon MullingsBélgica: Steve Darcis/Olivier RochusBrasil: Marcelo Melo/André SáCanadá: Daniel Nestor/Frederic NiemeyerChile: Fernando Gonzalez/Nicolas MassúChina: Xin-Yuan Yu/Shao-Zuan ZengCroácia: Mario Ancic/Ivan LjubicicEspanha: Nicolas Almagro/David Ferrer e Rafael Nadal/Tommy RobredoEstados Unidos : Bob Bryan/Mike Bryan e James Blake/Sam QuerreyFrança: Arnaud Clement/Michael Llodra e Gael Monfils/Jo-Wilfried TsongaGrã-Bretanha: Andy Murray/Jamie MurrayÍndia: Mahesh Bhupathi/Leander PaesIsrael: Jonathan Erlich/Andy RamItália: Simone Bolelli/Andreas SeppiPolônia: Mariusz Fyrstenberg/Marcin MatkowskiRepública Tcheca : Martin Damm/Pavel Vizner e Tomas Berdych/Radek StepanekRússia: Igor Andreev/Nikolay DavydenkoSérvia: Novak Djokovic/Nenad ZimonjicSuécia: Simon Aspelin/Thomas Johansson e Jonas Bjorkman/Robin SoderlingSuíça: Roger Federer/Stanislas WawrinkaSimples Feminino:Argentina : Gisela DulkoAustrália: Samantha Stosur e Casey DellacquaÁustria: Sybille Bammer e Tamira PaszekBielorrússia: Victoria Azarenka e Olga GovortsovaBulgária: Tsvetana PironkovaChina: Zi Yan, Na Li, Shuai Peng e Jie ZhengDinamarca: Caroline WozniackiEslováquia: Daniela Hantuchova e Dominika CibulkovaEspanha: Anabel Medina Garrigues e carla Suarez NavarroEstados Unidos : Serena Williams, Venus Williams e Lindsay DavenportEstônia: Kaia KanepiFrança: Alize Cornet, Tatiana Golovin, Virginie Razzano e Mary PierceGrécia: Eleni DaniilidouHolanda: Michaella KrajicekHungria: Agnes SzavayÍndia: Sania MirzaIsrael: Shahar PeerItália: Francesca Schiavone, Flavia Pennetta, Karin Knapp e Sara ErraniJapão: Ai SugiyamaNova Zelândia : Marina ErakovicPolônia: Agnieszka Radwanska e Marta DomachowskaRepública Tcheca : Nicole Vaidisova, Lucie Safarova, Iveta Benesova e Klara ZakopalovaRomênia: Sorana CirsteaRússia: Maria Sharapova, Svetlana Kuznetsova, Elena Dementieva e Dinara SafinaSérvia: Ana Ivanovic e Jelena JankovicSuécia: Sofia ArvidssonSuíça: Patty Schnyder e Timea BacsinszkyUcrânia: Alona Bondarenko e Tatiana PerebiynisUzbequistão: Akgul AmanmuradovaVenezuela: Milagros SequeraDuplas feminino:
Argentina: Gisela Dulko/Betina JozamiAustália: Sam Stosur/Rennae Stubbs e Casey Dellacqua/Alicia MolikBielorrússia: Victoria Azarenka/Tatiana Poutchek e Olga Govortsova/Darya KustovaChina: Zi yan/Jie Zheng e Shuai Peng/Tian Tian SunEslováquia: Daniela Hantuchova/Janette HusarovaEspanha: Anabel Medina Garrigues/Virginie Ruano Pascual e Nuria Llagostera-Vives/Maria Jose Martinez SanchezEstados Unidos : Lindsay Davenport/Liezel Huber e Serena Williams/Venus WilliamsEstônia: Maret Ani/Kaia KanepiFrança: Alize Cornet/Virginie Razzano e Tatiana Golovin/Amelie MauresmoGrécia: Eleni Daniilidou/Anna GerasimouHungria: Greta Arn/Agnes SzavayÍndia: Sania Mirza/Sunitha RaoIsrael: Tzipora Obzliler/Shahar PeerItália: Mara Santangelo/Roberta Vinci e Flavia Pennetta/Francesca SchiavoneJapão: Ayumi Morita/Ai SugiyamaPolônia: Marta Domachowska/Agnieszka e Klaudia Jans/Alicja RosolskaRepública Tcheca : Iveta Benesova/Nicole Vaidisova e Petra Kvitova/Lucie SafarovaRússia: Svetlana Kuznetsova/Dinara Safina e Elena Vesnina/Vera ZvonarevaSuíça: Emmanuelle Gagliardi/Patty SchnyderTaipé Chinesa : Jan-Yung Chan/Chia-Jung ChuangUcrânia: Alona Bondarenko/Kateryna Bondarenko e Mariya Koryttseva/Tatiana Perebiynis (webremix.info)
Autores portugueses participam da feira de Paraty
Os escritores portugueses José Eduardo Agualusa, Inês Pedrosa, Patrícia Reis, José Luís Peixoto e Francisco José Viegas participam da 6ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que começa nesta quarta-feira com autores de mais dez países.
