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Ministros debatem na OMC, mas diferenças persistemPor Laura MacInnis e William Schomberg GENEBRA (Reuters) - Economias emergentes como o Brasil e a África do Sul se queixaram na terça-feira da falta de iniciativa dos EUA em questões agrícolas, o que estaria impedindo contrapartidas dos países em desenvolvimento. (webremix.info)
Ministros debatem na OMC, mas diferenças persistem
Economias emergentes como o Brasil e a África do Sul se queixaram na terça-feira da falta de iniciativa dos EUA em questões agrícolas, o que estaria impedindo contrapartidas dos países em desenvolvimento. O encon (webremix.info)
Haddad anuncia criação da Universidade da África em município cearense
BRASÍLIA - Ao participar na última quarta-feria da cerimônia de sanção do projeto de lei que cria o piso nacional para professores, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou a criação da Universidade da África, que será sediada em Redenção (CE). A idéia é formar estudantes africanos para ajudar o desenvolvimento daquele continente. (webremix.info)
EUA levam à Rodada de Doha proposta de 'enormes' cortes de subsídios
A mais recente proposta dos Estados Unidos para a Rodada de Doha foi transmitida, na manhã desta quinta-feira, pela representante comercial daquele país, Susan Schwab. Ela adiantou que os EUA estão dispostos a promover cortes "enormes" nos seus subsídios agrícolas e nas tarifas de importação dos produtos de países em desenvolvimento como o Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, como forma de avançar da Rodada de Doha, durante a reunião ministerial da semana que vem, em Genebra..
- Já sinalizamos nossa disposição para promover a abertura de mercados e disciplinas de subsídios sobre a mesa, no contexto de um acordo. A questão agora é se os países em desenvolvimento terão reciprocidade - disse Schwab em discurso na Associação Internacional de Comércio de Washington.
A negociadora embarca, neste fim de semana para Genebra, onde cerca de 40 autoridades mundiais discutem os rumos do comércio internacional, que inclui bens agrícolas e industriais, de modo a permitir uma conclusão da Rodada de Doha ainda em 2008, após sete anos de negociações. A reunião começa na segunda-feira e acontecerá até sábado, caso não seja inviabilizada por alguns dos participantes.
Além da crise banco-imobiliária em curso, a pressão sobre os EUA é pela redução de US$ 13 bilhões de dólares, por ano, nos subsídios oferecidos a seus produtores rurais e que influenciam nas condições de mercado. O preço das commodities, em alta; além de outros fatores na economia norte-americana, aliam-se para que o governo daquele país passe a precisar de uma alternativa à comercialização de sua safra agrícola.
Atualmente, os preços praticados por países ricos contêm níveis de subsídios muito além do que os governos de países pobres repassam aos seus fazendeiros. Ainda assim, os produtores rurais dos EUA alegam ser coagidos a trabalhar acima da capacidade de outros segmentos da economia (Indústria e Serviços), devido à decisão dos países em desenvolvimento de não abrir seus mercados.
Schwab não precisou cifras, mas leva na bagagem o limite da redução imaginada pela administração de George W. Bush. Segundo a funcionária, o destino da Rodada de Doha depende principalmente da abertura dos grandes mercados em desenvolvimento, como Brasil, Índia e China aos produtos industrializados nos EUA e na Europa, com a substancial redução das tarifas alfandegárias. Um erro de cálculo nesse sentido, porém, colocaria em risco a indústria nacional das nações em desenvolvimento, segundo analistas.
Schwb, no entanto, alega que mais de 80 dos países, os mais pobres da OMC, teriam de fazer aberturas nulas ou muito pequenas.
- A parte mais difícil na conclusão do acordo, sob muitos aspectos, é saber quando encerrá-lo. Em poucos dias essa será nossa meta, e sabemos que para isso será necessário algo além da liderança dos EUA - reconhece Schwab.
(webremix.info)Toyota começa a construir em 2009 a segunda fábrica no Brasil
O ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, anunciou nesta terça-feira a construção da segunda fábrica da montadora de automóveis Toyota no Brasil. A declaração foi feita após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Toyota no Mercosul, Shozo Hasebe, no Palácio do Planalto.
