Bandas e Artistas de Kizomba

País : Cabo Verde Angola

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Notícia : Bandas e Artistas de Kizomba

RIO — O carnaval ainda não acabou. Desta sexta-feira até domingo, 40 blocos vão desfilar pela cidade. Somente o Bloco da Anita, no sábado, e o Monobloco, no domingo, devem atrair mais de 500 mil foliões para a rua Primeiro de Março, no Centro. O bloco fundado por Pedro Luís vai colocar na rua uma bateria com 180 ritmistas e contará com as participações da cantora Emanuelle Araújo e do cantor B Negão.

blocos

— Vamos contar este ano com o sotaque do carnaval da Bahia da Emanuelle Araújo e o o poder do hip hop do B Negão. Queremos que todos que forem ao cortejo possam se divertir com tranquilidade — diz Pedro Luís.

No sábado à tarde, o primeiro bloco só de mulheres do Rio e o pimeiro temático do Rio vai celebrar as mulheres. O Mulheres de Chico vai abrir espaço no repertório só de músicas de Chico Buarque para fazer um pot-pourri de Chiquinha Gonzaga, Dona Ivone Lara, Rita Lee e Clara Nunes.

— A gente resolveu fazer uma homenagem especial às mulheres e escolhemos músicas dessas referências femininas na música brasileira. O Mulheres de Chico foi criado já sabendo que as mulheres podiam estar onde elas quisesem e estamos cada vez com mais consciência disso. Assim, não poderia deixar de homenageá-las — explica Vivian Freitas, fundadora e produtora do bloco, além de cuiqueira.

Mais cedo, o Quizomba vai homenagar o tropicalismo e trazer músicas novas no repertório. Pela primeira vez, o bloco vai tocar Rita Lee e Wilson Simonal, além do irreverente Alípio Martins com a música “Piranha é um peixe do Rio São Francisco”. E o maestro que vai comandar tudo isso estará do alto de uma perna de pau.

— Tive umas aulinhas e já saí andando. Lá de cima, os músicos vão me ver melhor — conta André Schmidt, maestro e organizador do bloco.

Este ano, o Quizomba mudou o percurso do desfile que sai dos Arcos da Lapa. Em vez de ir e voltar pela rua Augusto Severo, o bloco vai seguir pela rua da Lapa e voltar para os Arcos pela Augusto Severo.

E nesta sexta-feira, tem também o Kizomba, de vila Isabel, a partir das 18h na Praça Barão de Drumond, e Só Tamborins, às 20h na Travessa do Mosqueira, esquina com Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. Pela manhã, o cortejo do Rei Momo e a banda do Coral Em Canto vão animar os passageiros do VLT tocando marchinhas. O desfile no VLT acontece das 10h às 12h, com ida e volta no trecho completo da Linha 1, entre as estações Santos Dumont e Rodoviária.

Source : Globo Online | 2017-03-03 08:30:00.0

Oculto à personalidade, comum em ditaduras, repete-se em ambientes democráticos, sociedades permissivas e até contextos onde a subversão é a lei. O carnaval do Rio alimenta há mais de 40 anos o mito do herói solitário, que resolve tudo sozinho por sua virtude única. A lenda começou em 1976, quando a Beija-Flor foi campeã pela primeira vez com Joãosinho Trinta. A escola tinha subido para o Grupo Especial três anos antes e jamais ficara entre as cinco primeiras. Havia quatro décadas, com duas exceções, que o título era dividido entre as quatro grandes: Portela, Mangueira, Salgueiro e Império Serrano. A vitória teve algo de milagre, e é compreensível que as narrativas sugiram a santidade do carnavalesco.

O primeiro título da escola de Nilópolis veio quando o desfile, realizado desde a década de 1930, era transmitido pela TV, acontecia num palco grande, a Avenida Presidente Vargas, e com arquibancadas altas. A visão do conjunto de alegorias e fantasias tinha relevância suficiente para levar ao título uma agremiação sem a tradição musical das quatro grandes.

Assim o desfile entrou na era dos carnavalescos. Quando a Mocidade foi campeã pela primeira vez, em 1979, e a Imperatriz, em 1980, era senso comum que o responsável fora Arlindo Rodrigues. Nos anos 1990, as duas escolas brigariam por títulos, mas a disputa parecia uma competição pessoal entre Renato Lage, na escola de Padre Miguel, e Rosa Magalhães, na verde e branco de Ramos.

A narrativa do carnavalesco herói resistiu a campeonatos em que a vitória foi atribuída, sobretudo, ao peso da escola (Mangueira, em 1986), ao impacto do enredo (Vila Isabel em 1988, com “Kizomba”) ou ao samba (Estácio, em 1992, com o refrão “Me dê, me dá...”, e Salgueiro, em 1993, com “Explode coração/Na maior felicidade...”).

No caso da Portela, que não ganhava sozinha desde 1970, o mito do herói solitário é conveniente para quem precisa atribuir logo um conteúdo épico à vitória. O protagonista da vez é o carnavalesco Paulo Barros, que entrou para a galeria dos grandes artistas da festa ao criar o inesquecível “Carro do DNA” na Unidos da Tijuca, em 2004.

Dessa forma, a escola tradicional com dificuldade para vencer em tempos modernos contrata um carnavalesco capaz de resgatá-la do passado. Em seu segundo ano em Oswaldo Cruz/Madureira, ele consegue. Faz sentido e resolve a ansiedade da busca por uma explicação rápida. Mas quem prestou atenção ao desfile notou que o estilo Paulo Barros estava nas alegorias, mas as fantasias tinham a cara da Portela dos bons tempos: muitas plumas, brilho e bastante azul e branco.

