Dança Africana
Notícia : Dança Africana
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Participa??o de artistas brasileiros se intensifica nos principais festivais de teatro europeus
RIO - Entre maio e setembro, a primavera e o verão europeus concentram os mais importantes festivais de artes cênicas do mundo, como o Kunsten Festival des Arts, que acontece em maio, na Bélgica, o Festival de Avignon, em julho, na França e o de Edimburgo, na Escócia, em agosto. Se a participação brasileira sempre se restringiu a convites episódicos e espaçados, 2013 parece ser o ano da virada. Não só porque “todo mundo está de olho” no Brasil devido aos grandes eventos que chegam ao país em 2014 (Copa do Mundo) e em 2016 (Olimpíadas), mas porque há um estreitamento nas relações entre artistas, produtores e programadores daqui e destes festivais. Será a primeira vez, por exemplo, que o Brasil terá uma mostra dentro da programação aberta de Edimburgo. Idealizada pelo produtor Sérgio Saboya, a série vai exibir, entre 3 e 25 de agosto, seis peças de grupos como Armazém Cia. de Teatro, Amok, Gilberto Gawronski, Cia. Balagan, Cia. Caixa de Elefante e Teatro Máquina. — É uma oportunidade de chamar a atenção e negociar com os principais programadores do mundo. É um investimento — diz Saboya. O produtor se refere aos custos de estadia e o aluguel do espaço de apresentações, que serão divididos pelos grupos, enquanto ele arcará com as despesas aéreas. — Foi o jeito de viabilizarmos essa mostra, que ocorreria também em Avignon, mas passamos para 2014 — diz. — Hoje, tudo o que se refere ao Brasil gera interesse, mas ainda não temos políticas públicas que visem ao intercâmbio entre o teatro brasileiro e os maiores eventos do mundo. Países como a Nova Zelândia ou a África do Sul têm mostras anuais incentivadas pelo governo. É quase didático entender a importância disso. E Paulo de Moraes, da Armazém, corrobora: — Apostamos na visibilidade. É a maior vitrine entre os festivais europeus. Uma mostra brasileira chama a atenção e pode abrir mercados. No entanto, o entourage brasileiro não se restringe a Edimburgo e nem a Portugal, que receberá, entre maio e junho, 39 espetáculos verde-amarelos por conta do Ano do Brasil em Portugal, organizado pela Funarte. Entre os artistas que aproveitam a ponte portuguesa e seguem na Europa está a diretora Christiane Jatahy. Até junho, a peça “Júlia” irá circular por festivais como o belga Kunsten e o austríaco Wiener Festwochen, e em outubro continua em marcha por festivais na França, Suíça, Holanda e Espanha. — A dimensão do que está acontecendo é incomparável. Foram muitos convites — afirma Christiane. — Sinto que isso é o reconhecimento de uma pesquisa artística que os curadores vêm acompanhando já há um tempo. É importante que as investigações teatrais daqui reverberem lá fora. E cada participação nesses festivais aumenta a chance de novos convites. Curadores atentos Companhias como a Hiato, o Club Noir e o Foguetes Maravilha, além de nomes da dança como Bruno Beltrão, também têm agenda na Europa. Diretor artístico do Kunsten Festival, que já recebeu espetáculos de dança e de teatro de Lia Rodrigues, João Saldanha e Enrique Diaz, Christophe Slagmuylder diz que a intenção do evento é estreitar este vínculo. Em 2013, o Kunsten apresenta, além de “Julia”, a estreia mundial de “Crackz”, de Bruno Beltrão, e “De repente fica tudo preto de gente”, de Marcelo Evelin. — Nossa relação começou com a dança contemporânea brasileira, que considero uma das mais vibrantes do mundo. Tínhamos pouca informação sobre o teatro, mas depois encontramos o mesmo senso de liberdade e flexibilidade nas criações de Enrique Diaz e na nova geração, como o Foguetes Maravilha e a Cia. Hiato. Eles têm muito potencial e serão acompanhados de perto. Curador do Wiener Festwochen, Matthias Pees também observa um fortalecimento da cena teatral brasileira. — Assim como a dança, ela se diversificou, e acho que teremos uma presença brasileira cada vez mais intensa — diz. (webremix.info) |
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Resumo das novelas: veja o que vai acontecer nos cap?tulos desta quarta-feira
RIO — No capítulo de “Salve Jorge” desta quinta-feira, Lívia (Cláudia Raia) manda um DVD com imagens dela e de Theo (Rodrigo Lombardi) juntos para Érica (Flávia Alessandra). Em “Flor do Caribe”, Alberto (Igor Rickli) telefona para Ester (Grazi Massafera), e Cassiano (Henri Castelli) atende em seu lugar. MALHAÇÃO Após o beijo de Vitor em Fatinha, Lia vai embora e Ju segue atrás da amiga. Fatinha tenta convencer Bruno a ficar. Nando e Gil tocam para reanimar a festa. Lia compreende a intenção de Vitor ao beijar Fatinha e acaba contando toda a história para Ju. Vitor tenta explicar sua atitude para Bruno. Fatinha sofre pelo ex-namorado. Pilha e Fera tentam animar Orelha, que decide gravar um pedido de desculpas para Morgana. Ju incentiva Bruno a ficar com Fatinha. Vitor pede desculpas a Fatinha e consola a amiga. Tizinha e Nando tentam convencer Morgana a perdoar Orelha. Lia vê a moto de Vitor parada em frente ao hostel e desconfia. Cezar, professor de patinação, estimula Orelha a seguir o esporte profissionalmente. Robson surpreende Marcela com a carta da suposta admiradora secreta de Mathias na mão. Lia e Bruno veem Vitor e Fatinha saírem juntos do hostel. FLOR DO CARIBE Alberto combina com Gonzalo a viagem ao Brasil para prender Cassiano. Candinho pergunta a Guiomar se ela sabe quem é seu pai. Ester permite que Taís pegue Samuca para passar a tarde com Cassiano. Guiomar promete ajudar Veridiana a encontrar Maria Adília. Marizé revela a Donato que o ama e que sentiu sua falta durante sua estada na prisão. Mila demonstra não gostar da aproximação de Juliano e Natália. Alberto telefona para Ester, e Cassiano atende em seu lugar. GUERRA DOS SEXOS A emissora não divulgou o resumo do penúltimo capítulo. CARROSSEL Os convidados da festa comentam sobre a fantasia de Cirilo. Mário afirma que Maria Joaquina está com ciúmes de Cirilo. A patricinha diz que a fantasia de Cirilo não tem nada de mais. Larissa, a aniversariante, dança com Cirilo. Maria Joaquina os observa de longe, a menina está decepcionada. Jorge vai até Cirilo e pergunta o que ele fez para Maria Joaquina e o empurra. Cirilo conta aos pais que teve um dos melhores dias de sua vida e os ensina a dançar Rock and Roll. Na Escola Mundial, Marcelina comenta que Maria Joaquina foi embora cedo da festa. As meninas comentam que a patricinha ficou com ciúmes de Cirilo. Jaime telefona para Valéria e conta que a avó de Davi está muito mal. Davi faz companhia para a sua avó, Sara, no hospital. Valéria encontra Mário no parque e conta que vai visitar a avó de Davi no hospital. Mário conta à menina que vai construir um pombal para o seu pombo correio. No hospital, Isaac diz a Davi que sente orgulho dele. Davi diz que precisa contar um segredo à avó. Valéria leva flores para a avó de Davi, o garoto diz que Valéria é a melhor namorada do mundo. Davi pede desculpas a Valéria, pois a garota perdeu o dia de comemorar o dia Sem Bronca. Na casa abandonada, os alunos do terceiro ano comemoram o dia Sem Bronca. Eles decidem escrever um cartão para a avó de Davi. Rosa e Ricardo conversam com Valéria sobre a velhice. A menina pergunta aos pais como é o céu. Ricardo diz que acha bonita a amizade de Valéria e Davi. Ela questiona o pai sobre quantas vezes terá que dizer que Davi é seu namorado. SALVE JORGE Rosângela conta para Wanda que viu Morena no aeroporto, e ela se apressa para avisar a Russo. Drica abre o armário de Helô e mexe nos embrulhos que ela compra. Lívia manda um DVD com imagens dela e de Theo juntos para Érica. Áurea teme o que possa acontecer com o filho na audiência contra Lívia. Lena fica contrariada por ter que depor contra Theo. Nunes não concorda que Aída entre na justiça contra Carlos. Celso questiona Deborah sobre Wanda. Ekram orienta Ayla a esperar Zyah na caverna. Wanda liga para Aisha. Theo e Lívia se encaram na frente do juiz. Pescoço implora que Vanúbia fale com Delzuite e o defenda. Lucimar vê um homem estranho e comenta com Neuma. Wanda manipula Aisha e consegue mais dinheiro. Farid afirma que a nora deveria dançar no restaurante de Cyla. Ayla vê Zyah e Bianca se beijando. Começa a audiência e Lívia esboça um sorriso para Theo, sem ser percebida. BALACOBACO Eduardo protege Isabel e é impedido por Álvaro de seguir Norberto com os seguranças. Catarina chora a morte de Arthur e é consolada por Lucas, mas Lígia desdenha da modelo. Osório defende Cremilda de Violeta/Vitor, que questiona a trambiqueira sobre o sequestro de Dolores. Dóris briga com a irmã por causa da cadelinha e Diva decide dar fim ao rapto. Norberto surta ao constatar que matou Arthur e deixa Arnaud preocupado.Magno decide ir atrás do vilão e Celina se apavora. Eduardo tenta amparar Isabel. Arnaud atira nos seguranças e tenta manter Norberto sob seu controle. Breno conta a Cremilda que Norberto matou Arthur. Violeta/Vitor decide ir ao casamento para noticiar a tragédia. A professora entrevista Magno, que revela seu desejo de vingança contra Norberto. Catarina teme por Lucas e pede que o jovem se afaste dela, mas o filósofo a beija. Vicente alerta Celina sobre o perigo e pede que a ex-mulher deixe o Brasil. A produtora decide levar Gabriela e se irrita com a negativa do empresário. Arnaud conversa com Fabiana, mas Norberto o interrompe e anuncia que vai fugir do Rio de Janeiro. O capanga pede para acompanhá-lo e é humilhado pelo vilão. Osório discute com Violeta, que ameaça entregar a família Paranhos para a polícia. Isabel conta para Mirela que pode estar grávida e a amiga aconselha a fazer o teste para ter certeza. Álvaro garante a Taís que Norberto será preso. Zé Maria confessa que ainda ama Dóris e Cremilda insiste para o cineasta perdoar sua filha. Eduardo se mostra abalado com a morte de Arthur. O telefone de Fabiana é rastreado na delegacia. Ela se anima ao conseguir a nova localização de Norberto. Mauro e Adriana ficam preocupados ao ver Eduardo no escritório de advocacia e alertam o amigo do perigo. Marlene arruma um novo pretendente para Luiza, mas a jovem se irrita e garante que não vai se encontrar com ninguém. Dolores escapa de Diva e Dóris tenta pegar a cadelinha. Norberto e Arnaud se preparam para fugir, mas acabam cercados pela polícia. Eduardo comemora ao saber que Isabel está grávida. (webremix.info) |
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Resumo das novelas: veja o que vai acontecer nos cap?tulos desta quarta