A construção da fábrica, em Sorocaba (SP), começará em 2009 e a produção dos veículos, somente em 2011. A expectativa é de que ao final do primeiro ano sejam produzidos 150 mil veículos de pequeno porte, destinados ao mercado interno e à exportação. Estima-se que sejam gerados 2,5 mil empregos diretos.
Embora negue que foram discutidos os valores a serem investidos na construção da fábrica, o ministro Miguel Jorge estima que os investimentos fiquem entre US$ 600 e US$ 700 milhões. Segundo ele, o presidente Lula demonstrou interesse de que os veículos sejam exportados para América Latina e África.
A primeira fábrica da Toyota no Brasil fica em Indaiatuba (SP) e produz 80 mil veículos do modelo Corolla por ano. Antes de optarem por construir a segunda fábrica também em São Paulo, os executivos da empresa se reuniram com governadores de outros estados como Rio de Janeiro e Bahia. (webremix.info)
Jogadores lançam Goal4Africa com jogo em Munique
Alguns dos maiores jogadores de futebol do mundo, entre eles Ronaldo, o alemão Michael Ballack e o inglês Steven Gerar, realizaram no sábado um jogo para levantar fundos para caridade.
O jogo, realizado na cidade alemã Munique, fez parte do lançamento da organização Goal4Africa (Gol para África, em tradução-livre), que tem o objetivo de financiar projetos de educação e desenvolvimento.
A organização está sendo lançada como parte dos preparativos para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul.
Os jogadores estão pedindo para que os fãs doem dinheiro toda vez que seus times marcarem um gol nos próximos dois anos. A campanha espera levantar mais de US$ 90 milhões (R$ 144 milhões).
O jogo foi organizado por Ronaldo e pelo holandês-surinamês Clarence Seedorf. O time Dois, de Ballack, venceu o time Um, de Seedorf, por 9 a 6. (webremix.info)
Jogadores lançam Goal4Africa com jogo em Munique
Alguns dos maiores jogadores de futebol do mundo, entre eles Ronaldo, o alemão Michael Ballack e o inglês Steven Gerar, realizaram neste sábado um jogo para levantar fundos para caridade. O jogo, realizado na cidade alemã Munique, fez parte do lançamento da organização Goal4Africa (Gol para África, em tradução-livre), que tem o objetivo de financiar projetos de educação e desenvolvimento. (webremix.info)
Aga Khan e Ministério dos Negócios Estrangeiros assinam acordo de cooperação internacional
A cooperação, através da Rede Aga Khan para o Desenvolvimento, poderá ocorrer em Estados e regiões da Ásia e de África considerados de interesse para o governo português e onde a referida Rede está im... (webremix.info)
Lula quer redução de gases com base em dado 'confiável'
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje, em Hokkaido, no Japão, que na reunião de cúpula do G-8 do ano que vem, na Itália, os líderes dos sete países mais ricos do mundo e a Rússia negociem com as economias em desenvolvimento a adoção de metas de redução das emissões de gases do efeito estufa com base em "dados numéricos confiáveis". No encontro de hoje entre o G-8 e o G-5 - grupo formado por África do Sul, Brasil, China, Índia e México -, Lula tentou convencer seus parceiros a aderir à proposta ao apresentar dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) que mostram os Estados Unidos na liderança das emissões de gás carbônico (CO2) em 2005, com 21,13% do total despejado na atmosfera. (webremix.info)
Países emergentes pedem que ONU intervenha em crise alimentícia
As economias emergentes do G5 (grupo formado por Brasil, México, Índia, China e África do Sul) pediram nesta terça-feira a intervenção da comunidade internacional e das Nações Unidas na crise dos alimentos. "É necessária a intervenção da comunidade internacional para desenvolver com urgência mecanismos úteis para fazer frente à alta dos preços e assegurar as previsões de desenvolvimento", disse o presidente mexicano, Felipe Calderón, durante a leitura de uma declaração conjunta ao término da reunião realizada em Sapporo (Japão). Em relação à mudança climática, o G5, que são a maiores economias em desenvolvimento, afirmou em seu manifesto que "é essencial que os países desenvolvidos assumam a liderança para conseguir reduções ambiciosas e absolutas das emissões de gases do efeito estufa". Leia mais (08/07/2008 - 07h46) (webremix.info)
Crise pode deixar 100 mi na miséria
A alta dos preços dos alimentos ameaça reverter todos os avanços globais com desenvolvimento e levar 100 milhões de pessoas em todo o mundo para baixo da linha de pobreza, advertiram nesta segunda-feira o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick.