Desde a escolha do enredo, estava claro que o apelo à tradição era parte da estratégia. Inicialmente, o titulo seria “Foi um rio que passou em minha vida e meu coração se deixou levar”, trecho do hino de amor portelense, mas foi mudado por questão de direito autoral.

Paulo Barros não salvou a Portela da nostalgia eterna. Agregou seu valor a um estilo clássico que sempre terá apelo emocional e capacidade de seduzir os jurados.

Marcelo de Mello é jornalista

Source : Globo Online | 2017-03-02 04:00:00.0

A Vila Isabel foi a quarta agremiação a desfilar na primeira noite de exibições das escolas do grupo de elite do Rio de Janeiro, na madrugada desta segunda-feira (27). Com o enredo "O Som da Cor", a escola de Martinho da Vila contou a influência dos negros na música das Américas. O belo samba ajudou a contagiar as arquibancadas, mas a escola pecou em fantasias e alegorias - o acabamento ruim chamou atenção, inclusive no carro onde desfilou Martinho. Outro problema foi mecânico - um dos carros alegóricos espalhou óleo pela pista, fazendo com que a escola seguinte, o Salgueiro, solicitasse à organização uma limpeza cuidadosa antes de sua apresentação. Até serragem foi usada para absorver o óleo. Oitava colocada em 2016, a agremiação do bairro de Noel Rosa, na zona norte do Rio, não deve disputar o título.

O carnavalesco Alex de Souza, responsável pelo enredo, começou sua apresentação pela África, berço dos ritmos negros que mais tarde influenciariam a música americana. Depois seguiram-se referências a mambos, congas, rumbas, reggae, cumbia, tango, blues, jazz, soul, techno e outros ritmos desenvolvidos em países americanos que não o Brasil. Em seguida começaram os estilos musicais brasileiros influenciados pelos negros: calundu, axé, chorinho e, claro, o samba. A rainha da bateria, Sabrina Sato, usou fantasia que remetia ao funk, enquanto os ritmistas homenagearam o rap e o hip hop. Não faltaram perucas black power nem outros adereços típicos da cultura negra.

O sexto e último carro, chamado "Kizomba é a Vila", tinha Martinho da Vila como personagem principal e usava elementos do desfile de 1988, quando a escola de Vila Isabel conquistou seu primeiro título com o enredo "Kizomba, a Festa da Raça", para ilustrar a mistura de ritmos musicais promovida no Rio de Janeiro desde o período da escravidão.
Source : folhadaregiao.com.br | 2017-02-27 11:49:58.0

Paraíso do Tuiuti

Desfile a partir de 22h

Ao abordar a Tropicália, a escola tratará do Manifesto Antropofágico escrito por Oswald de Andrade. Pode-se afirmar que quase todos deglutirão temas universais para digeri-los sob forma tipicamente brasileira.

Enredo: "Carnavaleidoscópio tropifágico''

Carnavalesco: Jack Vasconcelos

Número de componentes: 3.100

Cores: amarelo ouro e azul pavão

Rainha de bateria: Carol Marins

VEJA TAMBÉM: A EVOLUÇÃO DO CARNAVAL CARIOCA DESDE O PERÍODO COLONIAL

Grande Rio (entrada entre 23h05m e 23h15m) Carnaval - 23/02

A escola vai homenagear uma das cantoras mais populares do país, Ivete Sangalo, com direito a um passeio pela Bahia.

Enredo: "Ivete de rio a Rio!''

Carnavalesco: Fábio Ricardo

Número de componentes: 3.200

Cores: Vermelho, verde e branco

Rainha de bateria: Paloma Bernardi

Imperatriz Leolpoldinense (entrada entre 0h10m e 0h30m)

A região do Xingu, no Mato Grosso, será retratada, por meio da cultura indígena, o legado dos irmãos Vilas-Bôas para criação do Parque Nacional do Xingu e a beleza de ritos e costumes do lugar. Também aparecerão a preocupação com a manutenção das terras, as ameaças dos madeireiros e os danos ambientais provocados pela construção da usina de Belo Monte.

Enredo: "Xingu, o clamor da floresta"

Carnavalesco: Cahê Rodrigues

Número de componentes: 3.000

Cores: verde, branco e ouro

Rainha de bateria: Cris Vianna

Vila Isabel (entrada entre 1h15m e 1h45m)

A Vila Isabel propõe uma nova Kizomba com a música negra do mundo — e, consequentemente, sambas, lundus, afoxés...

Enredo: "O som da cor"

Carnavalesco: Alex de Souza

Número de componentes: 3.600

Rainha de bateria: Sabrina Sato

Salgueiro (entrada entre 2h20m e 3h)

A escola da Tijuca trará uma versão carnavalesca, bem brasileira, da “Divina Comédia”, de Dante.

Enredo: "A Divina Comédia do carnaval''

Carnavalescos: Renato Lage e Márcia Lage

Número de componentes: 3.500

Cores: vermelho e branco

Rainha de bateria: Viviane Araújo

Beija-Flor (entre 3h25m e 4h15m)

A escola vai retratar o romande “Iracema”, do escritor José de Alencar.

Enredo: "A Virgem dos Lábios de Mel – Iracema''

Carnavalescos: comissão de carnaval formada por Laíla, Fran Sérgio, Victor Santos, André Cezari, Bianca Behrends, Cristiano Bara, Rodrigo Pacheco, Wladimir Morellembaum, Brendo, Gabriel Mello e Adriane Lins

Número de componentes: 3.800

Cores: azul e branco

Rainha de bateria: Raíssa de Oliveira

Source : Globo Online | 2017-02-23 12:00:42.0

Links : Bandas e Artistas de Kizomba

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