RIO — No capítulo de “Guerra dos sexos” desta quarta-feira, Charlô (Irene Ravache) se declara para Otávio (Tony Ramos) e os dois se beijam. Em “Malhação”, Vitor (Guilherme Leicam) beija Fatinha (Juliana Paiva) na frente de Lia (Alice Wegmann) e Bruno (Rodrigo Simas). MALHAÇÃO Sal despista Vitor e inventa para o irmão que está no Sul do país. Orelha convida Leandro para a estreia de seu filme com Morgana. Ju se preocupa com a situação entre Lia e Vitor. Fatinha convida Nélio, Rasta e Bruno para a grande estreia. Todos se preparam para o lançamento do filme de Orelha e Morgana. Gil aconselha Lia a se afastar de Vitor. O filme é projetado no Misturama e todos se divertem, menos Morgana, que deixa a sessão revoltada com Orelha. Tizinha e Rita incentivam Morgana a aproveitar o sucesso do filme. Morgana não cede aos apelos de Orelha. Lia insiste em se aproximar de Vitor e Kika observa tudo. Fatinha pede para dançar com Bruno, mas ele resiste e deixa a festa. Leandro consola Orelha. Vitor tem uma ideia para fazer Lia se afastar de vez. Nélio e Rasta incentivam Bruno a ficar com Fatinha e o rapaz volta ao Misturama. Vitor beija Fatinha na frente de Lia e Bruno. FLOR DO CARIBE Alberto pede a Dom Rafael que o ajude a tirar Cassiano de seu caminho. Hélio tenta fazer as pazes com Taís. Donato se veste de palhaço para animar Lipe e fazê-lo feliz. De forma ameaçadora, Cassiano avisa a Hélio para não fazer Taís sofrer. Dom Rafael conta a Alberto que Duque é um falsário. Amparo pede a Alberto para levar uma carta a Cristal, sem que Dom Rafael perceba. Cassiano alerta Ester para ter cuidado com Alberto. Guiomar pendura uma foto sua, com o marido falecido e Alberto na parede da casa de Dionísio e lembra o sogro do seu direito como herdeira. Dom Rafael consegue com o delegado um mandato de busca e prisão imediata para Cassiano. GUERRA DOS SEXOS Juliana tenta se explicar para Nando. Vânia se irrita com Ulisses. Otávio se enfurece quando Charlô o chama de Dominguinhos. Nando abandona Juliana. Nieta se desespera ao saber da prisão da filha. Carolina fica intimidada com as presas. Fábio receia que Manoela use Ciça para afetá-lo. Vânia consola Juliana. Nando reclama de Juliana para Ulisses. Frô teme ficar sozinha. Charlô recebe a notícia de que ganhou a aposta e Otávio fica furioso. Nando lamenta ter deixado Roberta. Charlô volta para a loja e todos a saúdam. Frô se declara para Kiko. Carolina sofre na cadeia. Manoela pega Ciça e Fábio se desespera. Roberta resolve viajar para tentar esquecer Nando. Dino desconfia de que Nieta esteja grávida. Felipe decide abrir uma empresa de consultoria. Dalete é escolhida para participar do desfile inaugural da loja, e Frô fica com inveja. Charlô se declara para Otávio e os dois se beijam. CARROSSEL Os meninos explicam tudo para Frederico, pai de Carmen, que está bem irritado. Ele acha que os meninos estão mentindo e roubaram a roupa. Ele pede para que a Carmen pegue o vestido para ele ir devolver a fantasia. Frederico vai até o estúdio e o dono do estabelecimento explica que está acontecendo um equívoco, pois a fantasia não foi roubada e que foi um presente. Davi e Daniel providenciam fantasias improvisadas e fazem uma festa para animar Carmen em sua casa. Frederico chega e pede desculpa para os três. Carmen fica feliz que poderá ir à festa da Larissa do quarto ano. Cirilo está ansioso pra ver a fantasia que sua mãe costurou para ele. Paulo vai fantasiado de Silvio Santos. Ele imita o apresentador e Marcelina diz que ele não está tão parecido com Silvio Santos. Todas as crianças estão fantasiadas e vão para a festa. Jaime vai vestido de frango assado e tira risadas de seu pai, Rafael. Cirilo está fantasiado de Elvis Presley. Marcelina, de Monalisa, e Laura, de Chapeuzinho Vermelho. Valéria e Davi vão fantasiados de Barbie e Ken. Renê vai fantasiado de Deus Grego, e Helena, de Cleópatra. A festa está muito animada, menos para Cirilo que está preocupado em não saber dançar com Maria Joaquina. Indeciso em entre ir ou não na festa, ele decide entrar. Cirilo fantasia que dança como Elvis e Maria Joaquina vai ao delírio. Na verdade, assim que Cirilo entra, ele para a festa. Todos elogiam sua fantasia. SALVE JORGE Wanda fica apreensiva com Mustafá, que disfarça a hostilidade. Morena se despede da mãe e vê Theo de longe, antes de ir para o aeroporto. Áurea reclama de o filho não ir atrás de Érica. Morena vê Rosângela embarcando novas vítimas e se esconde. Ciro conta para Theo que ouviu Élcio passar informações sobre seu voo para Lívia. Rosângela é elogiada por Lívia e é promovida. Mustafá manda Wanda devolver a joia que ganhou de Aisha. Lívia repreende Wanda. Nunes avisa a Érica para tomar cuidado com Lívia. Aída pede para Stenio ajudá-la a retirar Carlos da presidência da empresa. Aisha descobre que Mustafá pegou de volta a joia de Wanda e fica transtornada. Lívia não deixa Wanda atender ao telefonema de Aisha. Lurdinha pede para Rayanne e Samantha não darem notícias de Pescoço para Delzuite. Helô fica nervosa com a presença de Drica e Pepeu em sua casa. Rosângela vê Morena no aeroporto. BALACOBACO Eduardo consola Isabel, que nega saber a rota de fuga de Norberto aos policiais. O advogado conta à amada sobre o envolvimento de Fabiana com o vilão e a deixa surpresa. Osório/Deodoro enfrenta Diva e Cremilda aparta a briga. Violeta pede a ajuda de Duílio no programa “Vitor Verdade” e decide convidar Zé Maria para o trabalho. Ela ainda adverte Vetusa sobre o perigo de magoar seu primo. André agarra Luiza, que se afasta, deixando o fotógrafo chateado. Eduardo pede Isabel em casamento, que aceita animada. Luiza e André perguntam sobre Dolores a Diva e Dóris, que disfarçam enquanto a artista plástica procura pela cadelinha. Vetusa afirma que Duílio precisa mudar seu nome para “Fuílio” para garantir seu sucesso. (webremix.info) |
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Quantum of the Seas leva g?ndola panor?mica ao mar
Veja também Rio e NOVA YORK — Inspirada na London Eye, a Royal Caribbean vai colocar a bordo de seu mais novo transatlântico em construção — o Quantum of the Seas — uma gôndola parecida com as cápsulas da famosa montanha-russa londrina. Só que em vez da vista para o Tâmisa e a capital inglesa, os passageiros a bordo vão desfrutar a 91 metros acima do nível do mar da paisagem da Costa Leste dos Estados Unidos, do Caribe e das Bahamas, por onde o navio fará sua temporada inaugural a partir de novembro de 2014. A cápsula tem capacidade para 14 pessoas e está ligada ao navio por um guindaste semelhante a um braço mecânico. Com 18 deques e capacidade para 4.180 passageiros, o Quantum of the Seas estará pronto para navegar em novembro de 2014 a partir de seu porto de origem Cape Liberty, em Bayonne (NJ), com roteiros de 7 a 12 noites saindo de Nova York durante o inverno do Hemisfério Norte. Os detalhes do navio — que incluem novidades como carrinhos bate-bate, simulador de skydiving, além da capsula panorâmica North Star — foram anunciados pela Royal Caribbean cruise line na quarta em evento em Nova York, com a participação da atriz e cantora Kristin Chenoweth – a madrinha da embarcação. O skydiving usa uma poderosa corrente direcionada de vento para manter os participantes flutuando e girando sobre um deque ao ar livre. — Você não está tocando em nada, apenas o ar — explicou Adam Goldstein, presidente e CEO da Royal Caribbean International. Ainda segundo os executivos da empresa, não haverá cobrança de taxas extras para as atrações a bordo, incluindo o North Star e o skydiving. Um complexo esportivo indoor, chamado SeaPlex, terá quadras de basquete, mesa de pingue-pongue, trapézio e carros bate-bate. O espaço também se transforma em salão de dança para patinadores, que será animado por um DJ. Em outro ponto do navio, Two70, os passageiros vão desfrutar de vista panorâmica 270 graus em janelões envidraçados do chão ao teto, abrangendo quase três deques da embarcação. À noite, o local vai abrigar a apresentações acrobáticas entre outras performances. As cabines terão módulos conectáveis para acomodar famílias ou grupos. No deque superior, o Solarium será uma área exclusivas para adultos. Outras atrações e serviços oferecidos a bordo direcionadas para passageiros de todas as idades, incluem parede de escaladas, pista de patinação no gelo, simulador de surfe FlowRider, o Central Park e o AquaTheater. Além de uma piscina ao ar livre, uma piscina interna com teto retrátil e o parque aquático H2O Zone, para crianças, além de berçário. Para entreter os hóspedes, os personagens de sucessos de filmes de animação da DreamWorks, como Shrek, Kung Fu Panda e Madagascar também estarão a bordo. Mas nem tudo no Quantum chega a ser uma novidade. As cabines para quem viaja sozinho — também existem no Norwegian Epic. E as varandas virtuais, com telas de LED com projeções de vistas para o mar anunciadas nas cabines do Quantum são versões similares às escotilhas virtuais com transmissão de imagens ao vivo do exterior instaladas nas cabines internas dos navios da Disney Dream e Fantasy. As vendas para a viagem inaugural do Quantum of the Seas vão começar no dia 4 de junho — passageiros fieis da companhia terão preferência na compra, a partir do dia 27 de maio. Os preços dos roteiros ainda não foram divulgados, mas geralmente as operadoras cobram um pouco mais nos roteiros em navios novos do que nas demais embarcações de suas frotas. Também pertencem à frota da Royal Caribbean alguns dos maiores navios do mundo, como o Oasis of the Seas e o Allure of the Seas, que levam mais de seis mil pessoas a bordo, cada. O Quantum terá um navio-irmão que será lançado em 2015, o Anthem of the Seas. Outras informações no site da Royal Caribbean RoyalCaribbean.com/Quantum. (webremix.info) |
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Atriz diz que caiu na boemia para viver dan?arina em 'Flor do Caribe'
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(RJ)Renata Jambeiro dias 11, 12 e 13 no Rio Scenarium (webremix.info) |
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O funk carioca revisita suas ra?zes
RIO - Expoente de um gênero musical criado no Rio a partir de vertentes do hip-hop americano dos anos 1980 (mais notadamente, o chamado Miami bass, da Flórida), o cantor Buchecha se viu recentemente diante de uma oportunidade imperdível para fechar um círculo: convidado pelo bombado rapper Flo Rida a criar uma canção que pudessem gravar juntos, para lançar no mercado brasileiro, ele veio com “Baile em Miami” (“Night em Miami/ baile na favela/ na favela/ doida, eu vou pegar você”). Uma espécie de ajuste de contas do funk com seu passado americano, num momento em que o diálogo doestilo carioca com o hip-hop e a dance music da matriz nunca foi tão fervilhante. Veja também
Grande estrela a surgir do funk nos últimos anos (e responsável por uma nova invasão do gênero, mesmo que em uma versão mais pop, nas rádios Brasil afora), o cantor Naldo tem, entre os seus estouros, a música “Se joga”, gravada ano passado em Miami com o rapper americano Fat Joe. Mais novo amigo do astro do cinema e do hip-hop Will Smith (que encontrou no Rio, durante o carnaval), há algumas semanas o carioca voltou aos EUA para gravar faixas com o produtor Timbaland (de Justin Timberlake, Madonna, Beyoncé, entre outros) e agora se prepara para registrar em videoclipe, na Flórida, com Fat Joe, uma nova versão do seu onipresente hit “Amor de chocolate”. — Tenho essa meta de ir a outros lugares, mas à vera mesmo. Entrar em Miami, mas também Los Angeles, Nova York. Essa é a minha correria — diz o cantor, por telefone. A onda de Naldo é seguida por outro nome de grande sucesso recente do funk carioca, o MC Koringa, que emplacou músicas nas novelas “Fina estampa” e “Avenida Brasil”, e que agora tem “Dança sensual” em “Salve Jorge”. Nos próximos dias, ele grava uma participação na faixa “Brazilian funk”, do angolano Paul G., rapper que vem ganhando destaque no mercado internacional com “Bang it all”, dividida com um astro mundial do hip-hop, o senegalês Akon. — O pessoal de fora está vendo que o funk não é só mais montagem e palavrão, hoje em dia ele tem letra e melodia — diz o empresário e mentor de Koringa, o DJ Alex Bolinha. — Não estamos lutando para o Koringa ser mais um nos Estados Unidos. A ideia é começar a ganhar expressão na África, na Ásia e na Europa, para aí, sim, chegar com força ao mercado americano. — O Rio não é mais uma novidade para os artistas do hip-hop americano — informa Sany Pitbull, um dos DJs mais ativos do funk carioca, no Brasil e no exterior, lembrando que artistas do Miami bass e do freestyle, como Trinere, MC A.D.E. e Stevie B, se apresentaram nos bailes funk da cidade nos anos 1990. — Mas agora que o Brasil está na moda, eles querem dialogar. DJ compara Anitta a Beyoncé Foi Sany, por sinal, quem fez a ponte para que o midas do rap americano Kanye West encontrasse, no carnaval, em seu estúdio no Méier, o DJ Batutinha, ou Renato Azevedo, profissional com 18 anos de experiência no funk, produtor de grandes sucessos de Naldo e de outros MCs, e que agora está cuidando de MC Anitta, que ele define como “a Beyoncé, caso ela tivesse nascido aqui no Rio de Janeiro”. — O Kanye West quis ouvir a essência do que está acontecendo hoje, o que faz mexer o cara da comunidade. Passei para ele muito material bruto do funk, mostrei como se montavam as músicas — diz Batutinha, que, desde então, vem trocando e-mails com Kanye e seus produtores. — Os americanos ainda vão olhar o funk com atenção. Ele tem uma resposta muito rápida dos ouvintes e dançarinos, é isso que eles querem. — Quando o Miami bass chegou aqui ao Rio, ele era uma batida única. Nós colocamos nele o jeitinho brasileiro, falando da menina bonita da comunidade — conta Buchecha, MC que, ao lado do falecido parceiro Claudinho, ajudou a fazer, ainda nos anos 1990, com que o funk fosse aceito nas emissoras de música pop e cruzasse as fronteiras do país. — Agora é legal ver a sua aceitação nas novelas e nos filmes e a volta à sua origem, que é Miami. Faz parte da evolução. — Foi legal quando o Mr. Catra se juntou ao Lil Jon (em 2010, o funkeiro carioca e o rapper de Atlanta gravaram juntos, no Rio, a música “Machuka”), o problema é que não houve uma sequência — avalia Naldo, que acha o caminho até as paradas gringas longo, mas viável. — Ainda não dá para competir de igual para igual porque temos poucos produtores qualificados, a educação musical em nosso país é falha — opina Batutinha, que, mesmo assim, não esmorece, e põe todas as fichas em Naldo. — Eu falei para ele: Alguém tem que me dar um Grammy, e esse alguém é você! (webremix.info) |