O escritor Machado de Assis, falecido há 100 anos, será o homenageado da edição deste ano, que acontece até domingo.
O diretor de programação da Flip, Flávio Moura, afirmou que a lusofonia é um tema que marcará os debates e considera importante inserir mais países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa nas próximas edições.
- O Objetivo da feira é ampliar a literatura da língua portuguesa. A idéia não é criar uma mesa específica para discutir a lusofonia, o importante é que o debate esteja embutido na programação, e neste ano isso deve aparecer - disse.
Segundo a escritora Inês Pedrosa, diretora da Casa Fernando Pessoa, "a literatura de expressão da língua precisa se impor mais no mundo" e ainda precisa de difusão.
- A língua portuguesa não tem sabido impor-se por falta de uma política de língua comum e internacional e de uma incapacidade de fazer grandes ações culturais entre Portugal, Brasil e África - disse a autora à Lusa.
Entre os escritores que participam da Festa figuram o angolano Pepetela, o dramaturgo Tom Stoppard, da Republica tcheca, o holandês Caes Nootebom, a francesa Elisabeth Roudinesco e a nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie.
A lista de brasileiros inclui o antropólogo Roberto DaMatta, o ensaísta e filósofo Sergio Paulo Rouanet, membro da Academia Brasileira de Letras, e Ana Maria Machado, vencedora do Prêmio Hans Christian Andersen, em 2001, considerado o Nobel da literatura infanto-juvenil. (webremix.info)
Saldo comercial de junho mostra ligeira recuperação no ano
O mês de junho registrou o segundo melhor saldo comercial do ano, com as exportações maiores que as importações em US$ 2,719 bilhões. Perdeu apenas para o saldo de maio, quando terminou a greve dos auditores da Receita Federal do Brasil (RFB) e foram contabilizadas as transações represadas em abril. Razão do superávit recorde de US$ 4,075 bilhões naquele mês, como explicou o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral.
Ele acredita que o bom desempenho da balança comercial no mês passado - “bem melhor que de janeiro a abril†- sinaliza recuperação. Segundo Barral, o saldo acumulado no primeiro semestre deste ano, de US$ 11,37 bilhões, é 44,7% menor que os US$ 20,579 bilhões registrados em igual perÃodo do ano passado, mas “comparativamente aos meses anteriores, junho mostrou que as exportações estão aumentando, tanto que teve a segunda maior média diária de vendas externas de toda a históriaâ€, atrás da média de maio.
No semestre, o Brasil vendeu ao exterior produtos equivalentes a US$ 90,645 bilhões, o que representa aumento de 23,8% em relação às exportações de janeiro a junho de 2007. Foi o maior volume de vendas externas de todos os tempos. Em contrapartida, as importações somaram US$ 79,275 bilhões, que foram as mais altas registradas até agora, com evolução de 50,61% na comparação semestral, em ritmo mais que dobrado em relação às exportações.
