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Notícia : Safaris

Em Doha, museus e grandes novidades

DOHA - No ano passado, a família real do Catar ganhou as manchetes dos jornais ao arrematar em um leilão, por US$ 250 milhões, o quadro “Os jogadores de cartas”, de Paul Cézanne, até hoje a pintura mais cara da História. Na semana passada, novamente o apetite dos árabes por obras de arte famosas foi notícia, com a compra de “O menino com a pomba”, uma das obras da fase azul de Pablo Picasso. As duas peças são as estrelas de um rico acervo em formação, para ser exibido em instituições como o Mathaf, Museu Árabe de Arte Moderna, que nasce com o propósito de consolidar o país da Península Arábica, que conquistou o direito de sediar a Copa do Mundo de 2022, como uma referência mundial em cultura e entretenimento.

Doha é hoje um destino que desponta no mapa do turismo com uma coleção de edifícios ultramodernos que compõe um dos conjuntos arquitetônicos mais impressionantes do planeta, nos quais muitas vezes funcionam hotéis de alto luxo, com um time de restaurantes de primeira linha e cardápios assinados por chefs como Alain Ducasse, Gordon Ramsay e Jean-Georges — o próximo da lista é o japonês Nobu Matsuhisa. Comida árabe, um movimentado mercado e passeios no deserto representam a cultura local. Esses dois universos em sintonia fazem de Doha mais que uma parada a caminho da Ásia.

Torres iluminadas, grifes e... gôndolas

O avião se aproxima da pista de pouso, e a escuridão do mar (ou seria do deserto?) dá lugar a umas poucas luzes. De repente, surgem prédios futuristas impressionantes, torres altas iluminadas com luzes coloridas em formatos improváveis. Em poucos anos, Doha se verticalizou em sua área central, formando um fascinante conjunto arquitetônico de prédios modernos, e o ritmo de construções acelerado mostra que o cenário vai continuar mudando. Tapumes e guindastes escondendo obras são parte constante da paisagem. Mesmo com o movimentado Souq Waqif, o lindíssimo Museu de Arte Islâmica e a impecável cozinha árabe, a face mais atraente da capital do Catar, hoje com pouco mais de um milhão de habitantes, é a da modernidade.

Existe um quê de Las Vegas em Doha, e este lado é bem representado pelo shopping Villagio Mall, um imenso complexo de lojas cortado por canais repletos de gôndolas como em Veneza, imagem que acabou se tornando um cartão-postal do país. O passeio de barquinho veneziano no Catar pode parecer exótico como de fato é ( muito mais barato do que o original, e custa o equivalente a R$ 5 por pessoa), bem como deslizar pelo imenso rinque de patinação no gelo (também com preços camaradas: R$ 15 por 1h45m; ou R$ 50 por um dia inteiro), mas o time de grifes encontradas é de primeira linha, e as mais famosas estão concentradas na Via Domo: Cartier, Fendi, Ermenegildo Zegna, Christian Louboutin, D&G, Bottega Veneta, Bulgari, Prada, Gucci... Pense em uma marca de luxo que ela estará ali.

Para os que viajam em família, a Palm Tree Island, no meio da Baía de Doha, tem uma jeitão de paraíso tropical, com praias de águas claras, calmas e de temperatura amena, muitas palmeiras, restaurantes especializados em pescados e bares, além de uma série de atividades aquáticas. A ilha está a apenas dez minutos de barco da Corniche, o famoso calçadão costeiro onde moradores e turistas caminham, correm e passeiam. A agradável travessia da baía é feita em embarcações típicas. Palm Tree tem áreas gramadas que convidam a um piquenique, uma ótima ideia, ainda mais para aqueles que puderem se abastecer antes na loja Dean & Deluca que funciona no Villagio Mall.

Neste universo em construção, há novidades prestes a abrir as portas que vão reforçar ainda mais a condição de Doha como destino emergente, principalmente em relação ao turismo de alto luxo. Uma das atrações mais aguardadas, pelos aspectos gastronômicos e arquitetônicos, é o restautante do chef japonês Nobuyuki Matsuhisa, que será inaugurado ainda este ano no hotel Four Seasons, junto à marina e com vista privilegiada da Baía de Doha. A construção, um projeto do Rockwell Group, de Nova York, promete virar um dos prédios mais fotografados do Catar. Uma estrutura redonda, como que suspensa no ar, praticamente debruçada sobre o mar, com paredes envidraçadas para valorizar o visual. Serão dois andares, mais um terraço panorâmico que, é fácil imaginar, vai se tornar um dos lugares mais disputados da capital do Catar. No cardápio, estarão os pratos que fizeram a fama do cozinheiro, uma versão moderna, com influências estrangeiras, da gastronomia tradicional do Japão.

Outro provável marco arquitetônico com abertura também prevista para este ano, apesar dos sucessivos atrasos, é o novo aeroporto internacional de Doha. A estrutura monumental vai acabar com um dos inconvenientes para os turistas que visitam o país: o “velho” aeroporto, inaugurado em 1998, não tem fingers de acesso aos aviões, e o embarque é feito em ônibus — os voos de São Paulo ainda vão demorar um pouco para migrar para os novos terminais.

Cavalaria, falcoaria e arte islâmica

Para quem já visitou bazares em outros países árabes, o Souq Waqif não parece real: é organizado e com aparência de novo, como um shopping center. Mas os produtos à venda, como peças em ouro, panos e todo tipo de tecido, incluindo belíssimas pashminas, além de antiguidades, especiarias, perfumes, pérolas e roupas tradicionais árabes, tornam a visita interessante, e uma boa oportunidade de compras. A guarda montada a cavalo, com uniformes impecáveis, belíssimos, rende boas fotos.

Outra razão para ir ao souq é a boa oferta de restaurantes, incluindo casas malaias, indianas e marroquinas. A bebida oficial é chá ou café, acompanhados de um narguilé. Uma particularidade do mercado são os hotéis, como o Al Mirqab, que tem decoração preciosa, com móveis de design em estilo árabe. Como é proibido consumir álcool em bares e restaurantes nas ruas, os hotéis do souq se convertem em bons lugares para um drinque entre uma compra e outra.

O mercado é imenso, e dá para passar uma tarde inteira ali. Um dos lugares mais curiosos é o Mercado dos Falcões, onde a arte da falcoaria resiste ao tempo: além das aves treinadas, estão à venda acessórios para praticar essa paixão nacional do Catar.

Bem perto fica o imperdível Museu de Arte Islâmica, uma construção lembrando uma pirâmide, ainda mais bela à noite, quando ganha iluminação que realça as suas linhas. O acervo transita por todo o universo islâmico, do Norte da áfrica à Ásia, cobrindo um período de 1.400 anos. São várias coleções, de cerâmicas e moedas a tecidos e artefatos em metal.