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Resumo das novelas: veja o que vai acontecer nos cap?tulos desta sexta-feira
RIO — No capítulo de hoje de “Flor do Caribe”, Ester (Grazi Massafera) pede a Alberto (Igor Rickli) que preserve a boa imagem de Cassiano (Henri Castelli), não contando que ele roubou diamantes no Caribe. Em Carrossel, professora Helena (Rosanne Mulholland) e Renê (Gustavo Wabner) finalmente se beijam, debaixo de um guarda-chuva. MALHAÇÃO Sal fica bravo com Fatinha, que é defendida por Bruno. Vitor tenta acalmar o irmão. Pilha estranha a indiferença de Orelha. Sal decide permanecer no Rio de Janeiro. Gil e Pilha pedem conselhos profissionais para Di e Nando. Luana conta para Lia como foi sua discussão com Sal e aconselha a menina a se afastar. Os pais de Fera chegam ao Misturama. Ju orienta Lia a não se colocar entre Sal e Vitor. Alemão e Caixote pressionam Sal em relação à divida. Olga e Augusto insinuam para Fera que Rita é mentirosa. Nando incentiva Morgana a dar uma chance para Orelha. Sal conta a Vitor sobre a dívida que tem e Lia ouve a conversa. FLOR DO CARIBE Dom Rafael inventa para Ester que Cassiano fazia parte de uma quadrilha internacional de traficantes. Donato aceita assumir a culpa pelo acidente do casal de turistas no lugar de Hélio. Cassiano fica preso em um desabamento na mina. Quirino ajuda Samuel, que passa mal ao receber uma carta da Alemanha. Dom Rafael ordena aos capangas que procurem por Cassiano na mina. Cassiano consegue fugir. Ester avisa a Quirino sobre a morte de Cassiano. Cassiano decide voltar para buscar Duque. Ester pede a Alberto que preserve a boa imagem de Cassiano, não contando o que aconteceu no Caribe. Olívia pressente a morte de Cassiano ao ver a expressão de Ester e Alberto. GUERRA DOS SEXOS Os bandidos levam o casal para uma ilha deserta. Dominguinhos faz com que Charlô desconfie novamente dele. Nieta acredita que Dino está se aproximando de sua vizinha e se entristece. Semíramis se condena por pensar em Dino. Charlô fica confusa com Dominguinhos. Zenon fala para Semíramis que Nando não dormiu em casa. Vânia pede para Ulisses contar para Lucilene sobre seu envolvimento. Carolina se recusa a ir ao casamento de Roberta. Ulisses pede para conversar com Lucilene depois do casamento. Frô pensa em levar a bonequinha russa para a lanchonete. Carolina ouve Nenê falando com Veruska sobre diamantes. Dominguinhos decide voltar para o hotel. Roberta termina de se arrumar para o casamento. Charlô convence Dominguinhos a acompanhá-la ao casamento. Isadora surpreende Ronaldo. Semíramis estranha o atraso de Nando. Charlô deixa Dominguinhos com Vânia. Roberta chega à igreja com Kiko. Charlô confirma com Ulisses que Nando esteve na mansão chamando por Juliana. Roberta se desespera com a notícia do sumiço de seu noivo. Nando e Juliana acordam na ilha deserta e estranham o local. CARROSSEL Na casa abandonada, os membros da Patrulha Salvadora juram manter segredo sobre a ajuda de Firmino e todo ocorrido sobre Clementina. Jorge escuta tudo escondido. Chove muito e já está de noite. Renê fica chateado no jantar com a recusa de Helena, que justifica não saber se está preparada para um relacionamento. Ele diz que ela poderia ter sido clara desde o começo que não queria nada com ele. Chateado, ele sai do restaurante caminhando debaixo da chuva. Helena não pensa duas vezes, pega seu guarda-chuva e sai atrás do amado. Os dois estão juntos, no meio da rua, na chuva. Helena diz que não quis dizer que não quer nada com ele, mas, sim, que ela tem medo. Renê diz que ele tem convicção de seu amor e que ela tem medo de assumir até aquilo que sente. Ele tenta sair, ela segura ele pelo braço e diz: "não, você vai se molhar". Os dois permanecem debaixo do guarda-chuva da professora. Finalmente, Renê a beija. Helena se entrega e solta o guarda-chuva. Clementina vai com seu pai na escola para se despedir de todos do terceiro ano, afinal, irá viajar com o pai. Olívia chama Firmino em sua sala e questiona o zelador para checar as informações de Jorge.Firmino fica triste e decepcionado com a demissão. Olívia diz que fará o possível para indicar uma nova escola para ele, mas que o zelador cometeu uma falha e precisa assumir as consequências. Firmino descobre que foi um aluno que o delatou, mas não sabe quem. Ele entrega as chaves do sinal e pede para que ela toque o sinal em seu lugar quando der a hora. Maria Joaquina escuta tudo e também chora. SALVE JORGE Morena volta para seu quarto apressada. Almir recebe instruções de Helô. Ricardo e a delegada treinam Jô. Sarila reclama de Cyla ter deixado Bianca dançar em seu restaurante. Almir observa Wanda. Morena foge quando começa a sentir contrações. Márcia descobre que Theo se envolveu com Lívia. Morena encontra uma gruta para se abrigar. Esma repreende Ayla por pensar em Bianca. Todos elogiam a dança de Bianca. Morena entra em trabalho de parto. Junior sonha com a mãe e Lucimar fica nervosa. Helô tem um mau pressentimento. Almir e Demir procuram Morena pela vila. Theo envolve Lívia e pergunta pela morte de Jéssica. Stenio ouve Helô falar de Morena e fica intrigado. Nasce a filha de Morena e ela resolve chamá-la de Jéssica. Demir e Almir encontram Morena. Helô vai para Istambul. Lívia decide ir para a Capadócia e Élcio fica sem entender seu comportamento. Lucimar vai com Sheila falar com Ricardo. Almir chega com Morena e a bebê no hotel. Lívia confessa para Wanda que está apaixonada por Theo. BALACOBACO Lucas fica supresso com a confissão de Catarina e revela que já sabia sobre o caso da modelo com Arthur. Fabiana passa mal ao saber que Norberto deseja matar Eduardo e Arnaud fica surpreso com o pedido. Sob ameaça, Abigail diz que confirmou para Lígia o nome da amante de Arthur, que aponta uma arma contra a senhora. Gabriela pede para morar com Adamastor e Lígia. Dóris pergunta se a irmã sabe o paradeiro de Norberto, mas Diva nega. Breno e Patrick decidem fazer um exame de fertilidade. Lígia fica indignada ao ver Lucas com Catarina. Fabiana se espanta ao saber que a Aventura Radical voltou a ser de Eduardo e acaba sendo demitida. O advogado descobre que Vitória foi morar com o pai e avisa aos funcionários que a Aventura Radical vai virar um escritório de advocacia. Diva provoca Magno, que garante ser capaz de matar para conseguir descobrir o paradeiro de Norberto. A periguete promete que vai conseguir a informação, mas pede sua ajuda para separar Eduardo e Isabel. Fabiana descobre que Eduardo vai ao fórum e compartilha a informação com Norberto. Catarina diz que está se relacionando com Lucas, Lígia fica revoltada e conta como a modelo extorquiu seu ex-marido. Rafael tenta conter os ânimos e declara que sua avó se separou de Arthur. No prédio em frente ao fórum, Arnaud prepara seu rifle e mira em Eduardo. (webremix.info) |
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(RJ)"Ch? Preto": samba e outros estilos quinta no Renascen?a (webremix.info) |
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?frica do Sul investiga morte de taxista filmado sendo arrastado por patrulha
JOHANNESBURGO - Um homem magro tem as mãos amarradas à parte de trás de uma patrulha policial. Logo depois, o camburão começa a andar. Um policial ainda segura as pernas do detido, mas o veículo aumenta a velocidade e o homem é arrastado até sair de cena. Mais tarde, Mido Macia, um taxista de 27 anos nascido em Moçambique, é encontrado morto, numa cela. O vídeo, divulgado nesta quinta-feira pelo jornal “The Daily Sun”, provocou indignação. As autoridades sul-africanas informaram que vão investigar o caso. Veja também De acordo com a polícia, o motorista teria agredido um agente e roubado sua arma depois que um grupo de policiais pediu que ele movesse seu veículo, pois o carro estaria obstruindo o trânsito. Depois de presa, o taxista foi encontrado morto dentro de uma delegacia em Daveyton, ao leste de Johannesburgo. Um legista local indicou como causa da morte hemorragia interna e ferimentos na cabeça. As imagens chocaram sul-africanos e defensores internacionais dos direitos humanos. A ONG Anistia Internacional descreveu o caso como “chocante”. O diretor da organização na África do Sul disse que o incidente mostrava o aumento do padrão de uma “conduta brutal” entre policiais no país. Aparentemente três agentes participaram da ação. A Direção Independente de Investigação Policial da África do Sul (IPID, na sigla em inglês) confirmou que há denúncias de que Macia tenha sido arrastado pela patrulha, mas salientou que o suspeito teria resistido a entrar no camburão que o levaria para a delegacia, após a confusão com policiais. “Quando o reforço chegou, policiais ainda estavam no local lutando para colocar o suspeito na van da polícia. Os agentes, em seguida, colocaram o acusado na parte de trás do carro e o levaram para a delegacia, onde ele foi detido”, informou IPID. Um relatório de 2012 da Anistia Internacional denunciou casos de força excessiva, tortura, estupro e execuções da polícia sul-africana. O documento afirma que o IPID recebeu 720 novos casos para investigação de mortes suspeitas entre abril de 2011 e março de 2012. (webremix.info) |
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Isl?ndia, a terra do gelo, vulc?es e da aurora boreal (webremix.info) |
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Document?rio mapeia a m?sica do Mali
RIO - A vida é dura no Mali. A região norte do país africano se encontra sob o controle de extremistas islâmicos, e há relatos desconcertantes de execuções, além do recrutamento forçado de crianças para combater as forças do Exército. Sem previsão para o desfecho do conflito, a ONU estima que 400 mil pessoas vão deixar o local rumo a países vizinhos nos próximos meses. Mas a música é boa no Mali, nação que deu ao mundo artistas como Salif Keita, Toumani Diabaté, Tinariwen, Ali Farka Touré, Fatoumata Diawara e Amadou e Mariam, que por sua vez influenciaram gente como Ry Cooder, Damon Albarn, Bonnie Raitt, The Magic Numbers e Johnny Marr, entre outros. Não por acaso, portanto, o documentário “Music in Mali”, em fase final de produção, tem o subtítulo “Life is hard, music is good” (“A vida é dura, a música é boa”). Dirigido pelo americano Aja Salvatore, um especialista na região, para onde já viajou mais de dez vezes, o filme mostra o dia a dia de músicos e demais artistas do país, em meio a um dos mais áridos cenários do continente africano. Previsto para ser finalizado no segundo semestre deste ano, a tempo de se candidatar a uma vaga no festival de Sundance de 2014, ele revela que, apesar de banida pelo fundamentalismo dos rebeldes (que proibiram até ringtones), a música do Mali segue como uma das mais ricas e inspiradoras do planeta. — Não quis fazer um filme sobre o Mali em cima dos estereótipos associados ao continente africano, como a pobreza e a violência. Essas coisas já surgem naturalmente assim que você começa a gravar — explica Salvatore, que mora em Los Angeles e é um dos fundadores da gravadora KSK Records, especializada em sons africanos. — O Mali teve um dos mais ricos impérios da África, e sua música, que é profundamente enraizada na população, deu origem a muitos dos sons que ouvimos, como o blues, o jazz e o hip-hop. É uma região que costuma ser citada e saudada, mas que nunca teve um registro cinematográfico à altura da sua importância. Músico