O secretário ressalvou, no entanto, que tomando-se apenas a comparação entre os meses de junho, deste e do ano passado, “a diferença foi menos acentuadaâ€, em razão de as vendas terem crescido 41,74%, contra compras 70,75% maiores. Diferença alta, ainda, segundo ele, mas comparativamente menor em relação à base semestral, e “acreditamos que o melhor ritmo das vendas deve se manterâ€.
De acordo com o secretário de Comércio Exterior, todas as categorias de produtos registraram valores recordes de vendas para meses de junho: básicos (US$ 7,586 bilhões), manufaturados (US$ 8,318 bilhões) e semimanufaturados (US$ 2,19 bilhões). O crescimento mais acentuado (de 80,8%) ficou com os produtos básicos, em especial petróleo em bruto, minério de ferro, soja e carne de frango. Os maiores compradores foram os Estados Unidos, China, Argentina, PaÃses Baixos, Reino Unido, Japão, Alemanha e Emirados Ãrabes.
Em junho também houve aumentos de compras brasileiras em todas as categorias de produtos, com destaque para combustÃveis e lubrificantes, que registrou aumento de 123,8% em relação ao mesmo mês de 2007, em decorrência principalmente do elevado preço internacional do petróleo. Os bens de consumo cresceram 52,9% em grande parte devido à internalização de automóveis da Argentina, Coréia do Sul e México. Os principais mercados fornecedores foram paÃses do Oriente Mèdio e da Ãfrica, produtores de petróleo, adubos e fertilizantes.
Galeria em Londres expõe desenhos de Nelson Mandela
Para comemorar os 90 anos do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, uma galeria de artes de Londres inaugurou uma exposição com 15 litografias assinadas por ele, além de fotografias do consagrado fotógrafo e artista plástico Jürgen Schadeberg, que acompanhou Mandela durante anos.
As litogravuras foram feitas por Mandela entre 2001 e 2002 e retratam os anos em que ficou preso. Muitas delas fazem referência à prisão de segurança máxima de Robben Island, na Ãfrica do Sul, onde ele passou 18 dos 27 anos de cárcere.
– As obras são de grande importância histórica já que nenhum outro chefe de Estado retratou suas experiências de vida de maneira tão poderosa – diz a diretora da Belgravia Gallery, Anna Hunter, que adquiriu os trabalhos de Mandela em 2002.
A galeria pretende vender as obras por preços que variam entre cinco mil a quinze mil libras (aproximadamente de R$ 15,7 mil a R$ 47,3 mil) e doar os lucros para instituições de caridade na Ãfrica e na Ãndia.
Show
O ex-presidente sul-africano está em Londres, onde festeja seu aniversário. Nesta sexta-feira ele participou de um show em homenagem a ele no Hyde Park, com a presença de cantores famosos com Amy Winehouse e a banda Sugababes.
Os lucros arrecadados com o show serão revertidos para a instituição beneficente 46664, fundada por Mandela para ajudar pessoas com o vÃrus HIV. O nome da instituição é uma referência ao número que ele recebeu na prisão.
Mandela foi condenado à prisão em 1964 por militar contra o apartheid. Ele só foi libertado em 1990, tornando-se, em 1994, o primeiro presidente negro da Ãfrica do Sul. Ele ganhou reconhecimento internacional por sua luta pela reconciliação entre brancos e negros de seu paÃs. (webremix.info)
Petrobras deverá investir em quatro anos US$ 15 bilhões no exterior
A estratégia de intensificar as atividades de exploração e produção de petróleo no exterior levará a Petrobras a investir fora do país US$ 15 bilhões no período 2008-2012. Atuando em 23 países, a Petrobras investiu, no passado, R$ 6,6 bilhões na expansão internacional.
Segundo dados divulgados pela Petrobras, em 2007, a produção no exterior foi de 126,2 mil barris de petróleo por dia e a de gás natural, de 18,6 milhões de metros cúbicos diários, o equivalente a 6,6% e 29% da produção total da companhia, respectivamente. As reservas provadas internacionais passaram a 1,90 bilhão de petróleo equivalente - volume 14% inferior ao de 2006, consistindo hoje em 7,3% das reservas totais da empresa.