Vale a pena programar ao menos uma refeição ali porque, além do café simpático, o museu abriga um restaurante de Alain Ducasse, o Idam Doha. O cardápio tem ingredientes franceses tratados com forte acento islâmico, e pratos como terrine de foie gras com gergelim e frutas cítricas, ou uma especialidade local, carne de camelo, servida com o fígado gordo, trufas e batatinhas suflê. O menu degustação, com opções escolhidas pelos clientes entre as disponíveis no menu regular, custa R$ 365. O lugar é lindo, com vista para a baía, tendo os prédios modernos ao fundo, e decoração assinada por Philippe Starck. Os pratos têm ótima execução e apresentação. Só fica faltando o sommelier...

Nos hotéis, drinque, brunch ou spa

O mercado hoteleiro de Doha acompanha o mesmo ritmo frenético da construção de edifícios modernos na cidade, e algumas redes escolheram se instalar nesses prédios, como o W Doha, enquanto outros são resorts, que atraem mais famílias, como o The Ritz-Carlton Sharq Village and Spa e o Four Seasons.

Mais do que oferecer hospedagem, os hotéis estão no centro da indústria de entretenimento do Catar, abrigando grande parte dos melhores restaurantes, os bares mais badalados e os spas que carregam as principais marcas deste segmento em todo o mundo, como Remède, no St. Regis, e o Six Senses, no Ritz-Carlton Sharq Village. Para os viajantes não muçulmanos, os hotéis são referência de lazer também porque apenas nesses lugares as bebidas alcoólicas podem ser consumidas livremente.

Quem imagina que agito noturno não rima com Doha precisa conhecer o hotel W, epicentro da badalação, com um time de bares de primeira linha, como o Crystal, o Wahm Lounge e o Living Room. Com iluminação baixa, luzes roxas e um concorrido balcão, o Crystal reúne turistas que querem ouvir música, com DJ tocando ao vivo, comendo e bebendo bem. Há um bar de champanhes e uma ótima lista de drinques. Se tem um lugar para ver e ser visto em Doha, é este.

O W oferece ainda dois brunches originais. Em um deles, ao som de jazz, no restaurante Market, os pratos são assinados pelo chef francês Jean-Georges (custa R$ 170, com bebidas). Já o Spice Market tem um dos brunches mais atraentes para os apreciadores da cozinha asiática: o destaque é a comida de rua de vários países do continente (também por R$ 170).

Os brunches são uma tradição catari ligada à indústria hoteleira. Mas, ao em vez de acontecerem aos domingos, como reza a tradição ocidental, essa mistura de café da manhã com almoço é a refeição das sextas-feiras, o dia sagrado para o islamismo. Quase todos os hotéis realizam o seu brunch de sexta, seguindo vários estilos culinários diferentes. Um dos mais autênticos é o brunch tailandês que acontece no restaurante Isaan, no Grand Hyatt (R$ 125, ou R$ 200, com bebidas). Para os que viajam em família, o almoço das sextas-feiras no restaurante Seasons, no hotel Mövenpick, dá especial atenção às crianças, incluindo a presença de piratas e personagens da Disney.

Além do brunch jazzístico no W Hotel , Doha conta com uma filial do mítico Jazz at Lincoln Center, de Nova York, no St. Regis, com intensa programação de shows, com músicos residentes e apresentações de artistas convidados.

Com duas unidades em Doha, uma mais voltada ao público executivo e um resort de praia, a rede Ritz-Carlton, além de opção de hospedagem, é um local para relaxar. O spa Six Senses, no Sharq Village, com praia particular de frente para o paredão de prédios modernos da cidade, é espetacular. A decoração recria uma antiga residência árabe, usando sistemas rudimentares de refrigeração. Há muitos tratamentos voltados para casais, com direito a saunas e piscinas privativas.

O spa do Sharq Village é procurado por moradores e viajantes hospedados em outros hotéis da cidade. Assim como os seus vários bares e restaurantes, incluindo um salão de chá à moda árabe, o Afternoon Tea in Al Jalsa, e uma área dedicada aos charutos, o elegante Cigar Lounge, com poltronas de couro próprias para se saborear um bom cubano escoltado por um copo de conhaque.

Ícone local, o complexo The Pearl-Qatar é um dos principais empreendimentos imobiliários, no melhor “estilo Dubai”: um conjunto de ilhas artificiais com construções de inspiração mediterrânea (um calçadão à beira-mar foi batizado de La Croisette), árabe ou asiática, dependendo do lugar. O projeto tem hotéis (como o Nikki Beach, com inauguração prevista para o próximo ano), edifícios residenciais e de escritórios, marina, restaurantes, cafés e lojas. Quase um mundo paralelo.

SERVIÇO

PASSEIOS

Museus: A Qatar Museums Authority concentra a administração dos mais importantes museus do país. No site qma.com.qa é possível encontrar informações sobre horários de funcionamento, endereços etc.

Safári no deserto: Várias empresas organizam passeios de jipe pelo deserto. Uma das maiores é a Qatar Adventure. Há vários tipos de programa, com ou sem refeição no final. O passeio que dura o dia inteiro custa QAR 350 (R$ 175) ou QAR 450 (R$ 225), com jantar típico, um churrasco à moda árabe. qataradventure.com

VISTO

Brasileiros precisam de visto para entrar no Catar. Ele pode ser tirado diretamente com os hotéis. Custa cerca de R$ 70, mas o preço varia de acordo com cada rede.

MOEDA

A moeda oficial no Catar é o qatari rial (QAR). Pelo câmbio atual, 1 QAR vale R$ 0,55. O dólar e o euro são bem aceitos nas lojas, inclusive no Souq Waqif, mas o troco geralmente é dado em moeda local. Cartões de crédito internacionais são amplamente aceitos.

Bruno Agostini viajou a convite do Ritz-Carlton e da Catar

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Bebê girafa raro nasce em zoológico dos Estados Unidos

O Lionshare Educational Organization (LEO) Zoological Conservation Center, em Connecticut, tem um novo morador: uma girafa da espécie Rothschild, que corre risco de extinção, e foi a primeira a nascer na instalação e possivelmente a primeira da história da região dos Estados Unidos. De acordo com o centro, a mãe é Petal, uma girafa de 6 anos, que deu à luz uma pequena fêmea no último sábado. A gestação durou 15 meses.

— Elas estão extremamente bem, e Petal é uma mãe fenomenal — comentou por email o gerente do local, Dani Raske.

A girafa Rothschild foi descoberta por volta de 1900 pelo Lorde Walter Rothschild durante uma expedição pela África Oriental. Naquela época, o animal era encontrado com frequência por Quênia, Uganda e Sudão. Hoje ela é classificada como uma das espécies em extinção no mundo. Há cerca e 670 girafas Rothschild restantes na natureza.

O nascimento da girafa gerou uma comoção na região, e até um concurso para escolher o nome do bebê foi organizado. O resultado deve ser divulgado esta semana na mídia local.

O Leo Zoo é uma reserva praticamente fechada ao público. As visitas são limitadas a grandes doadores, programas educacionais e alguns grupos de caridade. As excursões mais baratas custam em torno de US$ 500 por pessoa, com um mínimo de US$ 2.500 para um safári.