A declaração de ambos foi feita na ilha de Hokkaido, no Japão, onde acontece a reunião de cúpula anual do G8, o grupo dos sete paÃses mais industrializados do mundo mais a Rússia.
Ambos haviam participado de uma reunião pela tarde com os lÃderes do G8 e oito chefes de Estado ou governo africanos.
Ban e Zoellick cobraram dos paÃses do G8 uma ação urgente para combater a atual crise e para prevenir futuras altas nos preços dos alimentos.
Segundo o secretário-geral da ONU, o mundo enfrenta três crises simultâneas e interligadas – dos alimentos, do clima e de desenvolvimento – para as quais são necessárias soluções integradas.
- Nossos esforços até agora têm sido muito divididos e esporádicos. Agora é a hora de termos um enfoque diferente - afirmou Ban.
- A ONU está pronta para ajudar com todos esses desafios globais - disse.
Segundo ele, "todo dólar investido hoje equivale a dez amanhã ou cem no dia seguinte".
Oportunidade
O presidente do Banco Mundial afirmou que a atual crise é uma oportunidade para que o mundo consiga alcançar um caminho de desenvolvimento no longo prazo, mas que para isso é necessário um comprometimento dos paÃses ricos por mais investimentos.
Segundo ele, investimentos em projetos como irrigação podem ajudar a expandir as colheitas, principalmente na Ãfrica, e ajudar a combater a escassez global de alimentos.
- Só 4,9% das terras aráveis da Ãfrica são irrigadas, contra 40% no Sudeste Asiático - observou.
Segundo ele, os caminhos para possÃveis soluções para os problemas atuais já são conhecidos, mas o que falta são mais recursos.
Impacto dos biocombustÃveis
Questionados durante a conferência sobre o impacto que os biocombustÃveis teriam sobre a alta global dos alimentos, Ban e Zoellick afirmaram que a produção certamente afeta a atual crise, mas argumentaram que são necessários mais estudos para avaliar a exata dimensão desse impacto.
Na semana passada, um documento do Banco Mundial vazado para o jornal britânico The Guardian estimava em 75% a parcela de culpa dos biocombustÃveis na alta dos alimentos, principalmente pelo desvio de cultivos como o milho ou a soja para a sua produção.
- É verdade que os biocombustÃveis contribuem para o aumento no preço dos alimentos, mas não está claro quanto - afirmou Ban.
- Acredito que precisa haver mais pesquisas para quantificar isso.
Crise mundial ameaça 100 milhões de pessoas no mundo
A alta dos preços dos alimentos ameaça reverter todos os avanços globais com desenvolvimento e levar 100 milhões de pessoas em todo o mundo para baixo da linha de pobreza, advertiram nesta segunda-feira o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, e o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick.
A declaração de ambos foi feita na ilha de Hokkaido, no Japão, onde acontece a reunião de cúpula anual do G8, o grupo dos sete paÃses mais industrializados do mundo mais a Rússia.
Ambos haviam participado de uma reunião pela tarde com os lÃderes do G8 e oito chefes de Estado ou governo africanos.
Ban e Zoellick cobraram dos paÃses do G8 uma ação urgente para combater a atual crise e para prevenir futuras altas nos preços dos alimentos.
Segundo o secretário-geral da ONU, o mundo enfrenta três crises simultâneas e interligadas - dos alimentos, do clima e de desenvolvimento - para as quais são necessárias soluções integradas.
– Nossos esforços até agora têm sido muito divididos e esporádicos. Agora é a hora de termos um enfoque diferente. A ONU está pronta para ajudar com todos esses desafios globais. todo dólar investido hoje equivale a dez amanhã ou cem no dia seguinte – disse.
Bird
O presidente do Banco Mundial afirmou que a atual crise é uma oportunidade para que o mundo consiga alcançar um caminho de desenvolvimento no longo prazo, mas que para isso é necessário um comprometimento dos paÃses ricos por mais investimentos.
Segundo ele, investimentos em projetos como irrigação podem ajudar a expandir as colheitas, principalmente na Ãfrica, e ajudar a combater a escassez global de alimentos.
– Só 4,9% das terras aráveis da Ãfrica são irrigadas, contra 40% no Sudeste Asiático – observou.