A retração teve como conseqüência, entre outras coisas, a entrada em vigor de novos contratos na Bolívia e a reclassificação de reservas no Equador, além da reavaliação em Cottonwood. nos Estados Unidos), devido ao declínio acima do esperado na produção.
Em seu plano estratégico, a Petrobras dá prioridade a investimentos e atividades na parte americana do Golfo do México e no oeste africano para as atividades de exploração e produção. Nos próximos quatro anos, a maior parte (67%) dos investimentos de US$ 15 bilhões a serem feitos entre 2008 e 2012 será a destinada às áreas de exploração e produção na América Latina, Oeste da África e Golfo do México.
Atualmente, o volume de petróleo e gás natural proveniente dos oito países onde a Petrobras mantém ativos de produção, em barris de óleo equivalente (petróleo e gás natural) encontra-se em torno dos 200 mil barris por dia.
Hoje essa produção se dá em oito países: Angola, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos e Venezuela. E, a partir do próximo dia 21, também na Nigéria.
(webremix.info)Mugabe assume sexto mandato no Zimbábue
A cerimônia de posse do sexto mandato de Robert Mugabe na Presidência do Zimbábue está sendo realizada na residência oficial do presidente.
O presidente afirmou que resultados da apuração dos votos mostram que ele venceu em todas as zonas eleitorais no reduto da oposição, a capital Harare.
- Os resultados mostram que estamos vencendo de maneira convincente, que nós vencemos em todas as zonas eleitorais em Harare, um reduto do MDC, onde nós tínhamos vencido em apenas uma zona em março. Esta é a tendência - afirmou Mugabe em uma transmissão apresentada pela televisão estatal.
Morgan Tsvangirai, o líder do Movimento Democrático por Mudança (MDC, na sigla em inglês), retirou sua candidatura do segundo turno da eleição há uma semana.
Mesmo assim, seu nome continuava constando das cédulas eleitorais na votação de sexta-feira, porque as autoridades eleitorais do Zimbábue se recusaram a aceitar sua decisão.
Reação internacional
De acordo com analistas, a reação dos vizinhos do Zimbábue no sul da África será crucial.
Um grupo de monitoramento do Parlamento Pan-Africano pediu ao chamado SADC (Comunidade de Desenvolvimento do sul da África) e à União Africana que facilitem conversas entre o governo e a oposição.
Já o ex-arcebispo da Cidade do Cabo, Desmond Tutu, fez um apelo para que a comunidade internacional intervenha no Zimbábue e utilize a força, se necessário.
Tutu afirmou que apoiaria o envio de uma tropa da Organização das Nações Unidas (ONU) para restaurar a paz no país.
Em uma entrevista à BBC, Tutu também disse que os líderes da União Africana deveriam se recusar a reconhecer Robert Mugabe como o presidente legítimo do Zimbábue.
- Se você tivesse uma voz unânime, dizendo claramente a Mugabe... você é ilegítimo e nós não vamos reconhecer sua administração de nenhuma forma - acho que seria um sinal muito, muito poderoso e fortaleceria bastante a comunidade internacional.
Muitos países e organizações internacionais criticaram o governo do Zimbábue por seguir em frente com o segundo turno da eleição presidencial.
Neste sábado, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, afirmou que vai pressionar para que a ONU tome medidas severas contra o que ele chamou de governo "ilegítimo" do Zimbábue.
Bush afirmou que quer uma proibição à exportação de armas para o país e a proibição de viagens para autoridades do governo do Zimbábue.
Negociações
Apesar de Mugabe ter dito que venceu com uma larga vantagem, observadores internacionais disseram que muitos votos foram invalidados e em algumas áreas o número deles era maior do que os votos para o presidente.
As autoridades eleitorais chegaram a informar que a contagem dos votos estava encerrada, mas os resultados das regiões rurais do país continuaram chegando.
O jornal estatal Sunday Mail traz em sua edição deste domingo a segunite afirmação:
- Mugabe é um homem com uma tarefa e esta tarefa ainda tem de ser cumprida, por isso ele continua no cargo.
