Bandas e Artistas de Kuduro

País : Angola Cabo Verde

O kuduru nasceu em 1996 na Angola. Ele foi criado por Tony Amado.
O Kuduru (tradução do português de "bumbum duro") é uma mistura potente de ritmos tradicionais da percussão angolana à 140Bpm (Descendente do samba brasileiro) e das batidas eletrônica de influência house. Sobre esta base de arranjos inesperados, os Kuduristas colocaram seus textos reivindicatórios. O Kuduru é uma produção eletrônica totalmente africana, um estilo musical único no mundo, 100% angolano.
Para acompanhar estes novos ritmos, Tony Amado também criou uma dança, a batida dura e sensual. Alternando descidas e balanços languidos, esta dança constitui um espetáculo fascinante.

Videos do Kuduro

Video clips do Kuduro (YouTube e DailyMotion)

Artistas ou Grupos

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Notícia : Bandas e Artistas de Kuduro

O cantor Mauro Alemão, de Angola, gravou uma música sobre o vírus chikungunya, que é conhecido por lá como catolotolo.
Source : atarde.com.br | 2014-09-25 21:24:00.0
O Kuduro tem vindo a ganhar cada vez mais seguidores nos últimos anos, em Portugal. A dança, que nasceu em Angola, chega agora aos cinemas num documentário sobre a história deste movimento cultural.
Source : rtp.pt | 2014-09-21 21:18:47.0
I Love Kuduro , nas salas de cinema portuguesas, é o documentário que quer mostrar que Angola também é um país criativo. “Às vezes chego à cama e penso, uau, sou uma estrela.”
Source : publico.pt | 2014-09-20 21:49:35.0

Embaixador cantou de 'Lepo Lepo' a 'Kuduro' na Arena do Parque do Peão. Bruno & Marrone encerraram noite com homenagem à música brasileira.
Source : G1.com.br | 2014-08-24 08:58:59.0
A banda portuguesa Buraka Som Sistema, que ficou internacionalmente conhecida pelo hit "Weke Weke", lança seu quarto álbum, "Buraka", que no dia 23 de junho....
Source : Terra Brasil | 2014-05-27 21:14:12.0
Foram hoje anunciadas as bandas que vão subir ao Palco Antena 3, no Festival Super Bock Super Rock, que volta a ser uma montra para alguma da melhor música moderna portuguesa. O Palco Antena 3 vai receber uma grande diversidade de géneros musicais: os blues e o rock de Frankie Chavez, a pop dos Ciclo Preparatório, a electrónica e kuduro do projeto Batida, ou o hip-hop da portuense Capicua. O Super Rock começa no dia 17 de julho na Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco.
Source : rtp.pt | 2014-04-30 23:18:06.0

RIO - As mesmas perguntas que guiam um bom texto jornalístico — quem? quando? onde? como? por quê? — servem também para levar o diretor alemão Ralf Schmerberg numa viagem quase mística pelos sinuosos caminhos da criação musical no recém-lançado documentário “What difference does it make?” (“Que diferença isso faz?”). Produzido em meio às celebrações dos 15 anos da Red Bull Music Academy — uma experiência única no meio, que reúne artistas de diferentes gêneros, gerações e status, em eventos realizados anualmente, cada vez em uma cidade diferente —, o filme, que pode ser visto on-line, registra uma das etapas desse circuito, realizada em Nova York no ano passado. Com uma série de entrevistas, encontros e debates, a câmera de Schmerberg revela momentos de reflexão, raramente tornados públicos, de Brian Eno, Debbie Harry, James Murphy (LCD Soundsystem), Nile Rodgers, Erikah Badu, Phillip Glass e Giorgio Moroder, entre outros.

O celebrado produtor italiano de disco, renascido graças à sua participação no álbum “Random access memories”, do Daft Punk, por exemplo, aparece numa das cenas do filme, confessando o nervosismo antes de uma apresentação, como DJ, num dos eventos paralelos à academia. “Parece que há muita gente querendo me ver. Espero não sentir a pressão. Mas vou beber duas taças de vinho e fazer o que tiver vontade”, diz Moroder, de 73 anos. Já a ex-cantora do Blondie dá uma inusitada dica aos seus seguidores durante uma palestra: “Não se esqueçam de tirar férias. Trabalhamos por sete anos sem parar, e isso traz uma pressão intensa. Parar é importante”, afirma Debbie. Erykah Badu, por sua vez, fica visivelmente desconcertada quando alguém, durante uma palestra, revela que a música da estrela do soul mudou sua vida. “Acho incrível ter causado isso, já que meu trabalho sempre seguiu um modelo egoísta de produção”, conta ela. E Eno, ao mesmo tempo em que revela a forma quase mediúnica como compõe (“A música toma conta de mim”), faz a pergunta que gerou o título do filme, quase uma sessão de análise das estrelas: “Por que estou fazendo isso? Que diferença isso faz para o mundo?”

— Queria olhar a música de forma humana, e não fazer um filme para especialistas. A ideia era achar a linguagem da música e tentar entender como esses artistas se conectam com seu trabalho — conta Schmerberg. — No final, consegui que eles se abrissem para as câmeras. E ri e me emocionei junto com seus depoimentos.

Os festejos em torno do Red Bull Music Academy — que passou por São Paulo em 2002 e cuja próxima edição é em Tóquio, em outubro — não se resumem a “What difference does it make?” e incluem também “For the record — Conversations with people who have shaped the way we listen to music”, um parrudo livro de 400 bem desenhadas páginas com variações desse confessionário musical. Editado por Many Ameri e Torsten Schmidt — os idealizadores da Red Bull Music Academy —, o “coffee table book” reproduz o bate-papo entre artistas e grupos como Mulatu Astatke (o mestre do jazz etíope) e Buraka Som Sistema (o grupo português de kuduro); e Lee Perry (o gênio do reggae psicodélico) e Adrian Sherwood (o veterano produtor britânico), abordando os meandros do processo criativo.