(webremix.info)


Comediante Helio de la Peña fala sobre safári na África em bate-papo on-line (webremix.info)


Imagem do rei espanhol em queda por escândalos em 2012

MADRI — Neste sábado, o rei Juan Carlos I, da Espanha, comemora seu aniversário de 75 anos passando pelo que talvez seja o período mais difícil em seus 37 anos de reinado. Após um ano de escândalos e gafes, ele tenta recompor a imagem da monarquia espanhola e especialmente a sua própria, que, como mostram pesquisas recentes, visivelmente entraram em colapso.

Após o escândalo por um caso de corrupção nas Ilhas Baleares, que afetou seu genro, Iñaki Urdangarin, marido da infanta Cristina, e seu controverso safári para caçar elefantes em Botsuana, uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo jornal espanhol “El Mundo”, marca a abrupta queda de sua imagem em 2012.

Apenas metade (50,1%) das mil pessoas entrevistadas pelo Instituto Sigma Dos consideraram que o balanço de seu reinado de 37 anos foi “muito bom” (6,6%) ou “bom” ( 43,5%) - em comparação aos 76,4% de um ano antes. A pesquisa foi publicada apenas dois dias antes do 75º aniversário do Rei, que foi precedido nesta sexta-feira por uma entrevista para a televisão pública espanhola.

“O apoio à monarquia caiu a um mínimo histórico de 54%”, afirma o jornal.

De acordo com a pesquisa, realizada por telefone entre 21 e 28 de dezembro, 57,8% dos jovens entre 18 e 29 não considera que este tipo de sistema seja o mais adequado para a Espanha. Don Juan Carlos, que subiu ao trono dois dias após a morte do ditador Francisco Franco, em 1975, sempre teve grande popularidade entre os espanhóis graças ao seu papel fundamental na transição para a democracia. Mas a faixa de jovens entre 18 e 29 anos não viveu essa transição e “não conhece nem sente um grande interesse por ela”, de acordo com o “El Mundo”.

Durante vários meses, Juan Carlos vem intensificando seus esforços para combater os efeitos de vários escândalos que marcaram a Família Real em 2012. Primeiro, seu genro Iñaki Urdangarin, marido da infanta Cristina, foi acusado em um caso de corrupção nas Ilhas Baleares. Ele está sendo investigado por supostamente ter usado sua posição para benefício do Instituto Nóos, que dirigiu entre 2004 e 2006, e para um posterior enriquecimento ilícito. O processo aponta para quatro delitos: falsificação de documentos, prevaricação, fraude à administração pública e desvio de verba. Diante da pressão da mídia, o rei afastou o duque de Palma dos compromissos oficiais num dos momentos mais difíceis para a família real.

Pedido de desculpas

Depois, o rei espanhol precisou se desculpar publicamente, em um ato sem precedentes, após uma queda em que quebrou o quadril, em abril, em Botsuana, onde caçava elefantes em uma viagem caríssima, enquanto seu país atravessava uma grave crise econômica.

“Eu sinto muito, eu estava errado e não vai acontecer de novo”, foi a frase histórica pronunciada do hospital onde foi submetido a uma cirurgia em abril, para tratar o quadril fraturado na África.

Os dias no hospital foram amargos. Houve uma onda de indignação e críticas sem precedentes, e algumas vozes chegaram a pedir a sua abdicação, depois que uma Espanha sufocada pela crise e pelo desemprego descobriu que seu rei havia esbanjado em uma luxuosa caça de elefantes. Assim, apesar de sua saúde fragilizada pela idade e por várias operações nos últimos anos, incluindo a de um tumor pulmonar benigno em 2010, o rei tentou provar que ainda era digno de confiança da Espanha.

Em poucos meses, ele recorreu mais de 70 mil quilômetros em viagens para o Brasil, Chile, Rússia e Índia, para tentar recuperar o prestígio no exterior de um país em grave crise econômica, mas também para mostrar que continua à altura do que se espera dele.

Mas, apesar dos episódios de 2012, o apoio à monarquia já vinha caindo durante a última década, ainda que os que apoiam o regime sigam sendo mais numerosos do que os que o rejeitam. O que não acontece entre os menores de 35 anos, que não experimentaram a transição e não se lembram da tentativa de golpe de 1981. Entre eles, a rejeição e o apoio empatam. E isso preocupa a instituição.

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Lady Gaga faz safari em África

Durante a sua passagem por Joanesburgo, na África do Sul, a cantora rodeou-se de leões.

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Letizia Ortiz vai de plebeia a princesa espanhola à prova de escândalos

MADRI - A jornalista Letizia Ortiz trocou o palco da TV pelo título de princesa sob duras críticas que não cessaram até hoje. Oito anos depois do “sim” a Felipe, herdeiro do rei Juan Carlos — com quem, rumores dizem, ela não se dá bem —, a ex-plebeia se transformou no maior trunfo de uma coroa espanhola em crise. E vem ganhando destaque para ajudar o marido rumo ao trono onde o pai dele, carismático, conquistou tanto apoio popular que muitos espanhóis se dizem juancarlistas, e não monarquistas.

— Na Espanha assistimos ao fim de um ciclo político, que começou na transição democrática (em 1975). A crise econômica facilitou este panorama. A imagem de Juan Carlos não parece gozar de vitalidade, e os olhares estão nos príncipes — diz o historiador Xavier Casals, especialista em monarquia.

Suspeitas de anorexia

O cenário é de uma Espanha endividada e castigada pelo desemprego de um quarto da população ativa. Há, ainda, a mancha deixada por um escândalo de corrupção envolvendo a família real: Iñaki Urdangarín, único genro do rei, definha, indiciado por desvio de dinheiro público, enquanto pairam desconfianças sobre o papel de sua mulher, a infanta Cristina, no enriquecimento do casal. Fotos recentes do rei empunhando um rifle, diante de um elefante morto na África causaram constrangimento a Juan Carlos, até então presidente de honra da maior ONG de preservação ambiental do mundo. E o rei teve, ainda, que explicar os gastos da viagem a Botsuana para um safári. Não faltaram saias justas à realeza. E Letizia foi a única a escapar incólume de todos os embaraços reais.

— Ela é a pessoa com maior popularidade na família real. Sua aceitação supera 80% — observa Fernando Rayón, biógrafo da rainha Sofía, sobre a qual escreveu três livros. — Quando Letizia passou por situações que podiam afetá-la, soube aguentar a pressão social e midiática. Muitos que antes a criticavam estão mudando sua opinião sobre ela.

A princesa foi alvo de boatos duros por estar muito magra e, supostamente, sofrer de anorexia — o que jamais foi confirmado. Foi alvo de críticas pela obsessão com retoques estéticos, que poderiam ir de botox para eliminar rugas da testa a injeções de vitaminas e ácidos para eliminar olheiras e marcar o contorno dos lábios. Oficialmente, porém, Letizia só fez uma operação, de nariz. E para corrigir um desvio no septo.

Ela passou ainda por dramas mais sérios: o suicídio da irmã Érika, e o processo aberto por outra irmã, Telma, contra vários jornalistas por invasão de privacidade. Viu também seu pai, sua avó e uma tia sob investigação judicial por ocultar bens para driblar uma dívida de € 20 mil. Nada parece respingar em Letizia, mas isso não a deixa a salvo.