Em entrevistas publicadas em jornais britânicos neste domingo, Tsvangirai disse que vai pressionar por negociações com Mugabe para uma nova constituição e novas eleições.
- Nós temos o poder de controlar o parlamento e isto é reconhecido até pelo partido de Mugabe, o Zanu-PF... Nós temos de forçar um acordo de transição para um prazo e trabalhar por uma nova constituição para o Zimbábue - disse ele ao jornal Mail on Sunday.
- Estou confiante que nós podemos conseguir isso se a pressão internacional continuar grande.
Em outra entrevista ao jornal Sunday Telegraph, Tsvangirai disse que seria possível Mugabe permanecer como chefe de Estado cerimonioso.
- Não acho que seja inconcebível inclui-lo em um acordo, dependendo, é claro, dos detalhes do que está sendo proposto e qual é o acordo.
Mugabe ficou em segundo lugar no primeiro turno da eleição presidencial em março, perdendo para Tsvangirai.
De lá para cá, o partido do líder da oposição, MDC, disse que 86 de seus partidários foram assassinados e 200 mil foram obrigados a deixar suas casas pelas milícias leais ao partido governista Zanu-PF.
O governo culpa o MDC pela violência.
(webremix.info)Em Caracas, Lula discute com Chávez integração energética
A integração energética será o principal tema da visita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz nesta sexta-feira à Venezuela. No encontro, em Caracas, Lula e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, deverão discutir o andamento das negociações entre a Petrobras e a estatal venezuelana PDVSA.
As empresas têm planos para executar dois empreendimentos conjuntos de exploração de petróleo, no Brasil e na Venezuela. A elaboração dos contratos para constituição de duas empresas conjuntas entre a PDVSA e a Petrobras está em andamento desde fevereiro de 2005.
O processo mais adiantado é o da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que teve um acordo de associação firmado entre as duas empresas há três meses, durante o encontro dos dois presidentes em Recife.
Ainda falta, porém, a elaboração dos estatutos sociais, o acordo de acionistas e o contrato de compra venda de petróleo.
O assessor da Presidência venezuelana, Maximilien Arvelaiz, disse à BBC Brasil que a tendência das reuniões anteriores deve se repetir nesta sexta-feira.
Segundo Arvelaiz, Chávez e Lula deverão pedir aos presidentes das estatais que acelerem a finalização dos acordos, argumentando que a decisão polÃtica deve prevalecer sobre a econômica ou técnica.
– Provavelmente, uma vez mais, a decisão final será tomada pelos presidentes – afirmou Arvelaiz.
– A PDVSA e a Petrobras só avançam quando os presidentes lhes puxam as orelhas – completou.
Interferência polÃtica
Segundo o economista e analista de petróleo Orlando Ochoa, a interferência polÃtica do governo venezuelano é o que poderia estar causando resistências dentro da Petrobras - que, a seu ver, tem uma gestão pragmática - a um acordo de associação com a PDVSA.
– A Petrobras tem uma gestão dirigida ao mercado internacional e a PDVSA ao mercado regional, determinada a atender os interesses geopolÃticos do governo. Estas duas concepções se chocam na hora de firmar acordos – disse Ochoa.
O governo da Venezuela, quinto maior exportador mundial de petróleo, tem marcado sua polÃtica externa nos últimos anos com a venda de petróleo a preços preferenciais para seus aliados na América do Sul e no Caribe.
A Petrobras já disse estar disposta a desenvolver o projeto de US$ 4,05 bilhões em Pernambuco sozinha. A Abreu e Lima deve começar a operar em 2010, e até 2011 poderá processar 200 mil barris de petróleo pesado por dia.
Orinoco
As discussões sobre o projeto conjunto de exploração e produção de petróleo pesado no campo de Carabobo 1, na faixa petrolÃfera do Orinoco, na Venezuela, também estão paralisadas.
A Petrobras, que inicialmente exigia 40% da participação acionária, proporcionalmente inversa à prevista para a PDVSA na refinaria Abreu e Lima, agora estuda uma participação de, no máximo, 10% em Carabobo.
