O que a vida deve à morte. Quando a matriarca da família tira sua révérence
« Como entre os elefantes, a matriarca humana é o pilar central da família », escreve Boucar, que perdeu sua mãe no ano passado. « Foi para me levantar de sua partida que escrevi este modesto livro ».
Um livro tão tocante quanto instrutivo e carinhoso. Com sua verve habitual, seu humanismo lucido e seu senso inato de vulgarização científica, Boucar nos lembra algumas verdades essenciais da existência. Das que nos ajudam a domesticar a morte, mas também a aproveitar plenamente a vida, já que « são as duas faces da mesma moeda ».