e DJ também, Salvatore teve a ideia de fazer o documentário há sete anos, depois que já tinha viajado ao país por duas vezes, tocando e fazendo contato com artistas locais para a sua gravadora, que criou em parceria com outro músico, o brasileiro radicado em LA Rafael Tudesco. De tanto viajar pelo país, Salvatore acabou aprendendo o idioma local, o bambara, uma ferramenta importante para abrir portas e livrar sua equipe de alguns problemas. — Fomos parados diversas vezes pela polícia da última vez em que estivemos lá, há poucas semanas, mas sempre éramos liberados quando descobriam que o Aja falava a mesma língua — conta Tudesco, que acompanhou as filmagens como técnico de áudio. Ao longo das gravações, Salvatore e sua equipe viajaram pelo país — onde as fitas cassete ainda são a principal forma de consumo e trocas musicais —, embrenharam-se pelo interior, assistiram a rituais de dança, viram inúmeros shows e tiveram contato com artistas como Khaira Arby, uma das estrelas do “desert blues”. Durante uma viagem ao exterior, ela teve a sua casa invadida pelos rebeldes, seus instrumentos destruídos e foi ameaçada de ter a língua cortada se continuasse a cantar na região (ela é do norte). — Essa história foi realmente impressionante — conta Salvatore. — Khaira hoje está refugiada no sul do país e impedida de voltar à sua casa. Mas o que todos dizem é que esses rebeldes não passam de gângsteres movidos a cocaína, desprovidos de qualquer ideologia, além da vontade de impor o terror a um povo que é muito pacífico, capaz de se entender apesar das diferentes etnias existentes no país. Estávamos na capital quando as tropas francesas começaram a intervir no conflito e, apesar da tensão, as pessoas nas ruas repetiam a frase “fight is no good” (“brigar não é bom”), como se fosse um mantra. A vida é realmente dura no Mali, mas a música e o povo são fascinantes. (webremix.info) |
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O lugar de Rihanna em 2012
RIO - Sem fazer muito estardalhaço em vestidos de carne, uma certa cantora do Caribe vem conquistando um lugar expressivo na constelação do pop contemporâneo. Afinal, pouca gente tem a moral de terminar o ano como a artista que mais vendeu singles em formato digital nos EUA em 2012 (58 milhões), ostentar a liderança absoluta de seguidores no Facebook na categoria “artistas” (64 milhões, até o fechamento desta edição) e, de quebra, ainda emparelhar com Madonna e ameaçar Michael Jackson na disputada lista dos Hot 100 da revista “Billboard”. Estes são apenas alguns dos itens na biografia da jovem milionária Robyn Rihanna Fenty, nascida em 1988 na ilha de Barbados e famosa em proporções planetárias não apenas por suas belas formas, mas também pelo talento cada vez mais reconhecido por público e crítica. Veja também “Diamonds”, o primeiro single do álbum “Unapologetic”, o sétimo em sete anos de carreira, já está em alta rotação nas pistas de dança. A apresentação ao vivo no programa de calouros americano “The voice”, na última terça-feira, foi assunto no “trending topic” do Twitter, com mensagens carregadas de adjetivos elogiosos de fãs e de espectadores do programa. O single chega às rádios, playlists e listas de mais vendidas/tocadas no rastro dos sucessos do álbum “Talk that talk”, lançado em 2011, recheado com o sucesso “We found love”, ainda presente na pista de dança mais próxima. Rihanna não descansa. Por isso mesmo já ganhou o apelido carinhoso (?!) de “hardworking biatch” (sic) nas redes sociais. A expressão seria algo como, digamos… uma menina que gosta de trabalhar. Tanto trabalho parece valer a pena. Este ano a revista “Time” a listou como uma das celebridades mais poderosas do mundo. Como se não bastasse, o novíssimo single “Diamonds” acaba de conquistar o topo da parada Hot 100 da revista “Billboard”. O feito não é pouca coisa, já que a iguala a Madonna, também detentora de 12 sucessos no topo do respeitado ranking. Agora, Rihanna só perde para sua majestade Michael Jackson, líder absoluto da lista, com 13 hits. Aguardemos cenas dos próximos capítulos... O “New York Times” já afirmou que Rihanna é a cantora “mais consistente” da nova geração, provavelmente por conta da tal disposição para o trabalho duro e do talento para farejar sucesso quando recebe as canções de seus compositores. Ao contrário de muitas de suas contemporâneas, como Jesse J. ou Katy Perry, Rihanna não compõe as próprias faixas. A seu favor, porém, a caribenha tem a sensualidade dos trópicos, uma moeda e tanto, para elevar a temperatura dentro e fora do palcos. dueto com o ex chris brown Duvida? Dê uma olhada no vídeo de “Where have you been”, um dos maiores sucessos de “Talk that talk”, lançado em abril deste ano, em que Rihanna ostenta um requebrado “J.Lo-encontra-Shakira”. O clipe foi dirigido por um atento Dave Meyers, o mesmo diretor do controverso vídeo “Firework”, de Katy Perry, uma das melhores amigas de Rihanna. Se “Talk that talk” trazia canções com letras que beiram o clima dos “proibidões” do funk brasileiro, “Unapologetic” oferece um mundo com menos substrato de reggae e dubstep e mais elementos do R&B, também um território musical confortável para a popstar. Entre as novas faixas está o dueto “Nobody’s business”, com Chris Brown, seu ex-namorado. Sim, o mesmo que bateu nela em 2009 e foi proibido pela Justiça de se aproximar da estrela. Pois ele tem se reaproximado, e bastante, provocando reações inflamadas entre colegas da artista, críticos, instituições que defendem os direitos das mulheres e, claro, os sites de fofoca. “‘Nobody’s business’ é a respeito da minha vida como um todo. Entendo que as pessoas documentem cada passo que dou, mas existe uma parte da minha vida que é só minha. Eu tomo minhas próprias decisões”, disse uma segura Rihanna em entrevista ao Facebook Live, em novembro. Na mesma conversa, transmitida ao vivo pela rede social em que reina absoluta, a cantora revelou o desejo de fazer um dueto com Madonna, apontada sem contrangimento como sua “principal influência”. Rihanna admitiu até que gostaria de ficar conhecida como a “black Madonna”. “Trabalhar com ela seria incrível, vamos jogar a ideia no ar e torcer por isso”, disse. A quarta turnê mundial de Rihanna está marcada para começar no dia 8 de março, em Nova York, com datas fechadas para a América do Norte e a Europa. Novos shows serão anunciados em outros continentes, mas ainda não há confirmação sobre a segunda visita da cantora por estas bandas. A primeira e última foi em 2011, quando ela se apresentou em São Paulo e no palco do Rock in Rio, em setembro. Em 2013, a artista também reaparecerá na telona, no filme “Fim do mundo”, dirigido por Seth Rogen. A primeira investida cinematográfica foi em “Battleship” (2012), sob direção de Peter Berg, no qual atuou ao lado de Liam Nesson e Alexander Skarsgard, o vampiro Eric de “True blood”. Rihanna tem preocupações bem objetivas quanto ao futuro. O apresentador Andy Cohen, da rede de TV Bravo, que comandou a entrevista da cantora no Facebook, aproveitou-se das declarações de amor a Madonna para perguntar como ela se vê daqui a 30 anos, quando terá atingido as atuais 54 primaveras da rainha do pop. A resposta foi rápida: “Só quero continuar magra e manter meus peitos apontando para cima. Sério… É só o que me preocupa.” (webremix.info) |
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O lugar de Rihanna na m?sica pop
RIO - Sem fazer muito estardalhaço em vestidos de carne, uma certa cantora do Caribe vem conquistando um lugar expressivo na constelação do pop contemporâneo. Afinal, pouca gente tem a moral de terminar o ano como a artista que mais vendeu singles em formato digital nos EUA em 2012 (58 milhões), ostentar a liderança absoluta de seguidores no Facebook na categoria “artistas” (64 milhões, até o fechamento desta edição) e, de quebra, ainda emparelhar com Madonna e ameaçar Michael Jackson na disputada lista dos Hot 100 da revista “Billboard”. Estes são apenas alguns dos itens na biografia da jovem milionária Robyn Rihanna Fenty, nascida em 1988 na ilha de Barbados e famosa em proporções planetárias não apenas por suas belas formas, mas também pelo talento cada vez mais reconhecido por público e crítica. Veja também “Diamonds”, o primeiro single do álbum “Unapologetic”, o sétimo em sete anos de carreira, já está em alta rotação nas pistas de dança. A apresentação ao vivo no programa de calouros americano “The voice”, na última terça-feira, foi assunto no “trending topic” do Twitter, com mensagens carregadas de adjetivos elogiosos de fãs e de espectadores do programa. O single chega às rádios, playlists e listas de mais vendidas/tocadas no rastro dos sucessos do álbum “Talk that talk”, lançado em 2011, recheado com o sucesso “We found love”, ainda presente na pista de dança mais próxima. Rihanna não descansa. Por isso mesmo já ganhou o apelido carinhoso (?!) de “hardworking biatch” (sic) nas redes sociais. A expressão seria algo como, digamos… uma menina que gosta de trabalhar. Tanto trabalho parece valer a pena. Este ano a revista “Time” a listou como uma das celebridades mais poderosas do mundo. Como se não bastasse, o novíssimo single “Diamonds” acaba de conquistar o topo da parada Hot 100 da revista “Billboard”. O feito não é pouca coisa, já que a iguala a Madonna, também detentora de 12 sucessos no topo do respeitado ranking. Agora, Rihanna só perde para sua majestade Michael Jackson, líder absoluto da lista, com 13 hits. Aguardemos cenas dos próximos capítulos... O “New York Times” já afirmou que Rihanna é a cantora “mais consistente” da nova geração, provavelmente por conta da tal disposição para o trabalho duro e do talento para farejar sucesso quando recebe as canções de seus compositores. Ao contrário de muitas de suas contemporâneas, como Jesse J. ou Katy Perry, Rihanna não compõe as próprias faixas. A seu favor, porém, a caribenha tem a sensualidade dos trópicos, uma moeda e tanto, para elevar a temperatura dentro e fora do palcos. dueto com o ex chris brown Duvida? Dê uma olhada no vídeo de “Where have you been”, um dos maiores sucessos de “Talk that talk”, lançado em abril deste ano, em que Rihanna ostenta um requebrado “J.Lo-encontra-Shakira”. O clipe foi dirigido por um atento Dave Meyers, o mesmo diretor do controverso vídeo “Firework”, de Katy Perry, uma das melhores amigas de Rihanna. Se “Talk that talk” trazia canções com letras que beiram o clima dos “proibidões” do funk brasileiro, “Unapologetic” oferece um mundo com menos substrato de reggae e dubstep e mais elementos do R&B, também um território musical confortável para a popstar. Entre as novas faixas está o dueto “Nobody’s business”, com Chris Brown, seu ex-namorado. Sim, o mesmo que bateu nela em 2009 e foi proibido pela Justiça de se aproximar da estrela. Pois ele tem se reaproximado, e bastante, provocando reações inflamadas entre colegas da artista, críticos, instituições que defendem os direitos das mulheres e, claro, os sites de fofoca. “‘Nobody’s business’ é a respeito da minha vida como um todo. Entendo que as pessoas documentem cada passo que dou, mas existe uma parte da minha vida que é só minha. Eu tomo minhas próprias decisões”, disse uma segura Rihanna em entrevista ao Facebook Live, em novembro. Na mesma conversa, transmitida ao vivo pela rede social em que reina absoluta, a cantora revelou o desejo de fazer um dueto com Madonna, apontada sem contrangimento como sua “principal influência”. Rihanna admitiu até que gostaria de ficar conhecida como a “black Madonna”. “Trabalhar com ela seria incrível, vamos jogar a ideia no ar e torcer por isso”, disse. A quarta turnê mundial de Rihanna está marcada para começar no dia 8 de março, em Nova York, com datas fechadas para a América do Norte e a Europa. Novos shows serão anunciados em outros continentes, mas ainda não há confirmação sobre a segunda visita da cantora por estas bandas. A primeira e última foi em 2011, quando ela se apresentou em São Paulo e no palco do Rock in Rio, em setembro. Em 2013, a artista também reaparecerá na telona, no filme “Fim do mundo”, dirigido por Seth Rogen. A primeira investida cinematográfica foi em “Battleship” (2012), sob direção de Peter Berg, no qual atuou ao lado de Liam Nesson e Alexander Skarsgard, o vampiro Eric de “True blood”. Rihanna tem preocupações bem objetivas quanto ao futuro. O apresentador Andy Cohen, da rede de TV Bravo, que comandou a entrevista da cantora no Facebook, aproveitou-se das declarações de amor a Madonna para perguntar como ela se vê daqui a 30 anos, quando terá atingido as atuais 54 primaveras da rainha do pop. A resposta foi rápida: “Só quero continuar magra e manter meus peitos apontando para cima. Sério… É só o que me preocupa.” (webremix.info) |