Analistas afirmam que o desinteresse da estatal brasileira no campo venezuelano poderia estar relacionado à s recentes descobertas dos poços petrolÃferos no pré-sal da Bacia de Santos.
Acordos
A visita de Lula à Venezuela não deve durar mais que cinco horas. O presidente chega a Caracas pela manhã e deverá se reunir com Chávez no Palácio de Miraflores. Lula e Chávez deverão firmar um acordo que prevê a ampliação da rede elétrica que abastece a região Norte do Brasil. O projeto envolve a Eletrobrás e a sua equivalente venezuelana, Edelca.
Outro acordo que poderia sair do papel é a construção de unidades de produção de GNL (Gás Natural Liquefeito), em discussão desde 2005, em parceria entre a PDVSA e a Petrobras.
Também deverão ser discutidos os acordos de integração binacionais e assuntos regionais, como o Conselho de Defesa Sul-americano. (webremix.info)
Comparecimento é baixo em 2º turno no Zimbábue
O movimento nas urnas é lento nesta sexta-feira, no segundo turno das eleições presidenciais do Zimbábue, consideradas pela oposição e vários países como uma farsa. O líder oposicionista, Morgan Tsvangirai, está boicotando o pleito por causa da violência e intimidação sofridas pelos seus partidários. Seu nome permanece, entretanto, na cédula eleitoral.
Tsvangirai pediu aos simpatizantes de seu partido, Movimento pela Mudança Democrática, que não votem, a menos que tenham a vida ameaçada.
Há notícia de que até agora o comparecimento às urnas parece menor do que o observado no primeiro turno, em março, quando o candidato da oposição conquistou mais votos do que o presidente Robert Mugabe, que concorre à reeleição. Ele agora é o único candidato.
Em algumas áreas da capital, Harare, gangues de jovens leais a Mugabe estão indo de porta em porta para forçar os eleitores a votarem. O presidente já depositou o seu voto e disse que está otimista.
Pressão internacional
A eleição está sendo levada adiante apesar de pressão internacional para seu adiamento.
Ministros do Exterior do G8, reunidos no Japão, disseram que não podem aceitar a legitimidade de um governo no Zimbábue "que não reflita a vontade do povo zimbabuano".
Segundo o G8, violência, obstrução e intimidação tornaram uma eleição livre e justa no país impossível. Os Estados Unidos e a Alemanha disseram que o Conselho de Segurança das Nações Unidas vai considerar a possibilidade de sanções contra o Zimbábue quando se reunir na próxima semana.
O correspondente da BBC no sul da África Peter Biles disse que o clima entre os partidários da oposição no Zimbábue é de medo. Segundo a oposição, milhares de seus partidários ou simpatizantes já foram intimidados ou atacados e vários foram mortos.
Pró-Mugabe
O Zanu-PF diz que deseja uma votação de 100% para Mugabe. O jornal estatal do Zimbábue Herald, disse que é esperado "um maciço comparecimento às urnas nesta sexta-feira", mas jornalistas zimbabuanos em Harare e Bulawayo disseram à BBC que a votação começou devagar, se comparado ao grande índice de comparecimento observado no primeiro turno".
Themba Nkosi, em Bulawayo, afirmou que há muito pouca gente nas secções eleitorais no movimentado bairro de Cowdray Park. A única fila que se vê na área é de veteranos da guerra da independência, e que são, na maioria, pró-Mugabe. (webremix.info)
Londres se prepara para show em homenagem aos 90 anos de Mandela
Um grande show de quase cinco horas de duração para festejar os 90 anos de Nelson Mandela, Prêmio Nobel da Paz, líder na luta contra o apartheid na África do Sul, símbolo vivo da defesa dos direitos humanos, acontecerá amanhã no Hyde Park, em Londres. Entre as estrelas anunciadas estão Queen, Leona Lewis, Razorlight, Zucchero, Amy Winehouse -- cuja presença ainda não foi confirmada-- Sugarbabes, Simple Minds, Annie Lennox, Jamelia. Foi também confirmada a presença dos atores norte-americanos Robert De Niro, Forest Whitaker e Will Smith, e de um grande número de artistas sul-africanos. Naomi Campbell --muito próxima a Mandela e ativa na campanha contra a Aids-- não estará presente. A modelo foi retirada da lista de celebridades que vão subir ao palco para apresentar os músicos por causa de sua recente condenação por ter agredido funcionários da British Airlines e policiais no aeroporto internacional de Londres, há algumas semanas. Leia mais (26/06/2008 - 13h57) (webremix.info)
Epidemia de Aids deve ser tratada como catástrofe
A epidemia de Aids no sul da Ãfrica é tão grave que deveria ser classificada como catástrofe, advertiu a organização assistencial Federação Internacional da Cruz Vermelha e da Crescente Vermelha (IFRC).