— Sempre estivemos interessados em documentar esses encontros, já que às vezes é difícil explicar tudo o que envolve a academia — explica Ameri. — E, mesmo com todas as inovações tecnológicas, o livro é um formato clássico e adorável de imortalizar isso. Nele, os próprios artistas se explicam. É como se levassem as discussões para o sofá do leitor.

Início num galpão em Berlim

Em sintonia com filme e livro, Ameri também aproveita a data para refletir sobre o evento que ajudou a criar, inicialmente realizado em um galpão em Berlim e que evoluiu de um encontro entre DJs e produtores de sons alternativos para se transformar em um grande simpósio musical, que inclui também uma revista e uma rádio on-line. O cofundador do evento também responde pela curadoria de palcos em festivais como Sónar, na Espanha, e Montreux, na Suíça.

— Desde o começo, nossa ideia era reunir artistas de diferentes origens, fosse Gilberto Gil ou Flying Lotus, para que refletissem sobre seu processo criativo e ajudassem a inspirar as novas gerações. Era uma época bem diferente, quando a informação não estava tão acessível como agora, graças à internet, e havia uma demanda enorme por esse tipo de conhecimento — lembra ele. — Mesmo hoje, ainda é difícil reunir talentos assim, sem um compromisso comercial e em um nível mais humano, como nesses encontros, em que vale mesmo é o olho no olho. Por isso, acho que ainda temos um longo caminho pela frente, já que o interesse pela criação musical não se esgota nunca. Até porque o acesso a ferramentas de produção se democratizou incrivelmente. Quase todo mundo pode fazer música em casa hoje. Mas a inspiração vai sempre nos assombrar e encantar.

Source : Globo Online | 2014-03-02 10:00:00.0

RIO - Em 2007, bastou o carioca Tiago Monteiro pisar pela primeira vez o solo português para sentir o que os 24 anos vividos até então no seio de uma família lusitana não haviam conseguido: a nacionalidade paralela embutida na alma. E foi com esse sentimento que foi fazendo suas descobertas em cidades como Lisboa, Porto e Coimbra. Na volta para o Rio, carregava na bagagem dois tesouros: CDs de música contemporânea de lá e um projeto para o seu doutorado — debruçar-se sobre aquelas sonoridades tão pouco conhecidas no Brasil. Hoje, ele lança “Tudo isto é pop” (editora Caetés), na Livraria da Travessa da Rua Sete de Setembro, a partir das 17h30m.

— Eu estava apenas no segundo dia em Portugal, e tudo o que eu não queria era ir embora de lá. Dias depois, voltando de Cascais, minha namorada (hoje mulher), Flávia, deu a ideia: “Por que você não arranja um pretexto para, no seu doutorado, voltar aqui?”

Sete meses em Lisboa

O ponto de partida para a tese de doutorado de Monteiro foi a observação da escassa presença da música portuguesa em relação à estrangeira e a tentativa de estabelecer uma relação com o fato de, no Brasil, o som de Portugal ser definido pelo trinômio redutor Roberto Leal, fados e viras. O escritor confessa que chegou a ser questionado sobre se o que queria produzir não seria apenas um lamento pelo fato de a música contemporânea lusitana, principalmente o pop/rock, ser pouco conhecida no Brasil.

— Aí fui residir em Lisboa por sete meses, entre 2009 e 2010, quando pude mapear o que estava acontecendo e inclusive redimensionar a tal da “hegemonia da música brasileira em Portugal”, que é menos hegemônica do que o senso comum acredita que é.

Nessa nova temporada lisboeta, Monteiro descobriu um novo e vibrante circuito.

— Havia todo um universo, entre o mainstream e o underground, de artistas e bandas que, naquele momento, estavam promovendo reescrituras da identidade portuguesa, muitas delas afetadas pelo contato com outros imaginários musicais, brasileiros, anglófonos e de matriz africana.

Das dezenas de nomes citados no livro, o autor destaca alguns, como Buraka Som Sistema, banda dos arredores de Lisboa que funde kuduro e house; The Gift; Cacique 97, “um baita combo de afrobeat, que tem uma versão bacanérrima de ‘Jorge da Capadócia’”; Deolinda; B Fachada...

Monteiro criou uma página para o “Tudo isto é pop” no Facebook. E por ela, recebeu a informação de que um site brasileiro, o Scream & Yell, havia feito entrevistas com artistas da nova vaga do pop lusitano.

— Teses de doutorado têm dessas coisas. De repente, você descobre que as questões que circulam na nossa cabeça estão em sintonia com o interesse de outras pessoas.

Source : Globo Online | 2013-10-28 10:00:00.0
O mais recente filme do realizador Mário Patrocínio, sobre o movimento cultural kuduro, surgido na baixa de Luanda, é exibido no festival de cinema DocLisboa, num momento de tensão diplomática entre...


A banda, nascida na Amadora, mostra em documentário como conseguiu fazer do estilo "kuduro" africano uma forma universal de dançar.
Source : rtp.pt | 2013-10-24 23:19:40.0
A moda das dancinhas parece ter chegado do UFC. Depois do sul-coreano  Dong Hyun Kim dançar o hit 'Kuduro' no treino aberto do UFC Fight Night ...
Source : lancenet.com.br | 2013-10-09 00:05:20.0

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