Segundo ele, os caminhos para possÃveis soluções para os problemas atuais já são conhecidos, mas o que falta são mais recursos.
BiocombustÃveis
Questionados durante a conferência sobre o impacto que os biocombustÃveis teriam sobre a alta global dos alimentos, Ban e Zoellick afirmaram que a produção certamente afeta a atual crise, mas argumentaram que são necessários mais estudos para avaliar a exata dimensão desse impacto.
Na semana passada, um documento do Banco Mundial vazado para o jornal britânico The Guardian estimava em 75% a parcela de culpa dos biocombustÃveis na alta dos alimentos, principalmente pelo desvio de cultivos como o milho ou a soja para a sua produção.
"É verdade que os biocombustÃveis contribuem para o aumento no preço dos alimentos, mas não está claro quanto", afirmou Ban. "Acredito que precisa haver mais pesquisas para quantificar isso".
(webremix.info)Preço do petróleo e inflação dominam G8
A inflação dos alimentos não é a única preocupação dos países mais industrializados do mundo. A disparada nos preços do petróleo - que chegou a bater os US$ 140 o barril - também está na ordem do dia da reunião do G8, que começou nesta segunda e vai até quarta-feira, na Ilha de Hokkaido, no Japão. Líderes dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha. Itália, Japão e Rússia temem o impacto da alta dos combustíveis na estabilidade da economia global e na trajetória do desenvolvimento.
Em reunião preparatória à cúpula, há cerca de 20 dias, os ministros de Finanças dos países membros do grupo pediram o aumento da produção de petróleo no mundo e ressaltaram a necessidade de aumentar a eficiência energética de todas as economias. Também defenderam a diversificação de fontes de energia. Nesse sentido, frisaram a necessidade de avançar nas pesquisas sobre biocombustíveis de segunda geração - produzidos a partir de matérias primas que não podem ser usadas como alimento. O mesmo foi defendido pelo primeiro-ministro do Japão, Yasuo Fukuda, na Conferência de Alto Nível sobre Segurança Alimentar da FAO, em Roma, no mês passado.
"Como os biocombustíveis representam oportunidades e desafios, é essencial a sustentabilidade da produção e de seu uso", diz o documento final da reunião de ministros de Finanças do G8. Eles pedem ainda atenção aos mercados de futuros, numa demonstração de que acreditam na especulação como uma das causas da elevação nos preços das commodities - tanto petróleo quando produtos agrícolas.
As conclusões serão levadas aos líderes do G8. Os mandatários também devem levar em conta os resultados da reunião de produtores e consumidores de petróleo, realizada no dia 22 de junho na Arábia Saudita. O encontro - do qual o Brasil participou como convidado - resultou em recomendações para a estabilização do mercado de petróleo, como o aumento das capacidades de produção e de refino e a regulação dos mercados financeiros.
Mais dois documentos devem ser agregados aos debates da cúpula anual do G8: um estudo do Banco Mundial sobre o impacto da alta dos preços das commodities nas perspectivas de desenvolvimento e uma proposta do Fundo Monetário Internacional para reforma dos programas de subsídios aos combustíveis fósseis.
Convite
O presidente francês, Nicholas Sarkozy, se mostrou a favor de expandir o Grupo dos Oito (G8), integrado atualmente pelos países mais industrializados e a Rússia. Sarkozy quer incluir as nações emergentes, entre elas Brasil e México. Em entrevista publicada nesta segunda-feira, pelo jornal japonês Yomiuri, Sarkozy diz que o G8 deveria promover o diálogo com as nações emergentes do G5, que é integrado por Brasil, China, Índia, África do Sul e México.
Sarkozy indicou que o G8 precisa expandir-se para demonstrar que toma decisões "com justiça", em referência à crescente relevância dos países emergentes no mundo. Ele afirmou este fim de semana em Paris que "não é justo nem razoável" que apenas oito países se reúnam para discutir os problemas do mundo, quando este é "universal".