A crise se encaixa na definição das Nações Unidas para catástrofe, como um evento que vai além do que uma única sociedade pode enfrentar, afirmou a entidade, que acredita que a epidemia de Aids deveria receber, de governos e organizações, o mesmo tratamento urgente dispensado a catástrofes e desastres naturias.
O Relatório Mundial sobre Desastres da IFRC costuma se dedicar a análise de respostas a desastres naturais como terremotos. Mas neste ano, a entidade resolveu abandonar a tradição para focar no que ela considera um dos problemas mais complexos e duradouros enfrentados pela humanidade: a epidemia de Aids.
O documento, de cerca de 250 páginas, diz que boa parte do dinheiro gasto com a Aids - bilhões de dólares no total - não está chegando aos necessitados.
'Opções fáceis'
A epidemia provocou 25 milhões de mortes, há 33 milhões de pessoas vivendo com o vÃrus HIV ou com Aids e ocorrem 7 mil novas infecções a cada dia. Cerca de 2,1 milhões de pessoas morreram da doença só no ano passado. A IFRC acredita que a resposta mundial à epidemia deixa a desejar.
– Quando a história do HIV e da Aids for escrita eu acho que as pessoas dirão que nós simplesmente escolhemos as opções mais fáceis – disse Mukesh Kapila, representante especial para HIV/Aids.
Foram feitos programas de educação e conscientização, afirmou Kapila, mas muitos governos não conseguem sensibilizar as pessoas com maior risco de infecção como prostitutas e usuários de drogas injetáveis.
Emergências
A IFRC também aponta falhas na forma como se lida com HIV/Aids durante catástrofes naturais ou conflitos. Nesses casos, os fatores de risco para a doença podem aumentar e, ao mesmo tempo, na pressa de trazer ajuda de emergência, a necessidade dos pacientes com HIV/Aids podem ser esquecidas.
Funcionários de agências de ajuda humanitária precisam levar em conta estas necessidades em seus programas de apoio, afirmou Kapila.
Depois que o tsunami atingiu Aceh, na Indonésia, em 2005, houve "um aumento nos fatores de risco como violência sexual e em função de gênero, então vimos uma situação onde havia uma grande vulnerabilidade e HIV e outros males podem florescer nestas circunstâncias", segundo o especialista.
A IFRC diz que o Quênia é um bom exemplo de uma abordagem integrada. Quando 300 mil pessoas tiveram que deixar suas casas durante a violência que se seguiu à s eleições no paÃs, funcionários do setor de saúde agiram rapidamente para garantir que pacientes com Aids continuassem a receber medicamentos antiretrovirais.
Pacientes em acampamentos para refugiados foram localizados e foi criada uma linha telefônica gratuita para fornecer detalhes sobre as clÃnicas mais próximas para tratamento de Aids. É necessário um tipo de resposta rápida e bem localizada para uma catástrofe global que vai nos acompanhar ainda por muitos anos disse a IFRC. (webremix.info)
Oposição no Zimbábue faz alerta final a Mugabe
O lÃder da oposição no Zimbábue, Morgan Tsvangirai, fez um alerta "final" ao presidente do paÃs, Robert Mugabe, antes das eleições presidenciais de sexta-feira.
– As negociações estarão acabadas se Mugabe se declarar vencedor e se considerar o presidente. Como é que nós podemos negociar? – disse Tsvangirai em entrevista ao jornal britânico The Times.