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Grupos beneficentes encenam 'O Quebra-Nozes' no Castro Mendes
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Amanda Quintiliano, um talento de v?rias faces
RIO - Pelas vielas do Queto, comunidade localizada no Sampaio, Amanda Quintiliano desfila sua alma de artista. A jovem, de 24 anos, não para. É atriz, percussionista da banda Meninas do Rio e faz sua estreia agora como roteirista, com o curta-metragem “Vou esperar então”. O filme participa do 6º Encontro de Cinema Negro Brasil África e Caribe, que acontece até quinta-feira em alguns espaços culturais, como o Cine Odeon e o Espaço Oi Futuro. — A minha obra trata do universo dos mototaxistas, que estão normalmente presentes nas comunidades cariocas — explica Amanda. A jovem multifacetada começou a se interessar pelo mundo artístico ainda criança, quando frequentava as aulas de dança da vila olímpica na comunidade onde nasceu e foi criada. — O lugar onde moro foi essencial para eu entrar no meio artístico. Aos 9 anos, comecei a ter aulas de dança. O teatro, no início, eu só assistia, porque morria de vergonha — afirma Amanda, que descobriu sua vocação para o cinema num curso de audiovisual no Vidigal. (webremix.info) |
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Pr?xima temporada de cruzeiros ter? 15 navios no litoral brasileiro, sendo quatro in?ditos
Veja também RIO - Entre 9 de novembro, com a chegada do Grand Mistral, da Ibero, e 22 de abril de 2013, quando o Splendour of the Seas deixa Santos em direção à Europa, acontece a próxima temporada brasileira de cruzeiros, que, como tudo na vida, pode ser analisada sob dois ângulos. Se por um lado trará o maior transatlântico que já visitou o litoral brasileiro (o MSC Fantasia, com capacidade para até 4.363 passageiros, inédito no país), por outro ele será apenas um dos 15 navios escalados para viajar pela nossa costa — na última temporada foram 17 e na penúltima, 20. Otimistas notarão que os cruzeiristas terão mais tempo a bordo e farão mais cruzeiros internacionais, já que o foco das operadoras agora são os roteiros de em média sete noites e com destino a Argentina e Uruguai, representando um aumento de 15% no número de viagens aos portos hermanos. Os pessimistas lembrarão que os minicruzeiros, mais acessíveis, praticamente sumiram da programação e o número de viagens ao Nordeste terá uma queda de 18% em relação ao último verão. E estarão todos certos. Entre os navios serão quatros inéditos no litoral brasileiro, três a mais que na temporada passada. Além do MSC Fantasia, a armadora italiana trará o Magnifica pela primeira vez. A também italiana Costa Cruzeiros apresenta aos portos nacionais os Fascinosa e Favolosa. As duas empresas mantiveram o número de embarcações do verão passado (quatro), assim como a Ibero (três). Já a Pullmantur, que este ano não fará o polêmico cruzeiro para Fernando de Noronha, terá três navios, um a menos que em 2011/2012. A Royal Caribbean terá apenas uma embarcação, em vez das duas da temporada passada. Apesar de constarem na lista da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar), três navios terão embarques e desembarques apenas em Buenos Aires, com viagens pela costa brasileira: Costa Serena, Ibero Grand Celebration e MSC Musica. Se considerarmos apenas os navios que terão embarque e desembarque no solo brasileiro, o número inicial de 15 cairá para 12. — Cruzeiros mais longos rendem mais que os curtos. Apesar do potencial, o Brasil não é competitivo e perde para mercados como China, Austrália e Oriente Médio — diz o presidente da Abremar, Ricarco Amaral. Estreantes. Novidades com sotaque italiano no porto do Rio Dos quatro navios estreantes no litoral brasileiro (levando em consideração apenas a navegação de cabotagem), somente Fascinosa e Favolosa, ambos da Costa, terão embarque e desembarque no porto do Rio. Novinho em folha, lançado este ano, e com capacidade para 3.800 passageiros, o Fascinosa fará 11 cruzeiros pelo país, todos com embarque e desembarque no Rio e em Santos. O primeiro, a partir de 13 de dezembro, será de quatro noites, com paradas em Búzios e Angra dos Reis, e os demais terão nove noites e escalas em Porto Belo (SC), Punta del Este e Buenos Aires. No dia 18 de março de 2013, a embarcação deixa o porto do Rio rumo à Europa, numa viagem de 21 noites até Veneza. A bordo, a decoração inspirada nos clássicos do cinema é atualizada em uma atração high-tech, o cinema 4D, com uma tela de 18 metros quadrados. Mas se o clima do verão brasileiro não decepcionar, as grandes atrações a bordo serão as quatro piscinas, cinco jacuzzi e um parque aquático. Há ainda cinco restaurantes e spa da linha Samsara, exclusivo dos transatlânticos da companhia. Quadra poliesportiva e um campo de golfe completam as atrações do navio de 290 metros de comprimento e 1.508 cabines. O Fascinosa será palco de três cruzeiros temáticos: “Tango e milonga” (aulas e bailes de dança portenha), “Prata all’italiana” (aulas de culinária italiana) e o “Prata gourmet” (aulas sobre gastronomia e vinhos). Apenas um ano mais velho, o Costa Favolosa é gêmeo do Fascinosa e também terá roteiros com embarques no Rio e em Santos entre 17 de dezembro e 5 de março. Serão 13 saídas, sendo sete (entre seis e oito noites) com destino a Salvador e paradas em Ilhéus. Haverá também cruzeiros de três e sete noites somente pelo litoral do Sudeste. O navio oferece praticamente os mesmos serviços do irmão mais novo, mas se diferencia pela decoração, inspirada nos contos de fada. O parque aquático infantil é decorado com temática de castelos e piratas. E se não chega a ser um príncipe encantado, Roberto Carlos será a principal atração a bordo, durante seu cruzeiro “Emoções em alto-mar”. Haverá ainda outros três roteiros temáticos: “Fitness” (que esse ano terá até aula de MMA), “Bem-estar” e “Dançando a bordo” (com Carlinhos de Jesus). Outro transatlântico da companhia que terá saídas do Rio é o Costa Fortuna, velho conhecido dos mares brasileiros. Com capacidade para 3.470 pessoas, terá dez roteiros de oito e nove noites para Buenos Aires e Punta del Este, entre os dias 18 de dezembro e 15 de março. Entre os destaques do Fortuna está o Club Conte Grande 1927. Com seu teto transparente, os hóspedes podem contemplar as estrelas. Gigante. O maior navio da temporada O exagero é traço marcante tanto da alma italiana quanto do negócio de cruzeiros marítimos. Então não é surpresa que uma das principais armadoras daquele país seja a responsável pelo maior transatlântico que já visitou a costa brasileira. Estamos falando do MSC Fantasia, que estreia no Brasil com seus 333 metros de comprimento e capacidade para 4.363 passageiros. Ele é uma das novidades da MSC para a temporada nacional. A outra é o Magnifica, para 3.223 hóspedes. Mas o carioca que quiser embarcar em um deles terá que ir até Santos. Outra novidade da empresa: em todos os navios em operação há uma nova fragrância, criada especialmente para a MSC, que remete aos aromas mediterrâneos. Se o tamanho do Fantasia impressiona por fora, o design a bordo quer causar o mesmo impacto por dentro. A decoração do lobby, por exemplo, assinada pelo escritório italiano De Jorio, tem uma escada com degraus decorados com cristais Swarovski e pilares e bancadas de mármore e madeira. Uma das quatro piscinas comuns, na área Lido Catalano, apresenta decoração inspirada nos mosaicos de Gaudí para o Parc Guel, em Barcelona. O navio, lançado em 2009, tem ainda teatro com 1.500 lugares e cinco restaurantes. Mas a grande novidade que o gigante italiano traz ao Brasil é o Yatch Club, uma espécie de primeira classe de acesso restrito, com 71 suítes e serviços exclusivos, como piscinas, restaurantes e mordomo 24 horas. A área estará disponível em todas as oito saídas do Fantasia (de seis a oito noites) que terão embarque e desembarque em Santos e paradas em Ilha Grande, Búzios e Salvador. A temporada do navio vai de 27 de novembro a 5 de março, e os cariocas que não quiserem ir até o litoral paulista para embarcar poderão vê-lo de longe durante o réveillon, quando estiver ancorado em frente a Copacabana. Outro navio da armadora que vem pela primeira vez ao Brasil é o Magnifica, de 2010, que também terá saídas somente de Santos. Ele será um dos recordistas de roteiros, com 21 saídas entre 13 de novembro e 28 de março, sendo a maioria de sete noites com paradas em Punta del Este, Montevidéu e Buenos Aires. Um destaque da embarcação é o fato que 80% de suas 1.259 cabines possuem varanda. Quando não estiverem em uma das cinco piscinas (uma delas com teto retrátil) ou seis jacuzzi, os passageiros poderão se divertir no boliche, no centro esportivo, no teatro e — por que não? — na biblioteca. O Magnifica receberá ainda dois cruzeiros temáticos. No “Qualidade de vida”, a programação é voltada aos hábitos saudáveis, incluindo exercícios e aulas de ioga e meditação. No “Baila comigo”, haverá aulas dos mais variados ritmos. De certa maneira, o navio que a empresa escolheu para ter embarques e desembarques no Rio também é novidade. Pelo menos na Praça Mauá. O Orchestra, que até então só havia operado na temporada brasileira a partir de Santos, comporta os mesmos 3.223 hóspedes do Magnifica, do qual é gêmeo, com quase a mesma estrutura (não tem o boliche, por exemplo, mas tem biblioteca). A embarcação fará 16 viagens, de duas a oito noites, com roteiros variados, como litoral paulista, Salvador e Buenos Aires/Punta del Este. Uma tradição de cara nova Num mercado sempre em buscas de novidades, um navio escalado para sua sexta temporada na costa brasileira não deveria chamar atenção. Mas não se ele for o Splendour of the Seas, da Royal Caribbean. O transatlântico, lançado em 1996, passou por uma reforma no ano passado e volta ao Brasil de cara nova. Um dos destaques é o novo restaurante asiático Izumi, com a melhor vista externa. O menu do Viking Crown Lounge e a churrascaria Chops Grille são outras novidades. Das 915 cabines, 124 são novas e com varandas. E, desde fevereiro, cada uma delas está equipada com um iPad, com informações sobre o cruzeiro. Um moderno telão ao lado da piscina e uma galeria dedicada ao artista plástico Romero Britto também são inéditos por aqui. Para 2.074 hóspedes, o Splendour fará 20 viagens saindo de Santos (preços por pessoa em cabine dupla a partir de R$ 559), com duração entre três e sete noites, e dois roteiros: praias (Búzios, Ilha Grande e Ilhabela) e Buenos Aires e Punta del Este. Outros roteiros. Viagens para Caribe ou Patagônia a partir do Rio Fora da navegação de cabotagem, contabilizada pela Abremar, o Rio será ponto de partida de pelo menos outros quatro navios inéditos no país. Um dos mais badalados é o Azamara Quest, da Azamara Club, empresa do grupo Royal Caribbean. A embarcação, para 694 passageiros, terá duas saídas da cidade com destino a Buenos Aires. A primeira, de nove noites, a partir de 18 de dezembro, terá paradas em Búzios, Paraty, Ilhabela, Porto Belo e Punta del Este. A segunda, em 5 de janeiro, de dez noites, terá escala extra em Montevidéu. No fim da temporada, em 12 de fevereiro, o Quest parte do Rio para Miami, numa viagem de 18 noites e paradas em Recife, Belém e portos do Caribe. O charme do navio é seu tamanho reduzido. Das 347 cabines, 300 têm vista para o mar. Um restaurante de comida mediterrânea dá um toque de sofisticação à embarcação, do ano 2000. Os cariocas também poderão embarcar num dos navios mais luxuosos presentes na costa brasileira, o Silver Cloud. O transatlântico da Silversea Cruises chega ao porto do Rio em 14 de dezembro, vindo de uma viagem de 15 noites desde Bridgetown, em Barbados. No dia seguinte parte para um cruzeiro de sete noites rumo a Buenos Aires, com paradas em Paraty, Santos, Punta del Este e Montevidéu. O navio, para 296 passageiros, foi remodelado este ano. Os restaurantes, entre eles o Le Champagne (o único ligado à rede Relais & Châteaux dentro de um navio), também estão de cara nova e 90% das cabines com varanda tiveram os banheiros ampliados. Outra novidade é o Maasdam, da Holland America, para 1.258 passageiros. O roteiro “Amazon and carnaval explorer” começa no Rio no dia 10 de fevereiro com destino a Fort Lauderdale. Serão 26 dias de viagem, que inclui Manaus, Parintins, Alter do Chão e paradas no Caribe. Viagem longa também está no cardápio do britânico Adonia (P&O Cruises), que partirá do Rio no dia 9 de fevereiro com destino a Valparaíso, no Chile, passando pelo mítico Canal de Beagle, na Terra do Fogo, em um roteiro de 21 noites. Menor (710 passageiros), consegue se aproximar dos glaciares. Mas não permite crianças; é um cruzeiro adult only. (webremix.info) |