(webremix.info)G8 começa reunião anual com clima e combustíveis na pauta
Os líderes do G8 (grupo dos sete países mais ricos e a Rússia) iniciaram nesta segunda-feira em Hokkaido (norte do Japão) sua cúpula anual, de três dias de duração, na qual debaterão a situação econômica, a crise alimentícia e a mudança climática. Em um dia chuvoso e sob forte proteção policial, os governantes dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália, Canadá, Alemanha e Rússia foram recebidos um a um pelo anfitrião, o japonês Yasuo Fukuda, na entrada do luxuoso hotel Windsor, onde posaram para os fotógrafos antes de iniciar as sessões de trabalho. Participam também nesta primeira sessão, centrada no desenvolvimento da África, o presidente do Bird (Banco Mundial), Robert Zoellick; o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon; e os chefes de governo da Argélia, Etiópia, Gana, Nigéria, Senegal, África do Sul e Tanzânia. Leia mais (07/07/2008 - 01h42) (webremix.info)
Futuro do continente africano está mais um vez na pauta do G8 (webremix.info)
Ajuda à África é uma das prioridades dos EUA no G-8 (webremix.info)
Incertezas sobre economia global dominam G-8 no Japão (webremix.info)
Incertezas sobre economia global dominam G-8 no Japão
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da reunião do G-8, nesta semana, no Japão, armado de duas mensagens: ao tratar da inflação, vai oferecer a produção agrícola brasileira como parte da solução; ao criticar a especulação em torno dos preços do petróleo e das commodities agrícolas, vai apontar um dedo acusador para as sete nações mais ricas e cobrar mecanismos para evitar que o mundo em desenvolvimento pague mais uma vez o preço de uma crise originada nos mercados financeiros centrais. Amparado pelos chefes de Estado do G-5 (Brasil, África do Sul, China, Índia e México), além do apoio prévio dos presidentes da América do Sul, Lula será uma espécie de porta-voz dos países que foram as principais vítimas das crises do petróleo, nos anos 70 e 80, e das dívidas, que se sucederam na segunda metade da década de 90. (webremix.info)
Pernambucanos e paulistam avançam na Imagine Cup, em Paris (webremix.info)
Saldo comercial de junho mostra ligeira recuperação no ano
O mês de junho registrou o segundo melhor saldo comercial do ano, com as exportações maiores que as importações em US$ 2,719 bilhões. Perdeu apenas para o saldo de maio, quando terminou a greve dos auditores da Receita Federal do Brasil (RFB) e foram contabilizadas as transações represadas em abril. Razão do superávit recorde de US$ 4,075 bilhões naquele mês, como explicou o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral.
Ele acredita que o bom desempenho da balança comercial no mês passado - “bem melhor que de janeiro a abril†- sinaliza recuperação. Segundo Barral, o saldo acumulado no primeiro semestre deste ano, de US$ 11,37 bilhões, é 44,7% menor que os US$ 20,579 bilhões registrados em igual perÃodo do ano passado, mas “comparativamente aos meses anteriores, junho mostrou que as exportações estão aumentando, tanto que teve a segunda maior média diária de vendas externas de toda a históriaâ€, atrás da média de maio.
No semestre, o Brasil vendeu ao exterior produtos equivalentes a US$ 90,645 bilhões, o que representa aumento de 23,8% em relação às exportações de janeiro a junho de 2007. Foi o maior volume de vendas externas de todos os tempos. Em contrapartida, as importações somaram US$ 79,275 bilhões, que foram as mais altas registradas até agora, com evolução de 50,61% na comparação semestral, em ritmo mais que dobrado em relação às exportações.
O secretário ressalvou, no entanto, que tomando-se apenas a comparação entre os meses de junho, deste e do ano passado, “a diferença foi menos acentuadaâ€, em razão de as vendas terem crescido 41,74%, contra compras 70,75% maiores. Diferença alta, ainda, segundo ele, mas comparativamente menor em relação à base semestral, e “acreditamos que o melhor ritmo das vendas deve se manterâ€.
De acordo com o secretário de Comércio Exterior, todas as categorias de produtos registraram valores recordes de vendas para meses de junho: básicos (US$ 7,586 bilhões), manufaturados (US$ 8,318 bilhões) e semimanufaturados (US$ 2,19 bilhões). O crescimento mais acentuado (de 80,8%) ficou com os produtos básicos, em especial petróleo em bruto, minério de ferro, soja e carne de frango. Os maiores compradores foram os Estados Unidos, China, Argentina, PaÃses Baixos, Reino Unido, Japão, Alemanha e Emirados Ãrabes.