— Ela tem inimigos, a nobreza e o establishment. As críticas são tremendas, não ouso reproduzi-las. Não a perdoam por vir de onde vem — ressalta o historiador Ricardo Sáinz de Medrano.

Mas ela demonstra força. Posou, incólume, nos jardins do Palácio da Zarzuela, residência real, para Cristina García Rodero, a fotógrafa de maior prestígio da Espanha, contratada pela Casa Real para seu aniversário de 40 anos, no mês passado.

— A Casa Real está se colocando ao lado de Letizia, um personagem que tem muitos recursos. Estão apresentando mais os príncipes, para que os espanhóis conheçam um pouco mais os futuros reis — avalia Rayón.

Próxima do povo

Alguns meios de comunicação já a chamam de “a princesa do povo”. E a tarefa de Letizia, observam os analistas, seria encurtar as distâncias entre a Coroa e os cidadãos espanhóis. Há quem diga, inclusive, que ela, carismática, já humanizou um pouco o príncipe, suavizando sua imagem séria. Aposta-se que terá protagonismo num futuro reinado — o que não quer dizer que será ela a dar as cartas.

— Acho que Letizia será uma ótima rainha, mais envolvida em questões sociais, e estará muito mais próxima da população, coisa que a rainha Sofía não fez — diz o historiador Medrano.

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Em clima da safári noturno, Constance Jablonski é estrela do verão 2013 da ANIMALE

A top model Constance Jablonski, que brilhou no desfile da Burberry, é estrela o verão 2013 da ANIMALE, sob a direção criativa de Luis Fiod Com um novo olhar sobre a África e uma estética renovada para os clássicos animal prints, a campanha dirigida por Luis Fiod traz a top francesa Costance Jablonski (que substitui Rosie Huntington-Whiteley, que está filmando na África do Sul) em clima de “Safari Noturno”. Fiod explorou o tema África de uma forma que foge do [...] (webremix.info)


Top 10: Com conforto na natureza selvagem segundo Lawrence Wahba (webremix.info)


Lawrence Wahba retrata animais de todos os continentes e oceanos do mundo

RIO - A primeira aventura profissional de Lawrence Wahba data de de 1992. A bordo de um carro de passeio, o documentarista cruzou as Américas, dirigindo de Los Angeles, nos Estados Unidos, até São Paulo. A viagem durou três meses e meio. Durante o trajeto, parava para filmar quando encontrava animais exóticos pelo caminho. É com registros com esses, colhidos em paralelo a outros projetos, que Wahba montou grande parte do programa que estreou ontem no NatGeo, às 22h.

— Em 2004, estava na Antártica filmando um documentário sobre o Amyr Klink para a National Geographic. Nos horários de folga, saía em busca dos animais do lugar — relembra. — Passei oito anos rodando o mundo para o “Domingão do Faustão”. Se estivesse gravando em Botswana, esticava a viagem até o Zimbábuê para fomentar meu arquivo pessoal.

Wahba explica que, das 20 horas captadas para um certo projeto, aproveitava só 40 minutos. Por isso, muito do material usado para “Reino animal — Diários de Lawrence Wahba” ainda é inédito. Mesmo assim, ainda faltavam imagens para finalizar.

Em 2004, quando estava na Antártica, o cineasta teve a ideia de montar uma série dividida por temas, onde cada episódio retrataria três animais:

— Sobre safári na África, por exemplo, eu tinha imagens de um leão branco feitas do carro e outra captada de cima de um elefante, mostrando a savana sob o ponto de vista do lombo do animal. Mas faltava um safári feito a pé. Daí fui até Ruanda filmar os gorila-das-montanhas. Visitei a mesma família que (a zoóloga) Dian Fossey estudou por 30 anos — entusiasma-se. — Além da expedição que fiz em um submarino em Honduras, o programa sobre vida nas profundezas tinha uma matéria sobre pesquisadores baianos que coletavam peixes para estudá-los em aquários. Em Galápagos, pesquisei os bichos da região que dependem dos nutrientes da vida marinha.

Ele ainda chama atenção para “O homem e os animais”:

— Tem um cara da Costa Rica que nada com um crocodilo de cinco metros; um fazendeiro da África do Sul que cria um hipopótamo que pesa uma tonelada; e um treinador inglês que passou um ano e meio nas montanhas dos Estados Unidos comendo carne crua e frutas para entender os lobos.

O programa significa muito para Wahba: além de ser um compêndio sobre a sua trajetória em todos os continentes e oceanos do mundo, “Reino animal” celebra seus 20 anos de carreira. Curioso é que ele nunca se feriu.

— O meu trabalho se baseia em um respeito enorme pelos animais. Além disso, é preciso ter humildade para valorizar a informação do seu guia local.

Ele atenta para flagrar o bicho em raras oportunidades:

—Tem apresentador que puxa o rabo de jacaré, outro morreu em acidente quando filmava uma arraia. Nunca vou fazer com o animal o que não gostaria que fizessem comigo.

Respeitando a fauna, ele aprendeu a ser mais humano:

— Não tenho o peso do elefante, o dente do leão, a garra da onça... Lidando com eles, exploro a minha humildade.

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Veja pacote para viajar com a criançada no feriadão de 12 de outubro (webremix.info)


Paz, amor e arte em Woodstock, na Cidade do Cabo (webremix.info)


Avião com turistas cai no Parque de Masai Mara, no Quênia

NAIRÓBI - Dois passageiros alemães e dois tripulantes quenianos morreram segundo as primeiras informações sobre a queda de um avião com pelo menos 12 pessoas nesta quarta-feira, no Parque de Masai Mara. O avião carregava turistas de um safári.

- O número de mortes aumentou. Um outro turista alemão, um homem de meia-idade, não resistiu aos ferimentos - disse Peterson Maelo, chefe da polícia do distrito de Narok, minutos depois de anunciar a morte de uma mulher alemã.

Além dos dois alemães mortos, outros nove turistas estavam a bordo, incluindo cinco parentes dos alemães, quatro americanos e dois checos. Segundo uma autoridade queniana, duas mulheres alemães estão gravemente feridas, e os checos sobreviveram sem grandes ferimentos. Não há detalhes sobre o estado de saúde dos americanos.

Aviões pequenos a hélice são frequentemente usados para o transporte de turistas na reserva de Masai Mara, um dos destinos mais populares na África. A aeronave 5YUV7 era propriedade da Mombasa air e se preparava para pousar no Aeroporto Ngerede, perto do Mara Safari Club, de acordo com o jornal local “Daily Nation”.

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Confira sites com dicas para quem quer fazer um safári (webremix.info)


Veja pacotes para a África que incluem safáris (webremix.info)


Para preservar espécie, África abre orfanato de rinocerontes

A África do Sul abriu um orfanato para rinocerontes que pretende salvar os bebês cujas mães foram vítimas dos caçadores ilegais. Com quatro meses de existência, o primeiro e por ora único morador do "Entabeni Safari Conservancy", localizado perto de Mokopane, ainda não tem nome, mas já demonstra ter muita personalidade. (webremix.info)


Quem consegue tirar férias do Twitter e do Facebook?