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Durban litor?nea: de bicicleta pela praia art nouveau (webremix.info) |
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Na Venezuela, afrodescendentes latinos constroem identidade
Os afrodescendentes latino-americanos buscam hoje uma identidade própria que os vincula com África sem os afastar de seus respectivos países, afirmou na Venezuela o acadêmico gabonês Nicolás Ngou-Mve. A cultura africana está presente em âmbitos como a dança, as canções, a língua, e a cozinha latinoamericana Em declarações à Prensa Latina, o professor da Universidade [...] Leia mais sobre: (webremix.info) |
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Nos cem anos de Bollywood, o Brasil ganha distribuidora que lan?a seu primeiro filme no pa?s
RIO - Colorido com as tintas do folhetim e da cantoria, Bollywood, a indústria indiana de cinema-pipoca que vende até quatro bilhões de ingressos ao ano em seu país, comemora este ano um século de existência buscando uma expansão comercial pelo mundo. Sua máquina de fazer entretenimento começou em 1912, quando o fotógrafo e dono de gráfica Dadasaheb Phalke (1870-1944) resolveu investir seu dinheiro no que viria a ser o primeiro filme feito em Mumbai (ex-Bombaim, daí o “B” na palavra Bollywood): “Raja Harishchandra”, lançado em abril de 1913. Ali nasceu um formato de melodrama falando em hindi (idioma oficial, derivado do sânscrito) que combinava diferentes gêneros (ação, épico, romance) para fazer a crônica dos valores culturais e das mitologias de uma nação. E, a partir do advento do som na telona, esse formato passou a ser realizado sempre em forma de musical, com números de canto e dança. Sua exuberância visual vai ser tema de debates numa retrospectiva-tributo do Festival Internacional de Marrakech (30 de novembro a 8 de dezembro), no Marrocos, que reúne clássicos feitos em Mumbai para celebrar os cem anos de Bollywood, no momento em que produtores locais firmam parcerias com estúdios americanos como a Disney e a Sony, para garantir maior entrada no continente americano. Esse plano de expansão também chega ao Brasil, com a criação de uma nova distribuidora especializada no setor, a Bollywood Filmes. No dia 24 deste mês, a empresa fundada por André Ricardo Nascimento e Dinesh Sinha lança seu primeiro título: o drama romântico “Fanaa” (2006), de Kunal Kohli, um dos raros exemplares da produção bollywoodiana a ter arrecadado fortuna em salas de exibição fora da Índia: seu faturamento internacional em venda de ingressos foi de US$ 7 milhões, fora os US$ 21 milhões que contabilizou em casa. Seu protagonista, Aamir Kahn, é chamado de “o Tom Hanks da Índia” por sua popularidade local. Na trama, Khan vive um guia turístico que se apaixona por uma jovem cega (Kajol Mukherjee). - Bollywood é pouco conhecida no Brasil ainda, mas acreditamos que há potencial para seus filmes irem além do circuito de arte. Ela é a segunda mais lucrativa indústria de cinema do mundo. Não haver um mercado estabelecido não é um problema, é uma oportunidade - diz André Ricardo Nascimento, que aposta na proximidade entre a narrativa folhetinesca bollywoodiana e a estrutura das telenovelas nacionais como um chamariz. Mais do que exibir as superproduções da Índia, sua Bollywood Filmes que fomentar coproduções. - Bollywood tem uma característica marcante: a maioria esmagadora dos filmes tem locações fora da Índia. Nova York, Londres, Caribe, Austrália, Polônia, Oriente Médio, Cuba são só exemplos de locais onde Bollywood filmou. Nosso objetivo principal é fazer do Brasil mais uma opção de locações, o que pode ajudar o cinema brasileiro a aprender com o indiano sobre alcance internacional - diz Nascimento. Considerado um dos maiores pesquisadores de Bollywood, o jornalista e produtor indiano Ram Devineni, autor da revista eletrônica “Rattapallax”, lembra que o audiovisual da Índia vai além da estética cantada da produção de Mumbai. Nas regiões da Índia onde se fala telegu e não hindi, a produção, mais autoral, se chama Tollywood. Cada região tem um cinema com características próprias, mas nenhum tem o apelo comercial da filmografia bollywoodiana. Ele lembra que o maior mito cinematográfico do país, Satyajit Ray (1921-1992), diretor de “A canção da estrada”, investia em análises sociais realistas, filmando em Calcutá. - A partir de 1947, quando a Índia ganhou sua independência, o cinema foi fundamental para unificar nosso povo. Daí nasceu uma tradição que chega a levar até 14 milhões de indianos ao cinema por dia, já que o ingresso gravita em torno de US$ 1 - explica Devineni. - Um dos mais bem-sucedidos diretores dos anos 1970, Manmohan Desai, uma vez disse que realizava filmes nesse formato para fazer nosso povo se esquecer de sua miséria, indo a um universo de sonho. Vem daí o sucesso. Ainda para 2013, o produtor brasileiro Ibirá Machado prepara uma mostra de clássicos de Bollywood para correr o país, via CCBB, comemorando o centenário de um cinema temperado ao curry da invenção. (webremix.info) |
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Hillary anima pista de dan?a durante jantar na ?frica do Sul (webremix.info) |
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Samba do ?créole? doido nas Ilhas Maurício
Veja também PORT LOUIS, Maurício - Foi dada a largada para o carnaval de Ilhas Maurício, no Oceano Índico, a pelos menos 15 horas de avião do Sambódromo do Rio. A comissão de frente é composta por carros antigos, e os destaques em cada um deles são misses de países cujas histórias estão de alguma forma ligadas à dos anfitriões: França, Reino Unido, Índia, Líbano... e Brasil. Seguem-se motos em alta velocidade, caminhões travestidos de alegorias, músicos tocando de Beatles a Abba, desajeitados neofoliões locais. Até um grupo de 30 sambistas carioquíssimos fechando a festa. Nosso país chegou agora, mas nesse enredo do créole doido já disputa a janelinha. Foi em fevereiro deste ano que empresários locais estiveram aqui e ficaram encantados com o que viram na passarela do samba. Daí até exportarem um desfile inspirado no que encanta o mundo para Port-Louis, capital da ilha, em julho deste ano, foi um salto sem muita ginga. Mas fez sucesso. Tanto que a segunda edição já está marcada para 30 de junho de 2013. E, desta vez, com cem sambistas made in Brazil. A ideia é turbinar o turismo na baixa temporada. O país, que tem atraído cerca de 940 mil visitantes ao ano, 35% deles vindos da França, está preocupado com a crise mundial e com o envelhecimento de seus hóspedes habituais. Na folia deste ano, foram investidos oficialmente 5 milhões de rúpias (R$ 327 mil). Em 2013, haverá reforço na verba. Até para incrementar a infraestrutura do evento. O retorno, segundo o Ministério do Turismo da ilha, será em imagem. Sobretudo no mercado europeu. A Sapucaí de Maurício é cem metros mais longa que a original. São 800 metros na avenida que beira a bela praia de Flic en Flac, a oeste da ilha. Para o desfile, a passarela ganhou grades laterais (de um lado, o mar; do outro, alguns restaurantes, pequenos hotéis e, até, um cemitério) e recebeu um público estimado em 60 mil pessoas. Com entrada grátis. O trânsito na capital deu um nó. — Chegamos duas horas antes do horário marcado para garantir este lugar — contou em inglês, uma das línguas oficiais do país, Nathalie Deche, acompanhada do marido, Norbert Louisan, e da filha Malva, de 4 anos, na fila do gargarejo. Já Sahida Mouratsing, de 68 anos, chegou às 9h com a filha, mas ficou no conforto de uma espécie de camarote que funcionou na varanda de um bar: — Queria muito vir. Nunca assisti a algo parecido. Nem eles nem ninguém ali. Incluindo quem desfilou. Afinal, apesar de vizinhos da África, a origem de 60% da população é indiana. Há africanos, sim, assim como franceses, chineses... Uma mistura que já seria um prato cheio para os carnavalescos daqui. Os foliões mauricianos se reuniram na concentração, improvisada no estacionamento de um shopping, a cinco quilômetros da avenida, num calor de 30 graus, às 14h de um domingo. — Vim fantasiada de fogo. Não preciso dançar. Só me mover um pouco — explicou Stephanie Dauguet, de 22 anos, prestes a debutar como destaque no chão, entre palhaços, índios, piratas, engolidores de fogo e personagens da Disney. Já a “passista” Christie Zamudio, de 17 anos, sentia-se mais preparada para migrar da séga (dança típica de Maurício, com movimentos e saias longas e floridas de estilo caribenho) para o samba e seu figurino diminuto. — Um amigo que conhecia o organizador me indicou. Nunca participei de nada parecido. Mas tive aulas com um professor por duas semanas — contou, à frente de um grupo de 12 meninas de biquínis brilhantes, mas comportados. Com uma hora de atraso, às 15h, o espocar de bombinhas indicou o início do desfile, narrado por um apresentador e musicado por um jingle de meia dúzia de frases em francês que iria se tornar insuportável em mais alguns minutos de repetição ad aeternum (“Carnaval ici, carnaval en Flic en Flac...”). Passados os carros antigos enfeitados pelas misses (um deles com plaquinha de “vende-se” e tudo) e os motociclistas apressados (dois provocaram um acidente que poderia ter sido grave) — ida e volta, como aqui só se viu a Mangueira fazer, na inauguração do Sambódromo, em 1984 — um grupo de dançarinos de um hotel se apresentou apenas para o “primeiro setor”, no melhor estilo Churrascaria Plataforma. Aplausos. E pausa. Clarão na pista. Um dos muitos que se seguiram, daqueles de fazer matar ou morrer numa escola de samba do Rio. Entram em cena as alegorias e as alas. Um carro coberto por tecido vermelho, Miss França a reboque, vem representado o Moulin Rouge. E a colonização francesa da ilha. Passa uma bateria à la Maurício. Mas mal dá para sentir o batuque. E volta a tocar o jingle, só interrompido por alas de ritmistas chineses e indianos, assim como por carros alegóricos como o da vizinha Ilha Rodrigues (com direito a acordeom e triângulo), o dos Beatles (com “Help” cantada ao vivo por três vocalistas, ao lado da Inglaterra) ou o do filme “Mamma Mia”, no carro do hip hop (com crooners entoando “Dancing Quen”). Rodrigues faz parte do arquipélago de Mascarenhas, como Maurício. Os ingleses foram lembrados porque também colonizaram o país. Já os australianos do Abba.... não se sabe como entraram no enredo, assim como os personagens da Disney. Mas tudo é festa. Duas horas depois da sucessão de surpresas — até um carro representando os resorts que fazem a fama de Maurício, com direito a destaques mergulhados em uma piscina, de algum aspirante a Paulo Barros local —, o aguardado grupo brasileiro aponta na avenida. Não é um compacto de uma escola de samba, como o que se costuma ver em carnavais como o de San Luis, na Argentina, mas um grupo arregimentado pelo empresário francês radicado no Rio Alexis de Vaulx. Foi ele — que tem um camarote na Sapucaí em que recebe outros empresários — quem fez contato com os representantes de Ilhas Maurício no último carnaval. Eles falaram maravilhas do desfile para o ministro do Turismo do país. Dali em diante, foram cinco meses de conversas