Em junho também houve aumentos de compras brasileiras em todas as categorias de produtos, com destaque para combustÃveis e lubrificantes, que registrou aumento de 123,8% em relação ao mesmo mês de 2007, em decorrência principalmente do elevado preço internacional do petróleo. Os bens de consumo cresceram 52,9% em grande parte devido à internalização de automóveis da Argentina, Coréia do Sul e México. Os principais mercados fornecedores foram paÃses do Oriente Mèdio e da Ãfrica, produtores de petróleo, adubos e fertilizantes.
'Eleição no Zimbábue não refletiu vontade do povo'
Observadores da SADC (Comunidade de Desenvolvimento do sul da África) afirmaram neste domingo que o resultado do segundo turno da eleição presidencial do Zimbábue não refletiu a vontade do povo. Neste domingo Robert Mugabe tomou posse da Presidência do país pela sexta vez, durante uma cerimônia realizada em sua residência oficial na capital Harare. (webremix.info)
Zimbábue: eleição não refletiu vontade do povo
Observadores da SADC (Comunidade de Desenvolvimento do sul da África) afirmaram neste domingo que o resultado do segundo turno da eleição presidencial do Zimbábue não refletiu a vontade do povo. (webremix.info)
'Eleição no Zimbábue não refletiu vontade do povo'
Observadores da SADC (Comunidade de Desenvolvimento do sul da África) afirmaram neste domingo que o resultado do segundo turno da eleição presidencial do Zimbábue não refletiu a vontade do povo...
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(webremix.info)Mugabe assume sexto mandato no Zimbábue
A cerimônia de posse do sexto mandato de Robert Mugabe na Presidência do Zimbábue está sendo realizada na residência oficial do presidente.
O presidente afirmou que resultados da apuração dos votos mostram que ele venceu em todas as zonas eleitorais no reduto da oposição, a capital Harare.
- Os resultados mostram que estamos vencendo de maneira convincente, que nós vencemos em todas as zonas eleitorais em Harare, um reduto do MDC, onde nós tínhamos vencido em apenas uma zona em março. Esta é a tendência - afirmou Mugabe em uma transmissão apresentada pela televisão estatal.
Morgan Tsvangirai, o líder do Movimento Democrático por Mudança (MDC, na sigla em inglês), retirou sua candidatura do segundo turno da eleição há uma semana.
Mesmo assim, seu nome continuava constando das cédulas eleitorais na votação de sexta-feira, porque as autoridades eleitorais do Zimbábue se recusaram a aceitar sua decisão.
Reação internacional
De acordo com analistas, a reação dos vizinhos do Zimbábue no sul da África será crucial.
Um grupo de monitoramento do Parlamento Pan-Africano pediu ao chamado SADC (Comunidade de Desenvolvimento do sul da África) e à União Africana que facilitem conversas entre o governo e a oposição.
Já o ex-arcebispo da Cidade do Cabo, Desmond Tutu, fez um apelo para que a comunidade internacional intervenha no Zimbábue e utilize a força, se necessário.
Tutu afirmou que apoiaria o envio de uma tropa da Organização das Nações Unidas (ONU) para restaurar a paz no país.
Em uma entrevista à BBC, Tutu também disse que os líderes da União Africana deveriam se recusar a reconhecer Robert Mugabe como o presidente legítimo do Zimbábue.
- Se você tivesse uma voz unânime, dizendo claramente a Mugabe... você é ilegítimo e nós não vamos reconhecer sua administração de nenhuma forma - acho que seria um sinal muito, muito poderoso e fortaleceria bastante a comunidade internacional.
Muitos países e organizações internacionais criticaram o governo do Zimbábue por seguir em frente com o segundo turno da eleição presidencial.
Neste sábado, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, afirmou que vai pressionar para que a ONU tome medidas severas contra o que ele chamou de governo "ilegítimo" do Zimbábue.
Bush afirmou que quer uma proibição à exportação de armas para o país e a proibição de viagens para autoridades do governo do Zimbábue.
Negociações
Apesar de Mugabe ter dito que venceu com uma larga vantagem, observadores internacionais disseram que muitos votos foram invalidados e em algumas áreas o número deles era maior do que os votos para o presidente.
As autoridades eleitorais chegaram a informar que a contagem dos votos estava encerrada, mas os resultados das regiões rurais do país continuaram chegando.