RIO - Na véspera de uma viagem, Eva Chen, diretora de beleza da revista "Teen Vogue" enviou um tweet: "Estou oficialmente de férias!".Nos cinco dias seguintes, enquanto dirigia pelo Estado do Arizona, no sudoeste dos Estados Unidos, ela publicou mais de 120 "tweets", fez check-in umas 15 vezes no Foursquare e postou mais de 30 fotos no Instagram.

"Quero compartilhar a viagem com eles", diz Chen sobre sua interatividade nas redes sociais e que, ao ver o Grand Canyon pela primeira vez, não resistiu e tirou imediatamento uma foto para compartilhar com seus mais de 32.600 seguidores no Twitter.

Nesta era de pessoas hiperconectada, as redes sociais não dão folga, nem mesmo nas férias. Ao contrário dos blogs, onde uma mensagem pode ser publicada alertando aos leitores que o blogueiro vai se ausentar, a conversa continua fluindo no Twitter, no Facebook e no Instagram, mostra artigo publicado no site do The Wall Street Journal Americas.

Se você deixa de contribuir, sai da discussão. Na melhor das hipóteses, seus seguidores vão enviar mensagens para você no Twitter perguntando sobre seu paradeiro. Na pior das hipóteses, não vão nem perceber que você sumiu.

Grandes marcas empresariais normalmente contam com uma equipe de funcionários para manter sempre ativa a presença social: quando alguém sai de férias, outros preenchem a lacuna.

Mas, diz o artigo, os personagens mais atraentes das redes sociais, sejam eles uma marca, uma pequena empresa ou uma pessoa dentro de uma organização maior, normalmente são resultado do trabalho de um indivíduo, com uma personalidade e voz únicas. Seus seguidores não aceitam substitutos. E os poderosos da comunidade Twitter não querem perder tração ao deixar de falar com a base de seguidores na qual investiram tempo e esforço para construir.

"Não acho que seja uma invasão das minhas férias", diz Aliza Licht, diretora sênior de comunicações globais para Donna Karan Co., que reúne mais de 413.600 seguidores na conta do Twitter @DKNY. Ela também lê e responde e-mails de trabalho durante as férias.

"Não me sinto bem ficando afastada, não combina com minha personalidade", diz ela, cujo marido e filhos "aceitam" sua hiperconectividade social, diz ela. “Às vezes, meu marido sugere tweets”, diz.

Aliza, que tem representado a grife por quase 14 anos, posta tweets de lugares atraentes, como o hotel Four Seasons, em Paris, ou de lugares que ela considera mais "rústicos", como Atlantic Beach, uma praia no Estado de Nova York, onde ela é membro de um clube de verão.

Em todas as viagens que faz, Aliza leva peças Donna Karan e DKNY e publica tweets enquanto faz as malas com fotos de cada conjunto, incluindo os diversos pares de sapato e bolsas para cada noite, produzidas como uma página de uma revista de moda. E seus seguidores apreciam o esforço.

"Todo mundo pode ir à praia, mas nem todos podem ir à praia como Aliza", diz Claire Biggs, escritora freelance de Nova York e uma das seguidoras fiéis da diretora da Donna Karan no Twitter.

O mesmo acontece com a chefe de Aliza.

"Seu enorme senso de diversão e autenticidade refletem na nossa marca e nos dão uma presença social irresistível", diz Patti Cohen, diretora executiva de marketing global e comunicações da Donna Karan.

Melanie Notkin, fundadora da SavvyAuntie.com Inc., empresa e site que se concentram nas mulheres com sobrinhos, sente a responsabilidade de se engajar com seus seguidores nas redes sociais. As pessoas que tomam tempo para compartilhar uma foto ou uma história merecem uma resposta. "Não posso ignorá-los", diz Notkin de seus mais de 19.800 seguidores no Twitter.

Como proprietária de uma pequena empresa, Notkin diz que ela nunca tira férias longas. Mas mesmo em um fim de semana na praia, ela adverte às pessoas ao seu redor sobre sua necessidade de ficar checando o telefone.

Nem todos os tweets de Notkin são ligados à experiência de ser tia; coletivamente eles pintam um retrato da vida de uma mulher solteira em Manhattan.

"Muitas pessoas que me seguem gostam dos aspectos pessoais da minha vida", diz Notkin.

Mas há um momento em que ela deixa o smartphone de lado: "Eu não bebo e envio tweets", diz ela.

Andrew Zimmern, criador e apresentador do Travel Channel "Comidas Exóticas", diz que o Twitter é a sua fonte de notícias. Ele diz que publica até 50 tweets por dia enquanto trabalha, mas com menos frequência durante as férias.

"É um prazer pessoal", diz ele sobre sua conta no Twitter, que tem mais de 410.800 seguidores.

Uma viagem de trabalho para Abu Dhabi ensinou a Jamie Beck, uma fotógrafa de moda e blogueira, que vale a pena esperar para postar fotos no Instagram no período diurno para sua base de seguidores. Dessa forma, mais pessoas vão vê-los.

Em uma viagem recente ao redor do mundo para a lua-de-mel, que incluia um safári na África do Sul, uma noite em Sydney, uma escapada para a ilha de Fiji e uma excursão do vinhos no vale de Napa, na Califórnia, ela guardou os posts para compartilhá-los mais tarde.

Na Game Reserve Londolozi, ela usou uma câmera profissional para registrar o acasalamento de leões e o iPhone para fazer algumas fotos para compartilhar nas redes sociais.Naquela noite, ela publicou suas fotos profissionais favoritas no Instagram, onde tem mais de 50 mil seguidores. A imagem foi "curtida" por mais de 4.000 pessoas no Instagram.

"Tinha que compartilhar", diz Beck. Quando você não está por perto, é legal quando as pessoas" ainda podem acompanhar o que você está criando".

Peter Sagal, apresentador de "Wait Wait… Don't Tell Me!", um popular programa humorístico de rádio nos EUA, diz que o Twitter é parte de sua personalidade pública, e que seus tweets para mais de 60.300 seguidores exigem que ele seja bastante engraçado ou interessante.

"Minha família já tem queixas suficientes de que minha mente está sempre em outro lugar", diz ele. "Se tenho algo divertido para dizer em 140 caracteres, eu tento dizer isso a eles."

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Rio não tem nenhum centro de treinamento para Copa de 2014

SÃO PAULO — A cidade do Rio de Janeiro ficou fora da primeira versão do catálogo dos Centros de Treinamento de Seleções (CTS) para a Copa do Mundo de 2014, lançado nessa quarta-feira, no Museu do Futebol, em São Paulo. A capital corre o risco de não receber nenhuma seleção para concentração porque não teve aprovado nenhum binômio CT/hotel. Essa lista será usada como referência para as 32 seleções do próximo Mundial escolherem seus locais de treinos.

O Estado está representado por apenas três lugares: Volta Redonda (Estádio Municipal General Sylvio Raulino de Oliveira), Pinheiral (CT Dr. João Havelange) e Mangaratiba (Portobello Resort & Safari) — todos eles com hotéis próximos aprovados.

São Paulo oferece a maior variedade de locais, 20 no total, sem contar com os CTs do São Paulo, em Cotia (onde o Brasil vai se concentrar para os amistosos contra a África do Sul e China, em setembro), e do Corinthians, na capital.