para acertar a ida dos sambistas do Rio. — Pensei em levar uma escola, a Grande Rio, mas esbarramos em problemas de agenda. Chamei o Alexandre Couto, figurinista que trabalha com a agremiação da Baixada e há dez anos prepara um espetáculo montado para 120 pessoas, chamado “Brasil Exótico”, todo com roupas costuradas a mão, e formamos o grupo, que chamamos de Dance Brasil — contou Alexis. Teve mestre-sala e porta-bandeira, duas baianas, seis passistas, nove ritmistas e até um puxador. Só que este nem pôde cantar. — É que esqueceram o carro de som que deveria acompanhá-lo — explicou Alexis, que também deu falta de santo antônios (hastes onde os destaques se seguram) nos carros alegóricos, entre outros detalhes que pretende resolver até o ano que vem, quando estuda-se levar um grupo de artesãos brasileiros para ensinar como montar e decorar alegorias. O público neófito nem notou. Todos encantados com a beleza das mulatas e a riqueza dos figurinos. Muitos se aproximavam para tocar as fantasias, para desespero da porta-bandeira Jack, preocupada com a integridade da sua, de 35 quilos, que representava o vulcão que deu origem à ilha. A pequena Britney Mascareigne, de 9 anos, entrou sem cerimônia no meio do grupo de passistas e as encantou sambando cheia de borogodó. — Ela só olhou pela TV e aprendeu — disse a mãe, orgulhosa, escrevendo os telefones da filha no bloco da repórter. — Se quiserem contratá-la, é só ligar. Seria preciso perguntar a Dalva Araújo, que fez a seleção das mulatas e ainda deu expediente como baiana no desfile: — Quando fomos escolher as meninas, veio uma linda, tipo modelete. Mas sem bunda e sem peito. Para sambar não dá! Tem que ter peito, bunda e cintura fina — deu a dica. O Brasil também teve sua miss. Não a Miss Brasil 2012, Priscila Machado, que deu um bolo nos organizadores às vésperas da viagem, mas a Miss Brasil Beleza Internacional, Gabriella Rocha. Ela desfilou de colombina, ao lado do ex-BBB Kadu Parga, de pierrô. A rainha de bateria era Adriana Bombom, que pela primeira vez desfilou fora do Brasil. Uma exceção no grupo, que reuniu sambistas “internacionais”, como o percussionista Paulo Katiço, de 33 anos, que já passou temporadas de até nove meses em países como Rússia, Finlândia e Suécia. — Minha mãe dizia: “Vai trabalhar!”. Mas só tive carteira assinada uma vez, na cozinha da Escola Americana, na Gávea. Tudo o que eu tenho veio por meio da música e das viagens — contou Katiço, que nasceu na Rocinha e hoje mora com mulher e filhos em uma casa na Zona Oeste do Rio. Em Maurício, além de desfilar em Flic en Flac, todos eles fizeram apresentações relâmpago em shoppings e um show para 800 pessoas que pagaram 1.600 rúpias (cerca de R$ 100), com jantar incluído, para vê-los, no palco do Hotel La Pirogue, onde estavam hospedados. Famílias inteiras, incluindo crianças de todas as idades, ficaram encantadas com a apresentação. E, após o espetáculo, passaram meia hora tirando fotos com cada um dos sambistas. Um grupo de 25 pessoas se hospedou no hotel para comemorar um aniversário no show. Kate Le Merle levou a filha Emma, de 5 anos. — Eu, meu marido e meus pais trouxemos a menina, que estava encantada com carnaval desde que viu “Rio”. Não acho uma festa sexualizada — disse, saindo correndo atrás da filha, encantada por Bombom. Não muito diferente do que aconteceu na passarela do samba mauriciana. Em meio ao burburinho em francês e criolo, ouve-se em bom português: — Tem que sambar! Era a maranhense Vanda Bheenick, que está nas Ilhas Maurício há 14 anos, desde que se casou com um mauriciano que conheceu no Brasil. — É a primeira vez para mim também! Nunca tinha visto um desfile antes. É lindo! Só falta som! — gritou, pendurando-se na grade na tentativa de seguir atrás dos conterrâneos. Mas quem parecia um pinto no lixo mesmo era Karl Mootoosamy, diretor do Departamento de Turismo da ilha. — Eu beijei a bandeira! — dizia, cheio de orgulho. Perguntado se havia tocado nela, respondeu que sim, todo feliz. E, ao ser avisado de que não deveria, por uma questão de respeito, prometeu que no ano que vem não repetirá a gafe. — As pessoas vieram por vocês. Aguardamos vocês no ano que vem! (webremix.info) |
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Hillary Clinton deu um pezinho de dan?a na ?frica do Sul
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Dia do Jongo d? in?cio a uma s?rie de a??es que revitalizam o g?nero
RIO - Se não fosse o Mestre Darcy o jongo tinha morrido. A frase não guarda metáfora, e as vozes que a repetem são tantas que não seria justo estabelecer quem a diz. Poderia ser atribuída tanto a Tia Maria, liderança mais antiga do Jongo da Serrinha, com seus 91 anos, como a qualquer um dos jovens integrantes que entram e saem pela sede do grupo, instalada numa das ladeiras de acesso ao morro da Serrinha, em Vaz Lobo.— Tudo o que a gente tem é por causa dele — diz Lazir Sinval, coordenadora artística da ONG Jongo da Serrinha e cantora do grupo. — O jongo é baseado na tradição oral, se mantém vivo na memória dos mais velhos, que repassam os cânticos e ensinamentos aos mais novos. Então, não fosse por ele, muita coisa teria se perdido. Zeca, Mautner, Kassin, Digital Dubs Se estivesse vivo, Darcy do Jongo completaria 80 anos em 2012 e veria nesta quinta-feira, dia 26 de julho, a celebração do Dia Estadual do Jongo, instituído no ano passado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), atendendo a um pedido do Jongo da Serrinha. Reconhecido em 2005 como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan, o jongo terá sua tradição de canto, dança e religiosidade exaltada e amparada por uma série de atividades até o fim do ano, como shows, lançamento de discos e também o início da construção de uma nova sede para o grupo, que já conta com projeto arquitetônico e aval da prefeitura. — Estamos desapropriando um imóvel e iremos fazer a obra — diz o prefeito Eduardo Paes, referindo-se a um prédio de 1.600 metros quadrados no pé da Serrinha. No espaço, além de oficinas de construção de instrumentos, percussão, aulas de teatro, cultura popular, canto e dança, haverá um terreiro para apresentações e também salas para os coordenadores. — A construção da sede é urgente para que a gente possa dar continuidade a nossos projetos culturais e de educação — frisa a coordenadora e produtora Adriana Penha. As comemorações do Dia do Jongo começam hoje à noite, às 21h, com show especial dos jongueiros da Serrinha no Trapiche Gamboa, ao lado do grupo Razões Africanas. No repertório, as cantoras e os instrumentistas do grupo entoarão pontos ancestrais e novidades criadas pelos próprios integrantes. Algumas das faixas estarão no segundo CD do grupo, "Vida ao jongo!", a ser lançado em novembro. Já no sábado, às 14h, será realizado um seminário no Palácio Capanema, reunindo dez comunidades jongueiras de diversos pontos do estado. Após a cerimônia, um cortejo vai partir do palácio em direção aos Arcos da Lapa, onde, às 18h, se inicia uma grande roda de jongo. — O seminário serve para estreitar a relação entre as comunidades, e também entre elas e representantes do poder público — diz Adriana Penha. — O jongo é um bem imaterial, então acho que o objetivo de todos é salvaguardar os jongueiros, ou seja, cobrar políticas que possam garantir a continuidade do trabalho, da transmissão dessa cultura a partir da música. Darcy nos fez entender a importância de cultivar a tradição, as memórias, e se não fosse ele e Tia Maria muita coisa teria ido embora sem registro. Originário da região do Congo-Angola, na África Meridional, o jongo chegou ao Brasil com os negros bantos que se estabeleceram nas fazendas de café do Vale do Paraíba, no Sudeste. Foi entre o fim do ciclo do café e a abolição da escravidão que um grande contingente de negros se instalou no Centro do Rio e, no começo do século XX, em morros como Mangueira, Salgueiro e Serrinha. Foi lá que se estabeleceu o maior reduto de jongueiros, entre eles a mãe de santo Vovó Maria Joana Rezadeira, mãe de Darcy. Entre os toques de tambor, aprendidos com os ogãs dos terreiros, Darcy se tornou um percussionista inovador, responsável tanto por incluir o agogô na bateria do Império Serrano quanto por trazer às rodas instrumentos de harmonia e sopro. Herança que o produtor Paulão Sete Cordas leva adiante no álbum "Vida ao jongo!". — Usamos violão, cavaquinho e flauta, mas toda a base está na percussão, nos toques, que foram gravados pelo pessoal da Serrinha — diz Paulão. — Darcy criou uma das maiores escolas de percussionistas do país, e neste disco o jongo é registrado numa qualidade de produção que ainda não havia recebido. Precisamos fazer com que essas músicas cheguem às pessoas, que esse trabalho dê mais visibilidade à riqueza do jongo. No álbum, nomes fortes como Zeca Pagodinho, Jorge Mautner, Sandra de Sá e Zé Luis do Império participam ao lado do coro da Serrinha, cantando pontos antigos e composições de Paulo César Pinheiro, Wilson Moreira e Ney Lopes, todas entremeadas por vinhetas entoadas por Tia Maria. — Ela é uma griot ( contadora de histórias), tem um caderno com mais de 300 pontos. Tivemos que escolher a dedo — diz Lazir. — Eles falam do cotidiano do negro na senzala, dos elementos da natureza, dos tambores, de fé, como nos pontos de louvação e despedida, que abrem o disco e nossos shows. A ligação entre o jongo e os cultos afro — umbanda e candomblé — marca não só o ritmo, considerado o pai do samba, mas o viés religioso do gênero. Não à toa o Dia do Jongo é celebrado no dia de Nossa Senhora de Sant’Ana, sincretizada em Nanã, orixá do candomblé. — Há gente que vê o jongo apenas como dança, mas eu enxergo nele uma herança espiritual, uma dança das almas, em que pretos velhos e antigos orixás nos repassam mensagens, entre elas o respeito aos mais velhos — diz Lazir. Com o pé na tradição, mas de olho no futuro, os produtores Dyonne Boy e Ricardo Cotrim idealizaram um álbum conceitual. "Estúdio de criação", que será lançado em setembro, em parceria com o Sesc, reúne oito peças musicais criadas por diferentes produtores da cena contemporânea carioca, como Kassin, Pedro Bernardes, Duplex, Bolimbolacho, João Hermeto, Digital Dubs, Vânia Dantas Leite e o DJ Michel, do viaduto de Madureira. — É um projeto que nasceu do Jongo da Serrinha, mas que propõe novas leituras a partir de meios eletrônicos — diz Cotrim. — São peças inspiradas no jongo, mas que atravessam o funk, o dub, o reggae, a música eletroacústica. O que nos interessa é estabelecer canais entre o jongo e outros núcleos de produção musical da cidade. Ampliar a rede de diálogo do jongo para além do samba. Fazer com que ele circule em criações novas, originais. O barato é a diferença e a diversidade de perspectivas de cada um desses criadores sobre o jongo. ‘Um universo novo de criação’ Oportunidade que o produtor Pedro Bernardes abraçou para traçar uma rota evolutiva de batuques, que parte dos tambores do jongo, cruza o maculelê e aporta eletronicamente nos graves sintéticos do funk, servindo também de guia para a métrica de uma extensa letra que desfere golpes "contra o sistema" em versos que se unem "em resposta a essa engrenagem", como diz o músico. — O que fiz é uma homenagem ao jongo, ao trabalho do Darcy, que conheci pessoalmente. Na Serrinha não tem UPP, a coisa ainda pega fogo, então criei uma música que é uma espécie de oração — conta Pedro. — O funk sofreu uma transformação com o tamborzão, que é primo do maculelê, que, por sua vez, é primo do jongo. Nunca tinha trabalhado com o jongo, que é um ritmo popular mas que não é difundido popularmente. Então, não sou eu apenas que faço algo diferente com o jongo. É o jongo que me dá a oportunidade de descobrir um universo novo de criação. (webremix.info) |
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Ao lado de Criolo, o et?ope Mulatu Astatke ? a principal atra??o do festival Back2Black em Londres
RIO - Talvez não exista amor em SP, mas Criolo e Mulatu Astatke podem iniciar, amanhã, em Londres, um relacionamento sério. O encontro entre os dois artistas é um dos destaques da programação do festival Back2Black, que começa nesta sexta na capital inglesa e vai até domingo.