O jornal estatal Sunday Mail traz em sua edição deste domingo a segunite afirmação:
- Mugabe é um homem com uma tarefa e esta tarefa ainda tem de ser cumprida, por isso ele continua no cargo.
Em entrevistas publicadas em jornais britânicos neste domingo, Tsvangirai disse que vai pressionar por negociações com Mugabe para uma nova constituição e novas eleições.
- Nós temos o poder de controlar o parlamento e isto é reconhecido até pelo partido de Mugabe, o Zanu-PF... Nós temos de forçar um acordo de transição para um prazo e trabalhar por uma nova constituição para o Zimbábue - disse ele ao jornal Mail on Sunday.
- Estou confiante que nós podemos conseguir isso se a pressão internacional continuar grande.
Em outra entrevista ao jornal Sunday Telegraph, Tsvangirai disse que seria possível Mugabe permanecer como chefe de Estado cerimonioso.
- Não acho que seja inconcebível inclui-lo em um acordo, dependendo, é claro, dos detalhes do que está sendo proposto e qual é o acordo.
Mugabe ficou em segundo lugar no primeiro turno da eleição presidencial em março, perdendo para Tsvangirai.
De lá para cá, o partido do líder da oposição, MDC, disse que 86 de seus partidários foram assassinados e 200 mil foram obrigados a deixar suas casas pelas milícias leais ao partido governista Zanu-PF.
O governo culpa o MDC pela violência.
(webremix.info)Zimbabué: SADC considera que eleições não reflectem vontade do povo
Harare, 29 Jun (Lusa) - Os observadores da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) consideraram hoje em comunicado que o resultado das presidenciais no Zimbabué, boicotadas pela oposição, "não reflecte a vontade do povo". (webremix.info)
Mugabe assume sexto mandato no Zimbábue
Depois de um processo eleitoral turbulento, o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, assumirá hoje (29) o sexto mandato. A cerimônia de posse está marcada para as 15h deste domingo, no horário local (10h, no horário de Brasília), e os convites para o evento foram enviados antes mesmo do anúncio do resultado oficial da votação, de acordo com a BBC Brasil. Mugabe disse ter garantido uma "vitória arrasadora" no segundo turno da eleição presidencial, realizado sexta-feira (27), em que foi o único candidato. O presidente afirmou que resultados da apuração dos votos mostram que ele venceu em todas as zonas eleitorais no reduto da oposição, a capital Harare. "Os resultados mostram que estamos vencendo de maneira convincente, que nós vencemos em todas as zonas eleitorais em Harare, um reduto do MDC [Movimento Democrático por Mudança, que faz oposição a seu governo], onde nós tínhamos vencido em apenas uma zona em março. Esta é a tendência", afirmou Mugabe em uma transmissão apresentada pela televisão estatal. Observadores internacionais disseram que muitos votos foram invalidados e em algumas áreas o número deles era maior do que os votos para o presidente. Morgan Tsvangirai, o líder do Movimento Democrático por Mudança, retirou sua candidatura do segundo turno da eleição há uma semana. Mesmo assim, seu nome continuava constando das cédulas eleitorais na votação de sexta-feira, porque as autoridades eleitorais do Zimbábue se recusaram a aceitar sua decisão. Mugabe deve participar amanhã (30) de uma reunião da União Africana no Egito. De acordo com a BBC Brasil, um grupo de monitoramento do Parlamento Pan-Africano pedirá à Comunidade de Desenvolvimento do sul da África e à União Africana que facilitem conversas entre o governo e a oposição no Zimbábue. Fonte: Agência Brasil (webremix.info)
Mais de 50% da população mundial usará telefone celular até 2010
Em 2008, esse valor fica na casa dos 40%. Crescimento está ligado ao desenvolvimento do mercado na Ásia, Oriente Médio e África. (webremix.info)
Mais de 50% da população mundial usará telefone celular até 2010
Mais da metade da população mundial utilizará um telefone celular até 2010, contra 40% em 2008, aumento ligado ao desenvolvimento desse mercado na Ásia, no Oriente Médio e na África, estimou nesta sexta-feira o gabinete Strategy Analytics. (webremix.info)
Oposição no Zimbábue faz alerta final a Mugabe
O lÃder da oposição no Zimbábue, Morgan Tsvangirai, fez um alerta "final" ao presidente do paÃs, Robert Mugabe, antes das eleições presidenciais de sexta-feira.