Segundo Ricardo Trade, diretor executivo de Operações do Comitê Organizador da Copa do Mundo, a falta de uma alternativa na cidade do Rio também se deve ao fato de que cada sede tem de oferecer três campos para treinos (que ficam fora das opções de CTS). São nesses locais que as seleções vão treinar às vésperas das partidas e por isso não podem ser exclusivos de nenhuma delegação.

Ele explicou ainda que há a possibilidade de novas inclusões no catálogo, em duas janelas: uma em setembro e a última no primeiro segundo semestre de 2013. O caderno completo tem de ter no mínimo 75 indicações, mas poderá chegar a 100.

No total, 54 pareamentos CT/hotel estão acreditados em 14 Estados. A região sudeste oferece 30 opções e região sul, 14. Tanto no nordeste quanto no centro oeste são 3 alternativas. A região norte aparece com quatro locais aprovados.

Para chegar nesse número, foram consumidos 23 meses de trabalho e mais de 150 mil quilômetros percorridos. Foram inspecionados 244 campos de futebol e 278 hotéis, em 181 municípios, por uma equipe multidisciplinar (incluindo agrônomos). Em relação aos hotéis, a aprovação é do Escritório de Acomodações da Fifa. E tanto para os hotéis como para os campos há vários quesitos básicos (no caso dos campos, cerca de 100).

— A escolha dos locais será das seleções via Fifa. Nossa obrigação é oferecer os locais, com toda a estrutura necessária, independentemente de onde são — declarou Saint-Clair Milesi, gerente geral de Comunicação do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014. — Se tem poucas opções ou não no Rio não é uma preocupação — completou Milesi, que observou que representantes da Noruega, Estados Unidos, Japão, Alemanha, Austrália, Bélgica, Holanda, entre outros, já vieram ao Brasil algumas vezes para visitas a possíveis locais de concentração.

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Rei Juan Carlos de Espanha excluído da WWF

O Rei Juan Carlos de Espanha deixou de ser presidente honorário da WWF, Fundo Mundial para a Natureza espanhol. O Rei perdeu o cargo, esta tarde, depois da polémica em torno de um safari de elefantes em que participou, no passado mês de abril. O episódio de África levantou muitas críticas, e agora a WWF votou a favor da retirada do cargo que pertencia ao monarca. (webremix.info)


Guepardos protagonizam safári no Phinda, na África do Sul (webremix.info)


Parques de recuperação dos guepardos atraem visitantes à África do Sul e Namíbia (webremix.info)


Animale vai à África em primeiro desfile do SPFW

A marca Animale abriu a 33ª edição do São Paulo Fashion Week na tarde desta segunda (11) com um safári na África. Apostando em estampas de animal como forte referência, a estilista Priscilla Darolt apostou na seda como tecido base da nova coleção. As cores vieram em tons neutros e terrosos, como capim, amarelo e verde, ressaltando as estampas de zebra, crocodilo e tartaruga. Leia mais (11/06/2012 - 18h55) (webremix.info)


Animale abre o Verão 2013 da SPFW

A ANIMALE trocou o dia pela noite para explorar a África sob um ângulo diferente. A aventura noturna, na savana, trouxe fortes registros para o verão 2013 da marca, diluídos na interpretação criativa da estilista Priscilla Darolt. Na coleção chamada Safári Noturno, animal prints aparecem como highlights, a transparência vira surporte da modelagem repleta de recortes e o approach com o universo esportivo surge naturalmente, como metáfora da agilidade felina. Sobre a paleta sincronizada, que vai do palha ao preto, [...]

Artigo originalmente publicado no Fashion Bubbles - Notícias e Tendências em Moda, Consumo e Comportamento.

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História de Mora: Collor com feijão, arroz e macarrão

Há exatamente 20 anos, completados ontem, meu marido pisou pela última vez o chão do Palácio da Alvorada, que, aliás, frequentou pouquíssimas vezes no governo Sarney e, uma única, que foi essa a qual me refiro agora, no governo Collor.

Vejam que história!

Uns 15 dias antes, o então ministro-chefe da Casa Civil, Jorge Bornhausen, sondara Ulysses sobre se ele aceitaria almoçar com o presidente da República no Palácio da Alvorada. Meu marido declinou elegantemente, argumentando que já estava fora do comando do PMDB e que, portanto, não era interlocutor autorizado para representar o partido. Lembrou que, naquele momento, era apenas presidente da comissão de Relações Exteriores, por obra e graça do então líder do PFL Luis Eduardo Magalhães, pois, se dependesse do comando do PMDB, na verdade, nem na Câmara ele estaria mais. Esse dispensável lembrete foi muito bem usado por Bornhausen:

— Mas o presidente Collor quer se reunir com o presidente da Comissão de Relações Exteriores para discutir a Rio-92, que começa daqui a alguns dias.

Reunião ecológica com o presidente

Não era a primeira vez que Collor assediava meu marido. Antes, quando estávamos num safári em plena África, Collor queria que Ulysses voltasse para o Brasil na condição de ministro das Relações Exteriores. Meu marido recusou.

Agora, o convite era para uma conversa institucional sobre a Rio-92. Mas o país já começava a mergulhar numa crise política, com o Congresso agitado por causa dos escândalos, e Collor queria discutir sustentabilidade com meu marido! Ulysses aceitou, e marcaram a data.

Ninguém, obviamente, contava com o imponderável. O imponderável foi a publicação, na véspera do encontro, da famosa entrevista de Pedro Collor à revista “Veja”.

Assim que foi publicada, os políticos começaram a voltar para Brasília, inclusive meu marido, que, a essa altura, já havia se esquecido da sua reunião ecológica com o presidente.

O Congresso só falava em CPI, só respirava CPI. Eu ficara em casa, em São Paulo. A essa altura, com Ulysses despossuído dos cargos institucionais que exigiam minha presença em Brasília, eu passava a maior parte do tempo na nossa casa da Rua Campo Verde. De repente, recebo um telefonema do meu marido.

— O homem já renunciou? — perguntei logo.

— Não, Mora. O homem está me chamando para aquele almoço do qual eu até já havia me esquecido.

Naquele momento, confesso, a minha condição feminina falou mais alto que a de companheira e conselheira. E, muito agitada, quase gritei ao telefone:

— Vai! Vai logo! Vai e me conta tudo quando voltares!

Eu estava com tudo ligado: rádio e televisão. Acompanhando tudo, e sabia que o homem estava lá trancado, isolado. E iria sair do imobilismo para receber meu marido! Eu iria saber tudo em primeira mão! Era uma condição irresistível de se abdicar, mesmo sabendo que, depois, eu não poderia contar nada, nem para a minha fiel Geralda, e muito menos para as minhas amigas Henriqueta Gomes e Maria da Glória. Mesmo assim, eu já me daria por satisfeita.

Na minha euforia, nem percebi que Ulysses ainda estava na linha.

— Mora?! Mora?! Você está me ouvindo?

— Claro, Ulysses, fala!

— Eu estou me sentindo o próprio Schmidt!