Mugabe havia dito que poderia estar disposto a conversações depois do pleito que, o governo insiste, vai ser realizado, apesar da retirada do Movimento para Mudança Democrática (MDC), disse o jornal.
Fazendo uma mensagem direta a Mugabe, Tsvangirai disse: "Você se recusou a falar comigo na época, como pode falar comigo agora? Eu fiz esta oferta, eu dei esta abertura, eu lhe disse que negociaria antes das eleições e não depois, porque não é sobre eleições, é sobre transição".
Mandela
A pressão internacional para uma saÃda para a crise no Zimbábue vem aumentando. Na quarta-feira, o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela condenou nesta quarta-feira a violência polÃtica e o que chamou de "trágico fracasso de liderança" no Zimbábue.
– Nós assistimos com tristeza à prolongada tragédia em Darfur (no Sudão). Mais perto de casa, nós vimos a explosão de violência contra irmãos africanos em nosso próprio paÃs e o trágico fracasso de liderança em nosso vizinho Zimbábue – disse Mandela em Londres, em um jantar em comemoração aos seus 90 anos.
Esta foi a primeira vez que o lÃder sul-africano falou sobre a crise no Zimbábue. Segundo o correspondente da BBC, James Robbins, Mandela havia mantido silêncio até agora para não prejudicar os esforços do presidente da Ãfrica do Sul, Thabo Mbeki, como mediador da crise no Zimbábue. A atuação de Mbeki foi criticada por seu seu fracasso em resolver a crise.
Também na quarta-feira, em uma reunião de emergência, representantes da Suazilândia, da Tanzânia e de Angola, paÃses que integram a Comunidade de Desenvolvimento do Sul da Ãfrica (SADC, na sigla em inglês), pediram que o governo do Zimbábue adie o segundo turno das eleições presidenciais.
Crise
A crise no paÃs africano se agravou no último domingo, quando o lÃder da oposição e candidato à Presidência pelo Movimento para a Mudança Democrática (MDC, na sigla em inglês), Morgan Tsvangirai, retirou sua candidatura no segundo turno e buscou refúgio na embaixada da Holanda em Harare, capital do Zimbábue.
Tsvangirai foi o mais votado no primeiro turno das eleições, em março, com cerca de 48%, enquanto o presidente Robert Mugabe obteve cerca de 43%. O número de votos, porém, não foi suficiente para que ele vencesse no primeiro turno.
O MDC afirma que 86 de seus partidários foram mortos e 200 mil pessoas expulsas de suas casas devido a uma suposta campanha de perseguição praticada por aliados do presidente Mugabe. Na quarta-feira, Tsvangirai pediu a intervenção de lÃderes africanos para a superar a crise polÃtica.
Na segunda-feira, o Conselho de Segurança da ONU já havia condenado por unanimidade a intimidação contra a oposição do Zimbábue e dito que a violência torna "impossÃvel" uma votação livre e justa no segundo turno da eleição presidencial. Os Estados Unidos também afirmaram que não vão reconhecer os resultados da votação. (webremix.info)
Cruz Vermelha: Aids deve ser tratada como 'catástrofe'
A epidemia de Aids no sul da África é tão grave que deveria ser classificada como catástrofe, advertiu a organização assistencial IFRC (Federação Internacional da Cruz Vermelha e da Crescente Vermelha). (webremix.info)
Epidemia de Aids deve ser tratada como 'catástrofe', diz Cruz Vermelha
A epidemia de Aids no sul da África é tão grave que deveria ser classificada como catástrofe, advertiu a organização assistencial IFRC (Federação Internacional da Cruz Vermelha e da Crescente Vermelha). (webremix.info)
América Latina: Sela defende nova arquitetura financeira
25/06/2008 - 18h06
Caracas, 26/06/2008 - Manter o crescimento econômico alcançado pela América Latina e pelo Caribe requer mudanças nos centros de financiamento internacional para o desenvolvimento, mas, também uma nova arquitetura finance... Leia mais (webremix.info)