– As negociações estarão acabadas se Mugabe se declarar vencedor e se considerar o presidente. Como é que nós podemos negociar? – disse Tsvangirai em entrevista ao jornal britânico The Times.
Mugabe havia dito que poderia estar disposto a conversações depois do pleito que, o governo insiste, vai ser realizado, apesar da retirada do Movimento para Mudança Democrática (MDC), disse o jornal.
Fazendo uma mensagem direta a Mugabe, Tsvangirai disse: "Você se recusou a falar comigo na época, como pode falar comigo agora? Eu fiz esta oferta, eu dei esta abertura, eu lhe disse que negociaria antes das eleições e não depois, porque não é sobre eleições, é sobre transição".
Mandela
A pressão internacional para uma saÃda para a crise no Zimbábue vem aumentando. Na quarta-feira, o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela condenou nesta quarta-feira a violência polÃtica e o que chamou de "trágico fracasso de liderança" no Zimbábue.
– Nós assistimos com tristeza à prolongada tragédia em Darfur (no Sudão). Mais perto de casa, nós vimos a explosão de violência contra irmãos africanos em nosso próprio paÃs e o trágico fracasso de liderança em nosso vizinho Zimbábue – disse Mandela em Londres, em um jantar em comemoração aos seus 90 anos.
Esta foi a primeira vez que o lÃder sul-africano falou sobre a crise no Zimbábue. Segundo o correspondente da BBC, James Robbins, Mandela havia mantido silêncio até agora para não prejudicar os esforços do presidente da Ãfrica do Sul, Thabo Mbeki, como mediador da crise no Zimbábue. A atuação de Mbeki foi criticada por seu seu fracasso em resolver a crise.
Também na quarta-feira, em uma reunião de emergência, representantes da Suazilândia, da Tanzânia e de Angola, paÃses que integram a Comunidade de Desenvolvimento do Sul da Ãfrica (SADC, na sigla em inglês), pediram que o governo do Zimbábue adie o segundo turno das eleições presidenciais.
Crise
A crise no paÃs africano se agravou no último domingo, quando o lÃder da oposição e candidato à Presidência pelo Movimento para a Mudança Democrática (MDC, na sigla em inglês), Morgan Tsvangirai, retirou sua candidatura no segundo turno e buscou refúgio na embaixada da Holanda em Harare, capital do Zimbábue.
Tsvangirai foi o mais votado no primeiro turno das eleições, em março, com cerca de 48%, enquanto o presidente Robert Mugabe obteve cerca de 43%. O número de votos, porém, não foi suficiente para que ele vencesse no primeiro turno.
O MDC afirma que 86 de seus partidários foram mortos e 200 mil pessoas expulsas de suas casas devido a uma suposta campanha de perseguição praticada por aliados do presidente Mugabe. Na quarta-feira, Tsvangirai pediu a intervenção de lÃderes africanos para a superar a crise polÃtica.
Na segunda-feira, o Conselho de Segurança da ONU já havia condenado por unanimidade a intimidação contra a oposição do Zimbábue e dito que a violência torna "impossÃvel" uma votação livre e justa no segundo turno da eleição presidencial. Os Estados Unidos também afirmaram que não vão reconhecer os resultados da votação. (webremix.info)
América Latina: Sela defende nova arquitetura financeira
25/06/2008 - 18h06
Caracas, 26/06/2008 - Manter o crescimento econômico alcançado pela América Latina e pelo Caribe requer mudanças nos centros de financiamento internacional para o desenvolvimento, mas, também uma nova arquitetura finance... Leia mais (webremix.info)
Países africanos pedem adiamento do 2º turno no Zimbábue
Representantes de países da região sul da África, em uma reunião de emergência na Suazilândia, fizeram nesta quarta-feira uma declaração pedindo que o governo do Zimbábue adie o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para esta sexta-feira. Na reunião, os representantes de Suazilândia, Tanzânia e Angola, que pertencem à Comunidade de Desenvolvimento do Sul da África (SADC, na sigla em inglês), afirmaram que as condições atuais no país - onde a oposição acusa simpatizantes do governo de realizar uma violenta campanha de intimidação - não permitiriam a realização de eleições livres e justas. (webremix.info)