— Quem?!

— O Schmidt, o Augusto Frederico Schmidt!

Claro que eu sabia quem era o Schmidt. Já falei dele aqui. Amigo de Juscelino, Castello, Tancredo e do próprio Ulysses. Mas desconhecia a história que meu marido me contou naquele momento para eu poder entender como ele estava se sentindo.

A influência de Schmidt na política vinha desde Getulio, embora ele fosse mais conhecido como poeta e empresário. Schmidt editou Jorge Amado, Gilberto Freyre e outras celebridades. Foi amigo de todos os intelectuais, como Mário e Oswald de Andrade, também. Como empresário, participou da implantação dos supermercados Disco, no Rio.

Pois bem, o episódio a que se referia meu marido ocorrera no final da tarde do dia 23 de agosto de 1954, no Palácio do Catete. Schmidt, como Ulysses, tinha uma audiência com um presidente da República, que vivia crise semelhante, embora mais grave, porque envolvia assassinato. Ou seja, sangue misturado com lama. Com o Collor, era só lama.

Schmidt presidia um centro de estudos criado para fazer propostas de programa de alimentação, que seriam discutidas com o governo e empresários americanos. Todas as sugestões de Schmidt poderiam ser resumidas num programa de aproveitamento da pesca do pirarucu do Amazonas.

Isso mesmo! Antes de se recolher aos aposentos para dar fim à própria vida, Getulio manteve a audiência com Schmidt para discutir a pesca de pirarucu.

Só que meu marido, integrado totalmente à culinária pantaneira, deu outro título ao estranho encontro que teria com Collor:

— Mora, eu me sinto indo discutir a piracema de pacu com um presidente da República que está caindo!

E lá foi o meu poeta, o meu Schmidt, para o almoço com Collor. Contou-me depois que nunca tinha visto tantos jornalistas juntos. Ulysses sentiu até claustrofobia ao ser cercado por eles na saída do Palácio.

— Como foi o almoço? --- não foi nem pergunta, foi manifestação de um verdadeiro coral.

— Foi uma droga! — respondeu meu marido.

Diante da estupefação geral, explicou:

— Eu, que vivo aí pelos palácios, já me acostumei com comida ruim. Mas ele me serviu uma coisa frugal, muito caipira: arroz, feijão e macarrão. Aqui fora come-se melhor!

Além de mau gestor, péssimo anfitrião

Foi o que ficou daquele inútil encontro. A notícia espalhou-se, e Collor, além de mau gestor, ficou com a fama de péssimo anfitrião.”

Claro que eu dei um puxão de orelha no meu marido. Isso não se faz.

— Mora, você acha que com essa confusão toda o Collor vai ter tempo pra ler essas bobagens? — argumentou Ulysses.

— Pelo que dizem, ele só está lendo bobagens!

Dias mais tarde, CPI instalada, país pegando fogo, na abertura da Rio-92, Collor, recepcionando chefes de Estado estrangeiros, avista meu marido do outro lado do salão e caminha firmemente em sua direção. Cumprimenta Ulysses, aproxima-se do seu ouvido e cochicha:

— Da próxima vez, mando a cozinheira caprichar mais!

Não houve próxima vez.

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Em Nova Orleans, Beach Boys comemoram seus 50 anos

NOVA ORLEANS — Não que alguém fosse ousar não gostar dos Beach Boys em sua turnê de 50 anos, finalmente reunidos ao genial e atormentado Brian Wilson, em carreira solo desde os anos 1980. Mas o grupo — apresentado no New Orleans Jazz & Heritage Festival, nesta sexta-feira, pelo ator John Stamos como "a banda americana The Beach Boys" — cercou-se de todas as precauções ao reviver clássicos como "California girls", "Surfin' safari" e "Do it again". No terceiro show da turnê, que tem shows marcados até agosto, o grupo contou, antes de mais nada, com o respeito, e mais tarde, com a empolgação das cerca de 50 mil pessoas que passaram o dia no hipódromo Fair Grounds, na cidade do estado da Lousiana. Wilson, seu primo Mike Love, Al Jardine, Bruce Johnston e David Marks, os Beach Boys atuais (os dois irmãos de Wilson, Dennis e Carl, que fundaram a banda com ele e Love, morreram em 1983 e 1998, respectivamente), subiram ao modesto palco do festival acompanhados por outros sete musicos — na maior parte do show, seis guitarras tocam ao mesmo tempo.

Com um Wilson pouco participativo, de olhar algo ausente (mas cantando e tocando), o grupo começou o show com um medley que incluía "Do it again", "Catch a wave", "Don't back down" e "Surfin' safari". Aos poucos, o público foi deixando uma atitude de respeito (e talvez incredulidade, pois o momento era de fato histórico) para animar-se com as canções, bem ensaiadinhas, apesar de eventuais desafinadas em momentos de voz solo dos "meninos", exceto o animado Love. Depois de meia hora sob o sol do fim da tarde — todos os shows do festival são realizados durante o dia —, banda e público cantavam em uníssono "California girls", "Wouldn't it be nice" e outros clássicos. Até houve quem visse um sorriso no canto da boca de Wilson, quando o cinegrafista responsável pelas imagens dos telões se lembrava de focalizar o senhor de 69 anos ao piano branco, do lado esquerdo do palco.

Festival para toda a familia

O New Orleans Jazz & Heritage festival é um evento família. Milhares de pessoas, com seus chapéus, seus protetores solares, suas cadeiras de armar e suas cervejas, encheram o hipódromo Fair Grounds para a noite de abertura — cerca de 50 mil, um número maior do que o tradicional para a abertura do festival.

É claro que a turnê de 50 anos dos Beach Boys era um chamariz poderoso, mas, às 13h, quatro horas e meia antes do horário previsto para Brian Wilson e sua turma, o público já chegava aos borbotões.

Não faltavam atrações, claro: das paradas de índios Mohawk e Black Foot à nervosa banda de brass Backyard Groove, liderada pelo tubista Kirk Joseph, passando pelo rock alternativo das bandas Gomez e Bon Iver — esta, concorrendo com os Beach Boys —, havia diversão para todos. Sem falar nas atrações extramusicais, como as lojas diversas e as comidas típicas, como o jambalaya (uma espécie de paella cajun, típica da mistura de França com África da região).

Na medida em que o fim da tarde foi se aproximando, atrações mais "sérias" davam seus recados nos 12 palcos e tendas armados no hipódromo. No palco principal, o veterano trio de hard rock Zebra tocava seu som influenciado por blues e Led Zeppelin, com direito a uma bela versão para "Over the hills and far away", da banda inglesa. No palco Gentilly, depois do Gomez, o clima indie ficou por conta da banda Givers, da Lousiana, e seu bluegrass moderninho. Depois dos Beach Boys, com o sol ainda se pondo, o povo rumou para regiões como o French Quarter, coalhadas de bares de jazz e blues, pois a noite apenas começava.

O New Orleans Jazz & Heritage Festival continua neste sábado e domingo, com atrações como Bruce Springsteen e a E Street Band e Tom Petty and the Heartbreakers.