O cantor e rapper paulistano, estrela em ascensão da MPB, vai ser recebido, "como um filho", pelo lendário músico africano, pai do ethio jazz, o sinuoso híbrido musical criado por Mulatu no final dos anos 1960 (quando morou nos EUA) e popularizado, quase quatro décadas depois, graças à sua inclusão na trilha do filme "Flores partidas", de Jim Jarmusch, em 2005. Desde então o vibrafonista, percussionista, compositor e arranjador etíope de 69 anos — um dos primeiros alunos africanos da prestigiosa Berklee College of Music, em Boston — passou a ser uma das mais cultuadas figuras do pop internacional, sampleado por inúmeros artistas do rap, de Nas a Kanye West, e admirado por gente como Elvis Costello e Robert Plant. — Vou receber Criolo de braços abertos, como um pai. Gostei muito do disco dele e vi que é um artista com uma forte ligação com a música africana — diz Mulatu, por telefone, em entrevista exclusiva ao GLOBO. — Devemos tocar cinco músicas juntos. Depois, dependendo do resultado do show e das nossas conversas, pode ser que essa parceria renda mais frutos. Vamos esperar para ver.? Show com Duke Ellington Paciência parece ser uma das virtudes de Mulatu Astatke. Até o status pop obtido através do filme de Jarmusch, ele era conhecido entre colecionadores de jazz e DJs pelo disco "Ethio Jazz", de 1974, e por coletâneas como "Ethiopiques Volume 4: Ethio Jazz & Musique Instrumentale, 1969–1974, Mulatu Astatke", lançada em 1998 pelo selo francês Buda Music. — Tive muitos relançamentos e músicas incluídas em coletâneas. Às vezes, até eu me perco entre elas, mas essa da série "Ethiopiques" é bastante representativa do som que fazíamos na Etiópia e que se tornou conhecido como ethio jazz — afirma ele. — Pode parecer um clichê dizer isso, mas nunca imaginei que meu som renasceria tanto tempo depois nas pistas de dança e no trabalho de artistas de hip-hop. Mas o momento de virada da carreira desse artista que chegou a tocar com Duke Ellington, em 1973, durante uma turnê pela Etiópia, foi mesmo a associação de músicas como "Yegelle tezeta" e "Yekermo sew" com a melancólica peregrinação do personagem de Bill Murray em busca do seu filho em "Flores partidas". — Jarmusch veio assistir a um show meu em Nova York e depois, nos camarins, disse que estava concluindo um filme e achava que minha música ia se encaixar perfeitamente nele porque tinha ritmo e era dramática. Depois, assistindo ao filme, entendi o que ele queria dizer. Foi um encaixe perfeito, como se eu tivesse composto aquelas músicas especialmente para o filme. Em vez de criar arranjos musicais inusitados, Mulatu Astatke poderia estar construindo pontes e edifícios, caso o desejo do seus pais, ao mandá-lo estudar engenharia no País de Gales, no fim dos anos 1950, tivesse se concretizado. Melhor com os acordes do que com os cálculos, ele acabou indo parar no Trinity College of Music, em Londres, e depois em Berklee, onde se especializou no vibrafone. — Na Europa, ficou claro para os meus professores que eu não tinha talento algum para a engenharia — lembra ele. — Na Inglaterra e, depois, nos EUA, pude me dedicar ao estudo da música, algo que seria muito difícil de acontecer num país pobre e fechado como a Etiópia. E escolhi o vibrafone porque ele lembra um instrumento que temos na África, o balafon. Com ele, fui evoluindo até chegar onde queria. Comparado a Fela Kuti A evolução de Mulatu Astatke começou com o jazz latino (gravou três discos nessa linha, em Nova York, entre 1966 e 1972) e depois com as misturas de ritmos africanos com soul e funk que o consagrariam, numa trajetória que muitos comparam com a do inflamado nigeriano Fela Kuti, criador do afrobeat. — Hoje, com a internet, parece fácil falar em misturas, mas naquela época era complicado misturar várias culturas musicais sem que uma dominasse as outras. Felizmente, o ethio jazz acabou gerando um som único, com muitas cores e lindas harmonias. Mas ele é bem diferente do afrobeat, que é mais dançante, politizado e agressivo. Aproveitando bem o estouro tardio, nos últimos anos Mulatu Astatke excursionou com o grupo americano Either/Orchestra, gravou com o britânico Heliocentrics, se aperfeiçoou em Harvard, deu palestras na Red Bull Music Academy e no MIT (Massachusetts Institute of Technology) e lançou, em 2010, seu disco mais recente, "Mulatu steps ahead", pelo selo alemão Strut. — Meu próximo projeto é uma ópera inspirada nos sons da Igreja Ortodoxa Etíope, que são lindos — revela. — E depois, claro, vou gravar mais um disco, quem sabe, com a participação de Criolo. (webremix.info) |
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Cuban Fury | Ian McShane ser? instrutor de salsa na com?dia rom?ntica
Ian McShane (Deadwood, Piratas do Caribe 4) está se juntando ao elenco de Cuban Fury, comédia romântica britânica que tem Nick Frost (Todo Mundo Quase Morto) e Rashida Jones (The Office) como protagonistas. O roteiro escrito por Jon Brown, a partir de uma ideia de Frost, acompanha um tipo fracassado inglês (Frost) que se apaixona por sua chefe dos EUA (Jones) e vê despertar com isso um antigo e caliente amor: a salsa. McShane será o instrutor de dança do personagem. Chris O'Dowd e Olivia Colman também estão no elenco, que o estreante James Griffiths dirigirá. (webremix.info) |
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Em Londres, as novidades apontam para o leste (webremix.info) |
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Morgan Freeman chega aos 75 anos com projetos de cinema e TV
RIO - O premiado ator Morgan Freeman completa 75 anos nesta sexta-feira, mas nem pensa em reduzir o ritmo. Nos próximos meses ele será visto num novo filme sobre o super-herói Batman, e atualmente está rodando "Oblivion", épico de ficção científica no qual contracena com Tom Cruise. Mas, em meio a tantos compromissos, ele encontra tempo para um projeto pessoal, o programa de TV "Through the Wormhole with Morgan Freeman" ("No buraco dos vermes com Morgan Freeman", em tradução livre), cuja terceira temporada estreia em 6 de junho no canal Science. Freeman é o produtor-executivo e apresentador da série. Em episódios intitulados "O que é o nada?" e "Podemos ressuscitar os mortos?", os realizadores entrevistam físicos, biólogos, astrônomos e outros acadêmicos que exploram teorias modernas sobre as grandes questões da vida. Recentemente, Freeman falou à Reuters sobre o programa. O senhor faz algumas perguntas provocativas. De onde vêm suas ideias? Elas chegam até a gente por um monte de lugares. Às vezes você acorda no meio da noite ou está lá deitado e algo lhe ocorre, "e se?", ou "por que não podemos?". E você simplesmente faz as perguntas nas sessões e as joga por aí - sessões com roteiristas, produtores, diretores. Vamos aos cientistas para receber sua contribuição - toda essa gente que tem pensado sobre essas questões. Sempre dá para encontrar alguém que esteja pensando em alguma pergunta que você queria fazer. Qual é a pergunta com a qual o senhor mais quer lidar no programa? Tem uma que eu continuo fazendo. Há uma diferença - mantenho que há - entre espaço e universo? Em outras palavras, os cientistas do (telescópio espacial) Hubble dizem que o universo está se expandindo. E se o universo está se expandindo, é preciso que haja algo onde se expandir. Ele está avançando sobre o quê? Há outro episódio sobre terapia genética, e sobre se há ou não uma raça superior. É uma dança delicada, mas não se você percebe que é quase uma pergunta irrespondível. Estávamos falando sobre a possibilidade de manipular geneticamente a raça humana para coisas específicas, particularmente a ideia de viagem no tempo. Se você cria um grupo superior, não terá uma raça, terá apenas um grupo. Podemos nos alterar geneticamente para coisas específicas, mas não acho que isso nos torne superiores. O episódio fala especificamente em termos de QI. Acho que os testes de QI não significam nada. Se você me colocar no Serengeti (uma região da África) com (o povo) maasai e me testasse a respeito do que eles sabem, eu seria miseravelmente reprovado. O sr. tira conclusões, ou é mais importante continuar perguntando? Acho valioso. Mas o principal é que estou me divertindo à beça com isso. É uma dessas coisas que realmente incendeiam a imaginação. (webremix.info) |
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Come?a hoje o Festival Alkantara de dan?a e artes performativas
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Santo Domingo mais perto de Punta Cana (webremix.info) |
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Ritmo angolano kuduro faz sucesso no pa?s e pode ser a pr?xima febre no ver?o (webremix.info) |
Links : Dança Africana
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Próxima temporada em Noronha não verá cruzeiros, afirma Abremar
Maurício: mosaico à beira-mar