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Rei da Espanha é operado novamente e fica internado (webremix.info)


Longe da crise, rei paga 30 mil para caçar elefantes

Um acidente que custou ao rei da Espanha, Juan Carlos, uma fratura no fêmur e uma operação delicada em um hospital de Madri causou mal-estar no país no fim de semana. Isso porque a imprensa madrilenha revelou que a fratura aconteceu durante um safari em Botsuana, na África, onde o chefe de Estado (webremix.info)


Livro que levou o Pulitzer de ficção, chega hoje ao país

RIO - Quando a escritora americana Jennifer Egan se isolou em sua casa, em Nova York, para escrever (à mão) um pequeno conto sobre Sasha, uma jovem cleptomaníaca que circula por restaurantes grã-finos da cidade, não esperava dar à luz um personagem como Bennie, o ex-chefe da moça. Intrigada com a figura do executivo que mistura flocos de ouro ao café quente por acreditar em seu poder afrodisíaco, ela resolveu dar-lhe mais espaço e, assim, Bennie ganhou algumas páginas no caderninho em que a autora registra sua criação.

No decorrer do texto sobre o excêntrico personagem, Jennifer enxergou o potencial de Stephanie, sua ex-mulher, e passou a redigir sobre ela. Entre uma e outra linha, se deparou, no entanto, com o curioso grupo de amigos do casal e, de sobressalto, percebeu que estava diante não apenas de uma forma divertida de passar o tempo como também de um modelo narrativo rico e poderoso — um texto sem protagonistas, integralmente baseado em conexões.

 

Inspirado em ‘Pulp fiction’

Assim surgiu “A visita cruel do tempo”, livro que levou o prêmio Pulitzer de ficção no ano passado — destronando o alardeado "Liberdade", de Jonathan Franzen — e que chega hoje às livrarias do país pelas mãos da editora Intrínseca.

— Pertenço ao grupo de autores que se deixam levar pelo instinto — diz Jennifer Egan em entrevista ao GLOBO por telefone. — E o fato de eu escrever meus livros à mão tem tudo a ver com isso. Quando estou no computador, fico o tempo todo tentando melhorar o texto, obedecendo a um processo crítico-analítico constante. Quando vou para o papel, onde a edição é mais difícil de ser feita, saio escrevendo, e a sensação que fica é de que, com isso, a intuição vai um passo à frente do cérebro, revelando um universo muito mais rico do que o real.

Jennifer jura de pés juntos que nenhum dos personagens que alinhavam os 13 capítulos de sua premiada obra nasceu de experiências pessoais ou foi pescado em seu entorno. E vai além:

— Também não fiz nenhum fluxograma para saber a relação entre eles durante o processo de escrita (risos).

Quem, ao ler "Cem anos de solidão", de Gabriel García Marquez, sentiu-se impelido a esboçar a árvore genealógica da família de José Arcadio Buendía e a andar com a folhinha dentro do livro para onde quer que fosse certamente terá vontade de repetir o feito em "A visita cruel do tempo". É que, além de citar personagens aparentemente irrelevantes no início da história e de dar a eles grande destaque no decorrer da trama, o livro não obedece à linha do tempo. Dessa forma, primeiro o leitor fica sabendo que Sasha, aos 30, sofre de cleptomania para só depois saber que, na adolescência, ela fugiu de casa para viver intensamente as noitadas de Nápoles, na Itália.

— Desde que vi "Pulp fiction" (1994), penso, maravilhada, sobre a desordem cronológica proposta por Quentin Tarantino. É claro que serviu como uma das fontes de inspiração — conta a autora. — A outra foi o seriado "Família Soprano", que com maestria dá e tira importância a seus personagens.

Depois de algumas tardes de trabalho e de se convencer de que estava mesmo diante de um livro — e não de uma coleção de contos, como alguns críticos chegaram a dizer —, Jennifer estabeleceu para si três linhas-mestras de trabalho.

— Determinei que cada capítulo giraria em torno de um único personagem, que cada um deles teria uma ambientação em um tom próprio e que eles poderiam ser independentes do resto da história.

Com essa receita, "A visita cruel do tempo" foi oficialmente classificada pelo comitê do prêmio Pulitzer como sendo "uma investigação inovadora", elogio que até hoje Jennifer não acredita ter recebido.

— Está na gaveta das coisas que a gente sempre acha que só acontecem com os outros, sabe?

O leitor que chega ao fim da premiada obra terá acompanhado os não protagonistas de Jennifer por diversas cidades americanas, pela Itália e até pela África — num safári com direito a ataque de leões vorazes. Nenhum dos personagens, no entanto, pisa na América Latina.

— É porque, fora o México, não conheço nada na região e, assim como tenho grande facilidade para criar pessoas, quando crio ambientes, idealizo locais que não conheço, deixo o texto sem força — explica a autora.

Mas Jennifer foi convidada pelos organizadores da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, para a edição deste ano, em julho. Ainda não confirmou por conta do filho.

— Pode parecer uma bobagem, mas, desde que levei o prêmio Pulitzer, me esforço como uma louca para ser uma mãe mais presente. Se meu filho, de 11 anos, não conseguir uma vaga no time de beisebol em que ele quer entrar e não tiver que viajar pelo país em competição, eu estarei no Rio em breve, sem falta.

Enquanto não confirma participação no evento, Jennifer acompanha de longe a transformação de "A visita cruel do tempo" em uma série de televisão. Diz que não quer participar do processo.

— Em abril, a HBO comprou os direitos da obra e vem adaptando as histórias para a TV — adianta a escritora. — Algumas pessoas chegaram a me dizer que a estrutura narrativa desse livro lembra a construção do seriado "Lost". Eu não assisti à série, mas sei que nela romperam a linha do tempo, que havia vários personagens e que fez um sucesso danado. Se for assim com "A visita...", ótimo!

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Guarda-florestal morre esmagado por elefante na África do Sul

Um elefante esmagou um guarda-florestal que estava na selva para fazer fotografias dos animais em uma reserva de luxo no norte da África do Sul, informou o jornal "Beeld". O corpo mutilado de Tavus Momberg, de 29 anos, foi encontrado no domingo a 200 metros do hotel de luxo Makweti Safari Lodge, nas colinas de Waterberg. O jovem tirava fotografias ao lado de um colega e depois continuou sozinho, de acordo com o jornal. Leia mais (07/11/2011 - 08h46) (webremix.info)


Chacal 'kung fu' ataca abutres para proteger alimento; veja foto

Um grupo de turistas participava de um safári na Tanzânia, no leste da África, quando viu o impressionante ataque perpetrado por um chacal contra um grupo de abutres. Nas cenas, que foram registradas em imagens pelo fotógrafo amador italiano Tiziano Cei, o chacal é visto protegendo a carcaça que lhe serviria de alimento e dando um salto em direção ao abutre que se aproximava desta. (webremix.info)


Turista registra momento em que leoas matam crocodilo


Réptil tentava atacar filhotes; fotos foram capturadas durante safári na África. (webremix.info)


Turista registra momento em que leoas matam crocodilo

Réptil tentava atacar filhotes e foi cercado por felinas; fotos foram capturadas durante safári na África. (webremix.info)


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